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Acerca da avaliação no âmbito da educação superior no Brasil, seja de iniciativa pública ou
privada, o Ministério da Educação prevê e articula vários instrumentos e processos avaliativos
para diagnosticar tal nível de ensino e propor políticas públicas educacionais. Segundo o IPEA
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em relatório de 2021: “Uma instituição que produz
muitos e bons papers (amplamente citados por outros cientistas) são as mesmas em que os alunos
têm o melhor ensino na sala de aula? O melhor professor é aquele que mais publica artigos
científicos? É aquele que tem mais prêmios? Ou aquele cujos alunos formados têm um índice
maior de impacto, de liderança e de empregabilidade? As instituições de ensino superior tendem a
ficar cada vez mais parecidas como resultado das avaliações? Ou futuras universidades passarão a
se destacar justamente por serem diferentes da massa? São, todavia, questões centrais também
quando a avaliação é conduzida pelo Estado e tem desdobramentos regulatórios. No Brasil, tanto a
graduação quanto a pós-graduação são objetos de avaliação conduzida pelo Estado e com efeitos
regulatórios. No limite, cursos e programas podem vir a ser descontinuados quando sistematicamente
apresentam resultados considerados insatisfatórios nas avaliações”. Acerca dos dispositivos,
instituições e processos avaliativos dos cursos de graduação nas IES no Brasil, é correto afirmar
que:
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A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) aponta 10 competências para a formação do estudante
da educação básica. Tais competências são articuladas com o mundo contemporâneo onde as
tecnologias têm papel essencial na busca por conhecimento e no tratamento do mesmo. Vivemos
uma revolução tecnológica, presente não apenas na educação, mas em todos os campos da
sociedade. A BNCC define a tecnologia digital como uma das 10 competências gerais
(Competência 5 - Cultura Digital), que discute e orienta pedagogicamente para que docentes e
discentes utilizem e criem com ferramentas digitais de forma crítica, ética e reflexiva. Acerca de tal
competência, podemos afirmar que:
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
I. A competência 5 da BNCC está atrelada para objetivos curriculares que trabalhem a formação do educando na perspectiva da cidadania digital;
II. O pensamento computacional e sua utilização pedagógica e formativa deve focar não apenas para a utilização técnica, mas como forma de produzir conhecimentos de forma ética e crítica;
III. Os objetivos curriculares da competência 5 estão atrelados, principalmente às TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) de maneira crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais.
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As metodologias ativas trazem o questionamento para a educação contemporânea acerca do papel
do ensino ativo e não passivo frente ao conhecimento e refletindo a função docente e discente no
processo pedagógico. Segundo a Revista Nova Escola, “... já faz muito tempo que educadores do
Brasil e do mundo fazem esse tipo de questionamento. “O próprio Paulo Freire já discutia essa
questão, por exemplo, quando colocou o paradigma da educação bancária, fazendo a reflexão de
que, na sala de aula com carteiras enfileiradas, os alunos ficavam ali, sentados, recebendo
passivamente a Educação”, aponta Adolfo Tanzi Neto, doutor em Linguística Aplicada e Estudos
da Linguagem, e especialista em metodologias ativas para o contexto escolar. A partir de reflexões
críticas como essa, estudiosos e professores passaram a desenvolver pesquisas e a buscar práticas
que permitissem trazer inovação para a sala de aula e, principalmente, colocar o aluno como
protagonista do processo de construção do conhecimento. Como explica Débora Garofalo,
professora e coordenadora de tecnologia e inovação da Secretaria da Educação do Estado de São
Paulo (Seduc-SP), “a pandemia apenas tornou mais latente a necessidade do estudante ser visto em
sua individualidade, numa busca por um ensino cada vez mais personalizado e ativo” (Revista
Nova Escola, 08/09/21). São exemplos de metologias ativas contemporâneas do ensino:
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Um importante processo no currículo e no planejamento de ensino é a avaliação. Luckesi (2005)
reflete sobre o papel da avaliação no sentido de diagnosticar a situação da aprendizagem, tendo em
vista subsidiar a tomada de decisão para a melhoria da qualidade do desempenho do educando e da
prática educativa. A avaliação não é uma simples verificação de resultados, deve oferecer uma
análise de todo o processo educativo. Todos os agentes do processo educativo (professores e
estudantes) devem acessar informações a partir do diagnóstico avaliativo que promovam
questionamento contínuo, reflexão crítica e a adoção de medidas de reorientação e aprimoramento
do processo pedagógico. Assim, a avaliação é concebida como uma etapa essencial do processo
formativo, e não como um objetivo final em si mesma. Avaliar, segundo o autor, é um ato de amor,
pois acolhe as dificuldades de aprendizagens dos alunos e replaneja novas “rotas” metodológicas.
