Magna Concursos

Foram encontradas 353.764 questões.

4135695 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à análise do predicado presente na oração.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135694 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

O retorno desses fones também "se relaciona" a uma tendência cultural mais ampla.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à colocação pronominal na forma verbal destacada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135693 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

A relação entre sociedade e tecnologia envolve mudanças contínuas nos hábitos de uso e nas formas de atribuir valor a determinados objetos do cotidiano. Inovações tecnológicas muitas vezes são apresentadas como inevitáveis, mas os usuários podem reinterpretar essas mudanças ao longo do tempo.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135692 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram "interesse crescente" por dispositivos considerados mais simples ou analógicos.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à função sintática do termo destacado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135691 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida "que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica".

Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação sintática da oração destacada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135690 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que as pessoas estão abandonando os fones de ouvido sem fio


Quando a entrada tradicional para fones de ouvido foi retirada de diversos smartphones a partir de 2016, muitos usuários passaram a utilizar dispositivos sem fio conectados por Bluetooth. A mudança foi apresentada como avanço tecnológico e, por algum tempo, parecia inevitável. Muitos consumidores guardaram seus antigos fones com cabo e aderiram ao novo padrão de escuta.

Nos últimos anos, contudo, observa-se um movimento discreto em direção contrária. As vendas de fones com fio voltaram a crescer, indicando que parte do público está reconsiderando as vantagens desses dispositivos. Esse retorno não se limita a pessoas extremamente exigentes com qualidade sonora, mas também alcança consumidores comuns.

Uma das explicações mais frequentes para esse fenômeno está na qualidade do áudio. Em muitos casos, modelos com fio oferecem desempenho sonoro superior pelo mesmo preço quando comparados a fones Bluetooth populares. Além disso, conexões sem fio sofrem interferências, falhas de pareamento ou incompatibilidades entre dispositivos. Com o cabo, a conexão ocorre de forma direta: basta conectar o fone ao aparelho para que funcione.

Outros fatores também contribuem para essa mudança. Fones sem fio dependem de bateria, que pode acabar justamente quando o usuário precisa utilizá-los. Dispositivos muito pequenos também são facilmente perdidos. Em contrapartida, os modelos com fio não exigem carregamento nem procedimentos adicionais para funcionar.

O retorno desses fones também se relaciona a uma tendência cultural mais ampla. Em um contexto marcado pelo avanço acelerado das tecnologias digitais, alguns consumidores demonstram interesse crescente por dispositivos considerados mais simples ou analógicos. Esse movimento é observado em outros produtos que voltaram a ganhar espaço, como fitas cassete, aparelhos de vídeo antigos, câmeras analógicas e máquinas de escrever.

Nesse cenário, os fones com fio, inclusive, surgiram como elemento estético ou cultural. Em determinados círculos sociais e nas redes digitais, eles se tornaram um adicional associado a estilos de vida que valorizam simplicidade ou autenticidade tecnológica.

Apesar desse retorno, os fones sem fio oferecem vantagens claras, especialmente a liberdade de movimento proporcionada pela ausência de cabos. A possibilidade de ouvir música ou atender chamadas sem estar conectado fisicamente ao aparelho permanece um dos principais atrativos desse tipo de tecnologia.

Para quem prefere o modelo com fio, a principal dificuldade atual está na conexão com os aparelhos mais recentes. Muitos celulares não possuem mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Mesmo assim, fabricantes produzem fones com cabo e adaptam seus modelos às novas portas digitais. O interesse renovado do público mostra que, embora a tecnologia avance rapidamente, soluções consideradas antigas ainda permanecem relevantes quando atendem de forma simples e eficaz às necessidades dos usuários.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c0rjdjy4qyqo.adaptado

Muitos celulares não "possuem" mais a entrada tradicional, exigindo adaptadores ou fones com conectores específicos compatíveis com a porta de carregamento.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à regência verbal do verbo destacado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135664 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao antônimo do vocábulo "redução", sem alteração de sentido:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135663 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à identificação da sequência formada por adjetivo + substantivo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135662 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4135661 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Essa transformação "indicaria" uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à classificação do verbo destacado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas