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4135660 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao termo que melhor mantém o sentido do vocábulo "expostos" no contexto.

 

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4135659 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à divisão silábica e à classificação da palavra destacada.

 

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4135658 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à concordância nominal na frase apresentada.

 

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4135657 Ano: 2026
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Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

O texto aborda mudanças nos modos de comunicação entre jovens, destacando transformações nos hábitos de interação social, nas práticas de linguagem e nos impactos dessas alterações em diferentes aspectos da vida cotidiana.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

 

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4135656 Ano: 2026
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Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à identificação de dígrafo na frase.

 

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4135655 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC

Jovens têm dificuldade de pegar o telefone e marcar uma consulta, diz pesquisadora americana 


Há alguns anos, a psicolinguista americana Maryellen MacDonald passou a observar uma mudança no comportamento de estudantes universitários: momentos antes marcados por conversas presenciais tornaram-se silenciosos, com alunos concentrados em seus celulares. Essa transformação indicaria uma alteração nos hábitos comunicativos da geração Z, caracterizada por uma redução nas habilidades de interação.


Atividades simples, como fazer uma ligação para marcar uma consulta, passaram a ser vistas com dificuldade por muitos jovens. Embora esse comportamento não seja universal, há uma tendência de evitar interações diretas, seja por telefone ou presencialmente, muitas vezes substituídas por mensagens.


Essa mudança também afeta a escrita, pois está associada à diminuição dos hábitos de leitura. Com menos contato com textos, os jovens apresentam maior dificuldade em organizar e expressar ideias de forma mais elaborada.


Dados recentes apontam uma redução nas interações sociais presenciais. Muitos jovens relatam sentir-se mais solitários, ter menos amigos e menor frequência de convivência. Apesar de desejarem essas relações, afirmam que a interação direta provoca ansiedade, levando à preferência por formas de comunicação mediadas.


As consequências se estendem ao ambiente de trabalho, onde dificuldades de comunicação comprometem tarefas básicas, como falar com colegas, participar de reuniões ou realizar apresentações. Diante disso, algumas empresas passaram a oferecer treinamentos específicos para desenvolver essas habilidades.


A pesquisadora destaca que falar é um exercício cognitivo importante, pois envolve atenção, memória e organização do pensamento. A prática da fala contribui para o aprendizado, ajuda na regulação emocional e favorece a saúde mental ao longo da vida.


Embora os jovens estejam expostos à linguagem por meio de conteúdos digitais, compreender não exige o mesmo esforço que falar. Por isso, a falta de prática prejudica o desenvolvimento dessas habilidades.


Entre os fatores que explicam esse cenário, estão o isolamento social recente, a forte presença do celular e a tendência de alguns pais a evitar que os filhos enfrentem situações desafiadoras. Ao assumir tarefas por eles, acabam limitando o desenvolvimento da autonomia.


Para a pesquisadora, é importante que jovens tenham oportunidades de praticar a comunicação, mesmo em situações que gerem algum desconforto. O desenvolvimento dessas habilidades depende de exercício contínuo, assim como ocorre em outras áreas.


Ela também destaca a importância de ambientes que favoreçam a interação, como a redução do uso de celulares em sala de aula. A combinação entre prática e orientação ajuda a recuperar competências comunicativas que vêm sendo menos exercitadas nas novas gerações.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyv5drq3z4qo.adaptado.

O texto discute transformações nos hábitos de comunicação entre jovens, abordando efeitos nas interações sociais e nas formas de uso da linguagem.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

 

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4135609 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como lidar com a ansiedade
Em determinadas situações, os acontecimentos que se desenrolam ao nosso redor provocam uma sensação de sufocamento. O fluxo contínuo de notícias negativas, as intensas transformações em curso no mundo, uma tragédia familiar ou até mesmo as exigências diárias da sobrevivência contribuem para um cenário de incerteza que gera estresse e ansiedade.
Com o objetivo de ajudar a enfrentar esses momentos, jornalistas especializados em ciência reuniram estratégias aprendidas ao longo dos últimos anos para lidar com adversidades.
Uma das orientações consiste em explorar emoções que nem sempre encontram tradução direta. As palavras utilizadas para descrever sentimentos exercem influência significativa sobre a vida interior. Diversos estudos indicam que empregar termos mais específicos para nomear emoções facilita o enfrentamento das experiências vividas. Em vez de afirmar genericamente que se está estressado, é possível identificar estados mais precisos, como frustração, ansiedade, preocupação ou até mesmo um tipo de desespero existencial. Essa capacidade de distinguir emoções com maior precisão recebe o nome de granularidade emocional e está associada a benefícios para a saúde física e mental.
Outra estratégia relevante envolve transformar a ansiedade em uma vantagem. A própria origem da palavra remete à ideia de sufocamento e inquietação, o que ajuda a compreender a intensidade da experiência. No entanto, pesquisas indicam que, quando não atinge níveis extremos associados a transtornos, a ansiedade desempenha papel positivo. Ela serve como fonte de motivação, estimulando a busca por recompensas e favorecendo a conexão social.
Em momentos de ansiedade, o cérebro apresenta maior concentração, criatividade e eficiência, o que contribui para o aumento da produtividade. Para explorar esse potencial, é necessário adotar uma mudança de mentalidade. Emoções consideradas negativas, muitas vezes, representam respostas naturais a situações difíceis, e indivíduos que atribuem significado a essas experiências apresentam melhor saúde mental.
Nesse sentido, a ansiedade é compreendida não como um sinal de alerta a ser eliminado, mas como um indicativo de preparação para enfrentar desafios. Pessoas que reinterpretam essa emoção demonstram melhor desempenho em situações de pressão. Algumas técnicas incluem observar a origem da ansiedade com curiosidade e direcioná-la para objetivos construtivos. Esse tipo de abordagem é utilizado, por exemplo, por atores para lidar com o nervosismo e pode ser aplicado em contextos como provas ou apresentações públicas, além de contribuir para a redução do risco de esgotamento ao longo do tempo.
Um fator considerado importante é a leitura, pois transporta o indivíduo para diferentes contextos, promovendo alívio do estresse. Pesquisas indicam que pessoas que leem por prazer com frequência apresentam menores níveis de estresse, depressão e solidão, além de maior confiança e conexão social.
A chamada biblioterapia consiste na indicação de livros conforme o estado emocional ou as necessidades de cada pessoa, com o objetivo de restaurar e fortalecer o equilíbrio mental. No entanto, sua eficácia depende da escolha adequada das obras e de sua associação com outras formas de cuidado.
A música também exerce influência significativa sobre o humor, provocando mudanças imediatas no estado emocional. Entretanto, é importante selecionar cuidadosamente o tipo de música, já que seus efeitos variam. Da mesma forma, o ambiente ao redor − incluindo a presença de plantas, imagens de espaços naturais ou fotografias de pessoas próximas − impacta positivamente o bem-estar.
A filosofia também oferece contribuições importantes, especialmente por meio do estoicismo. O filósofo Epicteto defendia que a principal tarefa humana é distinguir entre aquilo que está sob nosso controle — como pensamentos, escolhas e ações — e aquilo que não está. Grande parte do sofrimento decorre da tentativa de controlar o incontrolável ou da expectativa depositada em resultados incertos.
Ao desenvolver essa consciência, é possível enfrentar as adversidades com maior equilíbrio. Epicteto também afirmava que não são os acontecimentos em si que perturbam as pessoas, mas os julgamentos que fazemos sobre eles. Assim, reconhecer as dificuldades como parte da experiência humana contribui para o fortalecimento emocional.
Dessa forma, as diferentes estratégias apresentadas demonstram que, embora a ansiedade seja uma experiência desafiadora, é possível compreendê-la e administrá-la por meio de práticas que envolvem linguagem, comportamento, cultura, filosofia e relações interpessoais, promovendo maior equilíbrio emocional diante das incertezas da vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1w5w8rzvrlo.adaptado

A ansiedade desempenha papel positivo. Ela serve como fonte de motivação, estimulando a busca por recompensas e favorecendo a conexão social.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à relação sintática estabelecida entre os períodos.

 

