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- Desenvolvimento SustentávelConceitos e Fundamentos do Desenvolvimento Sustentável
- Ecologia
- Meio Ambiente
A pecuária de corte brasileira busca a neutralidade de carbono através de sistemas integrados. No contexto dos Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), como
ocorre a compensação das emissões de Metano (CH4
) provenientes da fermentação entérica
dos ruminantes, visando à obtenção de um balanço de carbono negativo ou neutro?
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O tema Matéria e Energia envolve o reconhecimento de
materiais, suas propriedades e o impacto do consumo no
meio ambiente. A prática dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar,
Reciclar) é abordada nesse contexto. Acerca desse
tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F,
para as falsas:
( ) A separação correta do lixo (coleta seletiva) é fundamental para o processo de reciclagem, transformando resíduos em matéria-prima.
( ) Materiais orgânicos, como restos de comida, não podem ser reciclados, mas podem ser compostados para virar adubo.
( ) O plástico é um material biodegradável que desaparece rapidamente na natureza, não representando risco ambiental.
( ) Reduzir o consumo é a atitude mais eficiente dos 3Rs, pois evita a geração do resíduo na fonte.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
( ) A separação correta do lixo (coleta seletiva) é fundamental para o processo de reciclagem, transformando resíduos em matéria-prima.
( ) Materiais orgânicos, como restos de comida, não podem ser reciclados, mas podem ser compostados para virar adubo.
( ) O plástico é um material biodegradável que desaparece rapidamente na natureza, não representando risco ambiental.
( ) Reduzir o consumo é a atitude mais eficiente dos 3Rs, pois evita a geração do resíduo na fonte.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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- Desenvolvimento SustentávelGestão Ambiental
- Desenvolvimento SustentávelAvaliação de Impactos Ambientais
O custo invisível da obsolescência programada
Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu
tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não
hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o
painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu
o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça
pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes
tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo”
(título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983),
uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais
barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A
durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império
de uma vida útil cada vez mais curta.
Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém,
precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os
produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo
que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do
esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de
reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e
emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos
materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha
crescente de restos da economia contemporânea.
Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo
médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não
atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade
passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de
lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre
serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade
estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria
incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia.
Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros
esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.
(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
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O custo invisível da obsolescência programada
Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu
tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não
hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o
painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu
o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça
pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes
tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo”
(título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983),
uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais
barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A
durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império
de uma vida útil cada vez mais curta.
Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém,
precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os
produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo
que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do
esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de
reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e
emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos
materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha
crescente de restos da economia contemporânea.
Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo
médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não
atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade
passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de
lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre
serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade
estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria
incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia.
Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros
esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.
(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
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Considere que um analista em engenharia
ambiental e sanitária do MPGO precisa delimitar,
em ambiente SIG, as Áreas de Preservação
Permanente (APPs) marginais de uma bacia
hidrográfica para instruir um laudo pericial. O
profissional possui a rede de drenagem vetorizada
em linhas e deve aplicar os limites métricos fixados
na legislação vigente. Qual operação de
geoprocessamento deve ser executada sobre o
vetor dos cursos d’água para gerar o polígono com
a largura legal dessas APPs?
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4241539
Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
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Nos últimos anos, diferentes
regiões do Brasil têm enfrentado períodos de
estiagem prolongada, enchentes e ondas de
calor intenso. Especialistas relacionam esses
fenômenos às mudanças climáticas e ao uso
inadequado dos recursos naturais.
Diante desse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma atitude que contribui para a preservação do meio ambiente.
Diante desse contexto, assinale a alternativa que apresenta uma atitude que contribui para a preservação do meio ambiente.
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4241511
Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Provas:
Em épocas de estiagem, é comum que os órgãos públicos promovam campanhas para conscientizar a população sobre o uso racional da água. Pequenas atitudes no dia a dia podem fazer grande diferença para evitar o desperdício.
Qual das alternativas apresenta uma atitude de uso consciente da água?
Qual das alternativas apresenta uma atitude de uso consciente da água?
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4241509
Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Provas:
Em muitas cidades brasileiras, campanhas educativas incentivam a população a separar corretamente o lixo produzido em casa. Essa prática contribui para a preservação do meio ambiente e para a redução da quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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4241503
Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Pref. Clevelândia-PR
Orgão: Pref. Clevelândia-PR
Provas:
Observe a charge:
A charge apresenta uma crítica social relacionada principalmente:
A charge apresenta uma crítica social relacionada principalmente:
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Em uma sequência didática sobre energia, os
estudantes pesquisaram diferentes fontes energéticas
utilizadas no Brasil, comparando aspectos relacionados à
disponibilidade, aos impactos ambientais e à
sustentabilidade.
À luz dos conhecimentos sobre energia e meio ambiente, assinale a alternativa CORRETA.
À luz dos conhecimentos sobre energia e meio ambiente, assinale a alternativa CORRETA.
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