Segundo a perspectiva do autor Cipriano Luckesi sobre o ato de avaliar, é falsa a sentença:
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A universidade pública é uma instituição promotora do desenvolvimento científico e cultural na
sociedade. O tripé que baliza a constituição da natureza da universidade contribui para o debate
acadêmico e os conhecimentos essenciais à formação acadêmica nos diversos campos de
conhecimento. As instituições de ensino superior e, em especial, as universidades públicas
brasileiras, estão comprometidas com a fomentação de práticas de socialização e produção de
conhecimento, não apenas dentro dos seus muros, mas também em diálogo com as realidades
concretas da sociedade. A produção científica, o diálogo com as comunidades de saberes e a
formação docente e discente são pilares básicos a concretização do trabalho da universidade. O
tripé que sustenta todas as práticas da universidade pública brasileira é:
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Desde os primeiros anos de escolarização, a educação exerce papel decisivo na formação ética e
social das crianças, incidindo sobre a construção de valores, atitudes e modos de compreender as
diferenças. Políticas públicas como a Lei de Cotas Brasileiras (Lei nº 142.711/2012 e atualizada
pela Lei nº 14.723/2023), que reserva 50% das vagas em universidades e institutos federais para
estudantes de escolas públicas, com subcotas para pretos, pardos e quilombolas, é um exemplo no
combate ao racismo no país. O currículo também é parte dessa construção de uma educação mais
plural socialmente e justa. O currículo é parte da construção de uma educação mais inclusiva e
livre de preconceitos, com emancipação humana e democrática. O racismo estrutural atua também
pelo viés curricular, seja o currículo oficial ou o currículo oculto. A lei que está atrelada ao
combate ao racismo estrutural que atua na perspectiva curricular e que torna obrigatório o ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas públicas e privadas no Brasil é:
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O currículo é a organização, sistematização de determinados saberes visando uma dada formação,
a partir de sua multidimensionalidade histórica, política, social, cultural, econômica,
epistemológica e estética. Em uma dimensão histórica dos estudos curriculares, podemos dividir as
teorias do currículo em três grandes blocos: 1) Teorias Tradicionais; 2) Teorias Críticas; 3) Teorias
Pós-Críticas.
Das sentenças a seguir acerca das teorias do currículo, a sentença falsa é:
Das sentenças a seguir acerca das teorias do currículo, a sentença falsa é:
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Planejamento de ensino é antecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acordo com o
previsto, com sentido social, epistemológico, estético e cultural do trabalho educativo. O
planejamento tem sua dimensão práxica, não dicotomizando a teoria e a prática de ensino. O
planejamento se constitui de muitos elementos para sua efetiva concretização, atendendo múltiplas
dimensões. Um dos elementos centrais do planejamento de ensino é o conteúdo. Os conteúdos de
ensino, na perspectiva de Zabala (1998), debatido na obra A Prática Pedagógica e alinhados à
práxis pedagógica que não dicotomiza saberes práticos e teóricos, podem ser divididos na seguinte
tipologia:
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José Celso Vasconcelos (2005) conceitua Projeto Político Pedagógico como “O plano global da
instituição. Pode ser entendido como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de
Planejamento Participativo, que se aperfeiçoa e se concretiza na caminhada, que define claramente
o tipo de ação educativa que se quer realizar e um instrumento teórico-metodológico para a
intervenção e mudança da realidade. É um elemento de organização e integração da atividade
prática da instituição neste processo de transformação”. O Projeto Político Pedagógico das
instituições educativas, em seus processos de construção, deve assumir caráter democrático com a
participação de toda a comunidade educativa, com as seguintes etapas de construção:
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A curricularização da extensão tem como objetivo promover uma relação transformadora entre a
universidade e a sociedade, articulando ensino por meio da pesquisa e por meio da extensão,
possibilitando, ao mesmo tempo, contribuir para formação discente e para o desenvolvimento da
sociedade. Há, na extensão universitária, a apropriação e a construção de conhecimentos diversos,
por meio de ações inovadoras realizadas pela comunidade acadêmica de forma dialógica,
interdisciplinar e articuladas com o ensino e a pesquisa. A necessidade de curricularização da
extensão é resultado de um compromisso histórico da universidade com os saberes da sociedade,
assim como, com as prerrogativas legais, a exemplo da Constituição Federal de 1988 (CF/88),
LDBEN/1996) e Plano Nacional de Educação (PNE/2014-2024). De acordo com RESOLUÇÃO
Nº 05/CEPE, DE 07 DE MARÇO DE 2025 da Universidade Federal do Ceará, aponte a alternativa
correta que dispõe acerca da extensão no Ensino Superior:
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