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4135608 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como lidar com a ansiedade
Em determinadas situações, os acontecimentos que se desenrolam ao nosso redor provocam uma sensação de sufocamento. O fluxo contínuo de notícias negativas, as intensas transformações em curso no mundo, uma tragédia familiar ou até mesmo as exigências diárias da sobrevivência contribuem para um cenário de incerteza que gera estresse e ansiedade.
Com o objetivo de ajudar a enfrentar esses momentos, jornalistas especializados em ciência reuniram estratégias aprendidas ao longo dos últimos anos para lidar com adversidades.
Uma das orientações consiste em explorar emoções que nem sempre encontram tradução direta. As palavras utilizadas para descrever sentimentos exercem influência significativa sobre a vida interior. Diversos estudos indicam que empregar termos mais específicos para nomear emoções facilita o enfrentamento das experiências vividas. Em vez de afirmar genericamente que se está estressado, é possível identificar estados mais precisos, como frustração, ansiedade, preocupação ou até mesmo um tipo de desespero existencial. Essa capacidade de distinguir emoções com maior precisão recebe o nome de granularidade emocional e está associada a benefícios para a saúde física e mental.
Outra estratégia relevante envolve transformar a ansiedade em uma vantagem. A própria origem da palavra remete à ideia de sufocamento e inquietação, o que ajuda a compreender a intensidade da experiência. No entanto, pesquisas indicam que, quando não atinge níveis extremos associados a transtornos, a ansiedade desempenha papel positivo. Ela serve como fonte de motivação, estimulando a busca por recompensas e favorecendo a conexão social.
Em momentos de ansiedade, o cérebro apresenta maior concentração, criatividade e eficiência, o que contribui para o aumento da produtividade. Para explorar esse potencial, é necessário adotar uma mudança de mentalidade. Emoções consideradas negativas, muitas vezes, representam respostas naturais a situações difíceis, e indivíduos que atribuem significado a essas experiências apresentam melhor saúde mental.
Nesse sentido, a ansiedade é compreendida não como um sinal de alerta a ser eliminado, mas como um indicativo de preparação para enfrentar desafios. Pessoas que reinterpretam essa emoção demonstram melhor desempenho em situações de pressão. Algumas técnicas incluem observar a origem da ansiedade com curiosidade e direcioná-la para objetivos construtivos. Esse tipo de abordagem é utilizado, por exemplo, por atores para lidar com o nervosismo e pode ser aplicado em contextos como provas ou apresentações públicas, além de contribuir para a redução do risco de esgotamento ao longo do tempo.
Um fator considerado importante é a leitura, pois transporta o indivíduo para diferentes contextos, promovendo alívio do estresse. Pesquisas indicam que pessoas que leem por prazer com frequência apresentam menores níveis de estresse, depressão e solidão, além de maior confiança e conexão social.
A chamada biblioterapia consiste na indicação de livros conforme o estado emocional ou as necessidades de cada pessoa, com o objetivo de restaurar e fortalecer o equilíbrio mental. No entanto, sua eficácia depende da escolha adequada das obras e de sua associação com outras formas de cuidado.
A música também exerce influência significativa sobre o humor, provocando mudanças imediatas no estado emocional. Entretanto, é importante selecionar cuidadosamente o tipo de música, já que seus efeitos variam. Da mesma forma, o ambiente ao redor − incluindo a presença de plantas, imagens de espaços naturais ou fotografias de pessoas próximas − impacta positivamente o bem-estar.
A filosofia também oferece contribuições importantes, especialmente por meio do estoicismo. O filósofo Epicteto defendia que a principal tarefa humana é distinguir entre aquilo que está sob nosso controle — como pensamentos, escolhas e ações — e aquilo que não está. Grande parte do sofrimento decorre da tentativa de controlar o incontrolável ou da expectativa depositada em resultados incertos.
Ao desenvolver essa consciência, é possível enfrentar as adversidades com maior equilíbrio. Epicteto também afirmava que não são os acontecimentos em si que perturbam as pessoas, mas os julgamentos que fazemos sobre eles. Assim, reconhecer as dificuldades como parte da experiência humana contribui para o fortalecimento emocional.
Dessa forma, as diferentes estratégias apresentadas demonstram que, embora a ansiedade seja uma experiência desafiadora, é possível compreendê-la e administrá-la por meio de práticas que envolvem linguagem, comportamento, cultura, filosofia e relações interpessoais, promovendo maior equilíbrio emocional diante das incertezas da vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1w5w8rzvrlo.adaptado

