Foram encontradas 167.791 questões.
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Elaboração do Planejamento de Ensino
Para Celso dos Santos Vasconcellos, o
planejamento so tem sentido se o sujeito coloca-se numa
perspectiva de mudança. Sobre o planejamento, conforme
o autor, analise as assertivas abaixo:
I. Para o professor comprometido, não há proposta de plano que seja boa.
II. Considerar que o simples Íato do professor preencher um formulário bem elaborado será garantia de um bom trabalho é uma ilusão.
III. A existência de conteúdos preestabelecidos, que têm que ser dados, nega a ideia do autêntico planejamento.
IV.A força de um plano reside nas ideias sofisticadas.
Está(ão) CORRETA(S)
I. Para o professor comprometido, não há proposta de plano que seja boa.
II. Considerar que o simples Íato do professor preencher um formulário bem elaborado será garantia de um bom trabalho é uma ilusão.
III. A existência de conteúdos preestabelecidos, que têm que ser dados, nega a ideia do autêntico planejamento.
IV.A força de um plano reside nas ideias sofisticadas.
Está(ão) CORRETA(S)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O filósofo e pedagogo estadunidense John
Dewey denomina por pensamento __________ a
melhor maneira de __________ e define-o como
sendo "a espécie de pensamento que consiste em ___________ mentalmente o assunto e dar-lhe
consideração seria e ______________.
Preenche, CORRETA e respectívamente, as lacunas:
Preenche, CORRETA e respectívamente, as lacunas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Conforme a Lei n" 9.394 de 1996 (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional), da parte que
trata dos Princípios e Fins da Educação Nacional, a
educação, dever da família e do Estado, inspirada nos
princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade
humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do
educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho. Conforme o disposto na
referida lei, assinale a alternativa que representa
CORRETAMENTE um dos princípios nos quais a Educação
deve ser ministrada.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Analise o trecho retirado do documento
Educação: um tesouro a descobrír:
Munidos destes novos instrumentos, os alunos tornam-se pesquísadores. Os professores ensinam aos alunos a ava/iar e gerir, na prática, a informação que lhes chega. Este processo revela-se muito mais próximo da vida real do que os métodos tradícíonais de transmíssão do saber. Começam a surgír nas salas de aula novos típos de relacionamento.
Diante disso, são equipamentos interativos e multimídia que colocam à disposição dos alunos um manancial inesgotável de informaçôes, segundo esse documento, EXCETO:
Munidos destes novos instrumentos, os alunos tornam-se pesquísadores. Os professores ensinam aos alunos a ava/iar e gerir, na prática, a informação que lhes chega. Este processo revela-se muito mais próximo da vida real do que os métodos tradícíonais de transmíssão do saber. Começam a surgír nas salas de aula novos típos de relacionamento.
Diante disso, são equipamentos interativos e multimídia que colocam à disposição dos alunos um manancial inesgotável de informaçôes, segundo esse documento, EXCETO:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Autores da EducaçãoPaulo Freire
- Educação e Filosofia
- Temas Educacionais PedagógicosConstrução do Conhecimento
- Concepções de mundo, homem e educação
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação para o trabalho ou para a autonomia social?
As formas de lidar com as metodologias de ensino e o
objetivo central da educação contemporânea têm se
transformado rápida e quase imperceptivelmente. Fato que,
apesar de atual, não e inédito. Bertrand Russelljá discorria
em 1932 sobre as teorias e os caminhos da educação,
momento em que argumentava que há três teorias
divergentes sobre o que constitui uma boa educação. A
primeira sustenta que a educação deve proteger a criança
contra influências prejudiciais. A segunda vê a educação
como um processo de desenvolvimento da cultura e das
capacidades do educando. A terceira perspectiva sustenta
que a educação deve ser pensada em função da
comunidade, e não do indivíduo, tendo como objetivo a
formação de cidadãos socialmente úteis.
Essas três teorias não são mutuamente excludentes;
todas têm valor. Cada uma delas é enfatizada em
diferentes graus por diferentes sistemas educacionais. Na
prática, diferentes sociedades ou sistemas educacionais
tendem a privilegiar uma delas, conforme suas orientações
políticas, econômicas e culturais predominantes. Para o
autor, o mais desejável seria alcançar um equilíbrio
dinâmico entre o desenvolvimento individual e a
responsabilidade social, de modo que a educação possa
formar sujeitos plenos e, ao mesmo tempo, cidadãos
comprometidos com o bem coletivo.
A análise de Russell sobre as três concepções de
educação
-
proteção moral, desenvolvimento individual
e preparação social
-
revela tensões importantes quando
aplicada de forma desequilibrada. A terceira concepção,
que entende a educação como meio de formar "cidadãos
úteis" à sociedade, pode ser distorcida por sistemas que
priorizam a utilidade econômica em detrimento do
sentido humano do trabalho.
É justamente nesse ponto que a crítica de Mario
Sergio Cortella se torna especialmente contundente:
segundo ele, o que transforma o esforço em sacrifício é a
ausência de sentido. O trabalho, quando reduzido à mera
sobrevivência, perde seu valor existencial e se converte em
opressão. Assim, uma educação que forme apenas para o
mercado, sem cultivar o pensamento crítico, a autonomia
e a consciência ética, contribui para a alienação do sujeito.
Para Paulo Freire, a formação do sujeito não se
materializa de forma verticalizada nem unidirecional, mas
ocorre de modo dialogico e recíproco, em um processo de
construção coletiva do conhecimento, no qual o educador
instiga o educando a partir de informações préconcebidas, enquanto o educando contribui com suas
proprias vivências. Essa perspectiva desafia as práticas
bancárias de ensino, nas quais o aluno é visto como
recipiente passivo, e propõe uma educação na qual ambos
os agentes exercem papel ativo no processo formativo. Essa ideia se aproxima da segunda teoria de Russell,
que valoriza a educação como processo de
desenvolvimento das capacidades do educando, em
oposição à mera formação de indivíduos úteis ao sistema.
Ambos rejeitam a educação como imposição de
conteúdos imutáveis e defendem o papel ativo do sujeito
no aprendizado. Essa visão também dialoga com a crítica
de Cortella à alienação do trabalho. Se a educação não
promove consciência, criticidade e proposito, ela esvazia o
sujeito e o submete à repetição sem reflexão. Assim, para
os três autores, ensinar e aprender são processos criadores
e dialogicos, capazes de formar cidadãos autônomos.
Adaptado de: UMA, A. M. A. Educação: ato emancipatório ou
adestramento? Educ. Soc., Campinas, v.47, e299663,2026.
(1ª parte) O texto defende que os objetivos da educação contemporânea e suas metodologias passam por transformações velozes, um fenômeno que não encontra precedentes históricos na literatura pedagógica.
(2ª parte) Infere-se do texto que a inclinação de um sistema de enstno por uma determinada corrente pedagogica reflete as forças políticas, econômicas e culturaís que domtnam aquela socíedade.
(3ªparte) Uma educação estritamente instrumentalizada para o mercado corporativo atua, segundo a análise do texto, como um vetor de alienação do sujeito.
Pode-se afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com base nas orientações do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil,
(RCNEI), Volume 3, acerca do desenvolvimento da linguagem oral na infância, assinale a
assertiva verdadeira.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Educação InfantilO Cuidar na Educação Infantil
- Educação InfantilReferencial Curricular para a Educação Infantil
Sobre a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais na Educação
Infantil, determine a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a formação do caráter e o desenvolvimento ético das crianças na Educação Infantil,
assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container