Foram encontradas 353.864 questões.
Leia o texto 2 para responder às questões 3 e 4.
Texto 2
01 Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie
02 Alerta de spoiler: dá nojo o que fizeram com o Orelha. Mas dá calafrio ver gente pedindo “olho
03 por olho, dente por dente”.
04 A inominável tortura do Orelha, um doguinho que era mascote da comunidade da praia Brava, em
05 Florianópolis, é um daqueles casos que colocam à prova nossa humanidade por duas razões.
06 Primeiro, a violência brutal cometida por adolescentes com o esforço de adultos influentes para
07 acobertar o crime. E, segundo, a quantidade de pessoas nas redes pedindo sequestro, tortura e
08 morte dos investigados.
09 Indignação é necessária. Justiça, u. Mas justiça, não justiçamento – a lógica
10 miliciana em que o devido processo legal vira detalhe e a lei do mais forte assume o comando.
11 Punir quem torturou o Orelha (e quem tentou protegê-los com ameaça, influência ou carteira da
12 OAB) é obrigação do Estado. Transformar a barbárie em espetáculo de linchamento só nos torna
13 parecidos com aquilo que dizemos condenar.
14 Punir, sim. Linchar, não. Porque, quando isso acontece, o Estado de direito se torna o alvo. Leia
15 a íntegra do texto na minha coluna no UOL, link na bio.
SAKAMOTO, Leonardo. Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie. Instagram, @leosakamoto, 27 jan. 2026. Disponível em:
https://www.instagram.com/p/DUB0NHuFHQZ/?igsh=d29ibmU2cGk0YWdy.
Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto 2 para responder às questões 3 e 4.
Texto 2
01 Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie
02 Alerta de spoiler: dá nojo o que fizeram com o Orelha. Mas dá calafrio ver gente pedindo “olho
03 por olho, dente por dente”.
04 A inominável tortura do Orelha, um doguinho que era mascote da comunidade da praia Brava, em
05 Florianópolis, é um daqueles casos que colocam à prova nossa humanidade por duas razões.
06 Primeiro, a violência brutal cometida por adolescentes com o esforço de adultos influentes para
07 acobertar o crime. E, segundo, a quantidade de pessoas nas redes pedindo sequestro, tortura e
08 morte dos investigados.
09 Indignação é necessária. Justiça, u. Mas justiça, não justiçamento – a lógica
10 miliciana em que o devido processo legal vira detalhe e a lei do mais forte assume o comando.
11 Punir quem torturou o Orelha (e quem tentou protegê-los com ameaça, influência ou carteira da
12 OAB) é obrigação do Estado. Transformar a barbárie em espetáculo de linchamento só nos torna
13 parecidos com aquilo que dizemos condenar.
14 Punir, sim. Linchar, não. Porque, quando isso acontece, o Estado de direito se torna o alvo. Leia
15 a íntegra do texto na minha coluna no UOL, link na bio.
SAKAMOTO, Leonardo. Punir quem matou orelha é civilização, mas linchar é endossar a barbárie. Instagram, @leosakamoto, 27 jan. 2026. Disponível em:
https://www.instagram.com/p/DUB0NHuFHQZ/?igsh=d29ibmU2cGk0YWdy.
Assinale a alternativa correta em relação ao texto 2.
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Leia o texto 1 para responder às questões 1 e 2.
Texto 1
- […] Alguns anos atrás, fui visitar o México. Na época, o clima político nos Estados Unidos, de
- onde eu vinha, estava tenso, e debatia-se muito a imigração. Como costuma acontecer nos
- Estados Unidos, imigração tinha se tornado sinônimo de mexicanos. Havia histórias infindáveis
- sobre pessoas que fraudavam o sistema de saúde, passavam clandestinamente pela fronteira ou
- eram presas ali, esse tipo de coisa. Eu me lembro de sair para passear no meu primeiro dia em
- Guadalajara e ver as pessoas indo para o trabalho, fazendo tortilhas no mercado, fumando,
- rindo. Primeiro senti uma leve surpresa, e então fui tomada pela vergonha. Percebi que tinha
- estado tão mergulhada na cobertura da mídia sobre os mexicanos que eles haviam se tornado
- uma só coisa na minha mente: o imigrante abjeto. Eu tinha acreditado na história única dos
- mexicanos e fiquei morrendo de vergonha daquilo.
- É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem
- parar, e é isso que esse povo se torna.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 21-22.
Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto 1 para responder às questões 1 e 2.