O texto articula diferentes estratégias de enfrentamento da ansiedade a partir de uma perspectiva que integra linguagem, cognição, práticas culturais e reflexão filosófica, construindo um percurso em que a emoção deixa de ser apenas um estado passivo e passa a assumir função ativa na reorganização do comportamento e do pensamento.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como lidar com a ansiedade
Em determinadas situações, os acontecimentos que se desenrolam ao nosso redor provocam uma sensação de sufocamento. O fluxo contínuo de notícias negativas, as intensas transformações em curso no mundo, uma tragédia familiar ou até mesmo as exigências diárias da sobrevivência contribuem para um cenário de incerteza que gera estresse e ansiedade.
Com o objetivo de ajudar a enfrentar esses momentos, jornalistas especializados em ciência reuniram estratégias aprendidas ao longo dos últimos anos para lidar com adversidades.
Uma das orientações consiste em explorar emoções que nem sempre encontram tradução direta. As palavras utilizadas para descrever sentimentos exercem influência significativa sobre a vida interior. Diversos estudos indicam que empregar termos mais específicos para nomear emoções facilita o enfrentamento das experiências vividas. Em vez de afirmar genericamente que se está estressado, é possível identificar estados mais precisos, como frustração, ansiedade, preocupação ou até mesmo um tipo de desespero existencial. Essa capacidade de distinguir emoções com maior precisão recebe o nome de granularidade emocional e está associada a benefícios para a saúde física e mental.
Outra estratégia relevante envolve transformar a ansiedade em uma vantagem. A própria origem da palavra remete à ideia de sufocamento e inquietação, o que ajuda a compreender a intensidade da experiência. No entanto, pesquisas indicam que, quando não atinge níveis extremos associados a transtornos, a ansiedade desempenha papel positivo. Ela serve como fonte de motivação, estimulando a busca por recompensas e favorecendo a conexão social.
Em momentos de ansiedade, o cérebro apresenta maior concentração, criatividade e eficiência, o que contribui para o aumento da produtividade. Para explorar esse potencial, é necessário adotar uma mudança de mentalidade. Emoções consideradas negativas, muitas vezes, representam respostas naturais a situações difíceis, e indivíduos que atribuem significado a essas experiências apresentam melhor saúde mental.
Nesse sentido, a ansiedade é compreendida não como um sinal de alerta a ser eliminado, mas como um indicativo de preparação para enfrentar desafios. Pessoas que reinterpretam essa emoção demonstram melhor desempenho em situações de pressão. Algumas técnicas incluem observar a origem da ansiedade com curiosidade e direcioná-la para objetivos construtivos. Esse tipo de abordagem é utilizado, por exemplo, por atores para lidar com o nervosismo e pode ser aplicado em contextos como provas ou apresentações públicas, além de contribuir para a redução do risco de esgotamento ao longo do tempo.
Um fator considerado importante é a leitura, pois transporta o indivíduo para diferentes contextos, promovendo alívio do estresse. Pesquisas indicam que pessoas que leem por prazer com frequência apresentam menores níveis de estresse, depressão e solidão, além de maior confiança e conexão social.
A chamada biblioterapia consiste na indicação de livros conforme o estado emocional ou as necessidades de cada pessoa, com o objetivo de restaurar e fortalecer o equilíbrio mental. No entanto, sua eficácia depende da escolha adequada das obras e de sua associação com outras formas de cuidado.
A música também exerce influência significativa sobre o humor, provocando mudanças imediatas no estado emocional. Entretanto, é importante selecionar cuidadosamente o tipo de música, já que seus efeitos variam. Da mesma forma, o ambiente ao redor − incluindo a presença de plantas, imagens de espaços naturais ou fotografias de pessoas próximas − impacta positivamente o bem-estar.
A filosofia também oferece contribuições importantes, especialmente por meio do estoicismo. O filósofo Epicteto defendia que a principal tarefa humana é distinguir entre aquilo que está sob nosso controle — como pensamentos, escolhas e ações — e aquilo que não está. Grande parte do sofrimento decorre da tentativa de controlar o incontrolável ou da expectativa depositada em resultados incertos.
Ao desenvolver essa consciência, é possível enfrentar as adversidades com maior equilíbrio. Epicteto também afirmava que não são os acontecimentos em si que perturbam as pessoas, mas os julgamentos que fazemos sobre eles. Assim, reconhecer as dificuldades como parte da experiência humana contribui para o fortalecimento emocional.
Dessa forma, as diferentes estratégias apresentadas demonstram que, embora a ansiedade seja uma experiência desafiadora, é possível compreendê-la e administrá-la por meio de práticas que envolvem linguagem, comportamento, cultura, filosofia e relações interpessoais, promovendo maior equilíbrio emocional diante das incertezas da vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1w5w8rzvrlo.adaptado

Com o objetivo de ajudar a enfrentar esses momentos, jornalistas especializados em ciência reuniram estratégias aprendidas ao longo dos últimos anos para lidar com adversidades.

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao uso da pontuação sem alteração de sentido da frase original.

