A música é uma experiência universal,
portanto, toda e qualquer música pode ser
utilizada com finalidade terapêutica. Seu uso
implica na figura de um terapeuta que traga
consigo uma formação específica em seu
campo de atuação. Desta forma, a utilização da
música com fins terapêuticos só pode ser
utilizada pelo profissional que tenha a
formação em Musicoterapia.
Dentre os resultados da intervenção
musicoterapêutica e efeitos fisiológicos e
psicológicos que a música pode provocar,
assinale a alternativa incorreta.
F. entrou na sessão muito agitado. Pulava com os dois pés num andamento rápido de um lado para outro. Peguei o tambor e percuti de forma que cada pulo correspondesse a uma batida. Conforme F. percebeu a sonorização realizada, começou a sorrir e emitir sons com boca quiuza, realizando glissandos em escala cromática descendente. Equiparei minha voz a de F. Busquei colocá-la na altura da sua vocalização, cantando de forma espontânea e narrando a cena. O trecho musical que cantei dizia: “F. está pulando / Pulando com o tambor / E eu estou batendo / batendo com amor / Somos amigos / Vamos começar / Com pulo e cantoria / Vamos logo musicar”. Fiz uma melodia que se aproximava com os intervalos que ele havia feito com a própria voz, buscando uma rítmica próxima ao andamento já estabelecido por ele por meio do seu movimento corporal.
A técnica utilizada nessa descrição corresponde à:
Os tambores xamânicos evocam sonoridades ancestrais, de diversas culturas e em diferentes momentos históricos. Existem toques e cantos de cura evocados por esses tipos de tambores. São usados para expansão da consciência, aumentar a atenção e percepção de si a partir do campo vibracional do instrumento. São largamente utilizados com finalidades terapêuticas.
Paul Nordoff e Clive Robbins iniciaram seu trabalho de musicoterapia em 1959 com crianças com desenvolvimento atípico. Em 1982 foi fundado o primeiro Centro Nordoff Robbins de musicoterapia.
No modo de trabalho da perspectiva desenvolvida por eles, é correto afirmar que é condição para ser musicoterapeuta:
Segundo o levantamento de ANDRÉ (2017) em 2007, as Escalas Nordoff-Robbins passaram por um processo de revisão para que se tornassem mais adequadas e para que pudessem ser usadas em avaliações mais amplas, inclusive com adultos.
Rolando Benenzon, responsável pelo Modelo Benenzon de musicoterapia, hoje reelaborado e renomeado como Terapia não verbal, em uma de suas obras que orienta sobre os fundamentos da musicoterapia, conceitua a musicoterapia como:
Assinale a alternativa que apresenta a sequência mais indicada para conduzir um processo musicoterápico quando um cliente chega para atendimento de musicoterapia.