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Paciente de 80 anos, hipertensa, com FA persistente, em uso de Varfarina com INR 2,8, sofre
queda com traumatismo cranioencefálico leve, mas mantém consciente. TC de crânio sem
sangramento. Qual a conduta em relação à Varfarina?
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Recém-nascido com 12 horas de vida, cianose central, taquipneia, sem sopro. Gasometria:
hipoxemia grave, sem melhora com oxigênio a 100%. ECO: ventrículo direito hipertrofiado,
artéria pulmonar estreita, aorta anteriorizada e cavalgando sobre o septo. O diagnóstico e o
tratamento inicial são:
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Homem de 70 anos, com angina estável classe II, FE 60%, realizou cineangiocoronariografia
que mostrou lesão de 90% na artéria descendente anterior proximal. Qual tratamento,
comprovadamente, reduz mortalidade nesse cenário?
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Mulher de 45 anos, sem comorbidades, apresenta episódios recorrentes de palpitações de
início e término súbitos, precedidos por polaciúria. ECG durante crise mostra taquicardia com
QRS estreito, frequência cardíaca de 210 bpm, ondas P invertidas, após o QRS, com intervalo
RP > PR. O ecotranstorácico é normal. Qual é o diagnóstico eletrofisiológico mais provável?
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Em uma paciente de 50 anos com dispneia, sopro diastólico em foco aórtico e pulso de
Corrigan, o ecocardiograma mostra insuficiência aórtica grave, (vena contracta 7 mm, fração de
regurgitação 60%). A paciente está sintomática, (NYHA II). O tratamento indicado é:
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Paciente de 68 anos, pós IAM há 3 semanas, em uso de Aspirina, Clopidogrel, Atorvastatina
e Metoprolol. Refere dispneia súbita e dor torácica pleurítica. Ao exame: FC 110 bpm, PA 100/70
mmHg, atrito pericárdico audível. ECO: derrame pericárdico laminar, sem sinais de
tamponamento. Qual a hipótese mais provável e a conduta?
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Homem de 55 anos, com história de miocardite prévia, apresenta dispneia aos moderados
esforços. ECO: fração de ejeção, (FE), 30%, cavidades esquerdas dilatadas. ECG: bloqueio de
ramo esquerdo, (BRE), com duração de QRS 150 ms. A despeito de terapia medicamentosa
otimizada por 6 meses, permanece em classe funcional NYHA III. Qual é o melhor próximo
passo?
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Um paciente de 68 anos, hipertenso e diabético, apresenta dor torácica típica aos esforços,
há 2 meses. O ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo, (FEVE), de
55%, sem alterações segmentares. O escore de cálcio coronariano, (Agatston), é 850. Qual é a
conduta mais indicada?
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Durante avaliação pré-operatória de paciente de 65 anos para colecistectomia
laparoscópica, você identifica sopro proto-mesossistólico ejetivo em foco aórtico, com
irradiação para carótidas, intensidade 3/6, sem abaulamento de pulso carotídeo. ECO prévio
mostrou estenose aórtica moderada, (área valvar 1,3 cm²). O paciente é assintomático.
Referente a isso, qual é o procedimento correto?
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Paciente de 72 anos, com insuficiência cardíaca, (IC), com fração de ejeção reduzida,
(ICFEr), em uso de sacubitril/valsartana, bisoprolol e espironolactona. Refere tontura e pressão
arterial, (PA), 90/60 mmHg, FC 55 bpm. Creatinina 1,3 mg/dL, (prévio 1,1). Qual é a melhor
conduta?
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