 

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4135606 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Itapiranga-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como lidar com a ansiedade
Em determinadas situações, os acontecimentos que se desenrolam ao nosso redor provocam uma sensação de sufocamento. O fluxo contínuo de notícias negativas, as intensas transformações em curso no mundo, uma tragédia familiar ou até mesmo as exigências diárias da sobrevivência contribuem para um cenário de incerteza que gera estresse e ansiedade.
Com o objetivo de ajudar a enfrentar esses momentos, jornalistas especializados em ciência reuniram estratégias aprendidas ao longo dos últimos anos para lidar com adversidades.
Uma das orientações consiste em explorar emoções que nem sempre encontram tradução direta. As palavras utilizadas para descrever sentimentos exercem influência significativa sobre a vida interior. Diversos estudos indicam que empregar termos mais específicos para nomear emoções facilita o enfrentamento das experiências vividas. Em vez de afirmar genericamente que se está estressado, é possível identificar estados mais precisos, como frustração, ansiedade, preocupação ou até mesmo um tipo de desespero existencial. Essa capacidade de distinguir emoções com maior precisão recebe o nome de granularidade emocional e está associada a benefícios para a saúde física e mental.
Outra estratégia relevante envolve transformar a ansiedade em uma vantagem. A própria origem da palavra remete à ideia de sufocamento e inquietação, o que ajuda a compreender a intensidade da experiência. No entanto, pesquisas indicam que, quando não atinge níveis extremos associados a transtornos, a ansiedade desempenha papel positivo. Ela serve como fonte de motivação, estimulando a busca por recompensas e favorecendo a conexão social.
Em momentos de ansiedade, o cérebro apresenta maior concentração, criatividade e eficiência, o que contribui para o aumento da produtividade. Para explorar esse potencial, é necessário adotar uma mudança de mentalidade. Emoções consideradas negativas, muitas vezes, representam respostas naturais a situações difíceis, e indivíduos que atribuem significado a essas experiências apresentam melhor saúde mental.
Nesse sentido, a ansiedade é compreendida não como um sinal de alerta a ser eliminado, mas como um indicativo de preparação para enfrentar desafios. Pessoas que reinterpretam essa emoção demonstram melhor desempenho em situações de pressão. Algumas técnicas incluem observar a origem da ansiedade com curiosidade e direcioná-la para objetivos construtivos. Esse tipo de abordagem é utilizado, por exemplo, por atores para lidar com o nervosismo e pode ser aplicado em contextos como provas ou apresentações públicas, além de contribuir para a redução do risco de esgotamento ao longo do tempo.
Um fator considerado importante é a leitura, pois transporta o indivíduo para diferentes contextos, promovendo alívio do estresse. Pesquisas indicam que pessoas que leem por prazer com frequência apresentam menores níveis de estresse, depressão e solidão, além de maior confiança e conexão social.
A chamada biblioterapia consiste na indicação de livros conforme o estado emocional ou as necessidades de cada pessoa, com o objetivo de restaurar e fortalecer o equilíbrio mental. No entanto, sua eficácia depende da escolha adequada das obras e de sua associação com outras formas de cuidado.
A música também exerce influência significativa sobre o humor, provocando mudanças imediatas no estado emocional. Entretanto, é importante selecionar cuidadosamente o tipo de música, já que seus efeitos variam. Da mesma forma, o ambiente ao redor − incluindo a presença de plantas, imagens de espaços naturais ou fotografias de pessoas próximas − impacta positivamente o bem-estar.
A filosofia também oferece contribuições importantes, especialmente por meio do estoicismo. O filósofo Epicteto defendia que a principal tarefa humana é distinguir entre aquilo que está sob nosso controle — como pensamentos, escolhas e ações — e aquilo que não está. Grande parte do sofrimento decorre da tentativa de controlar o incontrolável ou da expectativa depositada em resultados incertos.
Ao desenvolver essa consciência, é possível enfrentar as adversidades com maior equilíbrio. Epicteto também afirmava que não são os acontecimentos em si que perturbam as pessoas, mas os julgamentos que fazemos sobre eles. Assim, reconhecer as dificuldades como parte da experiência humana contribui para o fortalecimento emocional.
Dessa forma, as diferentes estratégias apresentadas demonstram que, embora a ansiedade seja uma experiência desafiadora, é possível compreendê-la e administrá-la por meio de práticas que envolvem linguagem, comportamento, cultura, filosofia e relações interpessoais, promovendo maior equilíbrio emocional diante das incertezas da vida.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1w5w8rzvrlo.adaptado

O texto constrói uma progressão argumentativa em que diferentes estratégias são apresentadas como formas de compreender e lidar com a ansiedade, permitindo ao leitor deduzir implicações que não são sempre afirmadas de modo direto, mas decorrem da articulação entre os trechos.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.

 

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