Texto 1
- […] Alguns anos atrás, fui visitar o México. Na época, o clima político nos Estados Unidos, de
- onde eu vinha, estava tenso, e debatia-se muito a imigração. Como costuma acontecer nos
- Estados Unidos, imigração tinha se tornado sinônimo de mexicanos. Havia histórias infindáveis
- sobre pessoas que fraudavam o sistema de saúde, passavam clandestinamente pela fronteira ou
- eram presas ali, esse tipo de coisa. Eu me lembro de sair para passear no meu primeiro dia em
- Guadalajara e ver as pessoas indo para o trabalho, fazendo tortilhas no mercado, fumando,
- rindo. Primeiro senti uma leve surpresa, e então fui tomada pela vergonha. Percebi que tinha
- estado tão mergulhada na cobertura da mídia sobre os mexicanos que eles haviam se tornado
- uma só coisa na minha mente: o imigrante abjeto. Eu tinha acreditado na história única dos
- mexicanos e fiquei morrendo de vergonha daquilo.
- É assim que se cria uma história única: mostre um povo como uma coisa, uma coisa só, sem
- parar, e é isso que esse povo se torna.
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única. Tradução de Júlia Romeu. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 21-22.
Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.
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Texto 9

Disponível em: https://mobidiagnosticos.com.br/ecocardiograma-o-exame-que-cuida-doseu-coracao-agora-tambem-em-domicilio. [Adaptado].
Com base no texto 9, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. Há dois pressupostos no enunciado, um de que antes o ecocardiograma não era realizado em domicílio e outro de que o exame continua podendo ser realizado fora do domicílio.
II. Os pressupostos são informações explícitas no enunciado, que no texto 9 são depreendidos pelas marcas linguísticas “agora” e “também”.
III. No contexto do anúncio publicitário do ecocardiograma, pode-se subentender que está mais cômodo realizar o exame pela praticidade de fazê-lo em casa.
IV. Os subentendidos são informações implícitas no texto, não expressas formalmente, apenas sugeridas pelo contexto.
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Texto 2
- — Ellis Boyd Redding, sua ficha diz que você cumpriu 40 anos de sua prisão perpétua. Se sente
- reabilitado?
- — Reabilitado? Bom, vamos ver, não tenho ideia do que isso significa.
- — Significa poder voltar a viver em sociedade...
- — Sei o que significa pra você, filho. Pra mim, isso é apenas uma frase vazia, inventada por
- políticos, pra que jovens como você vistam terno e gravata e tenham um exemplo. O que você
- quer saber? Se eu estou arrependido?
- — Está?
- — Não há dia que não lamento. Não porque eu esteja aqui, ou porque eu ache que tenha que
- fazer isso. Penso no que eu era antes. Um rapaz estúpido que cometeu um crime terrível. Quero
- contar como tudo aconteceu, mas não posso. Esse rapaz já não existe mais, só restou esse
- velho. Devo viver com isso. Reabilitado? Que tristeza de palavra.
Um sonho de liberdade. Direção de Frank Darabont. Estados Unidos: Columbia Pictures, 1994.
Com base no texto 2 e na variedade padrão da língua escrita, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) O pronome “isso” (linhas 03 e 05) tem a mesma referência.
( ) “Se” (linha 01) corresponde a um índice de indeterminação do sujeito.
( ) O sufixo “eza” (linha 12) é formador de substantivo a partir de adjetivo.
( ) O termo “arrependido” (linha 07) está exercendo a função de adjunto do nome.
( ) A forma verbal “posso” (linha 11) significa capacidade.
( ) A palavra “reabilitado” (linhas 02, 03 e 12) tem mais de um sentido a depender de quem a emprega.
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Texto 1
- ‘Parabém’ pra você? no dia da língua portuguesa, confira curiosidades do idioma
- Dia 5 de maio, os países lusófonos comemoram o Dia Mundial da Língua Portuguesa. E um dos
- temas de estudo mais interessantes de qualquer língua é a origem das palavras.
- Todo mundo adora as curiosidades sobre as mudanças que ocorrem ao longo da história. De
- onde veio essa palavra? Como o sentido mudou tanto? Por que escrevemos dessa forma?
- Então, neste dia especial, a CNN homenageia o jeitinho brasileiro de usar o português. Veja
- algumas curiosidades de nosso idioma:
- 1. Igreja
- Essa palavra tem a origem latina ICCLESIA. Por isso, os assuntos relacionados à igreja são
- chamados de eclesiásticos. Qual a curiosidade? Somente no português, o “L” de Icclesia mudou
- para o “R” de Igreja. Em francês ficou église, em espanhol iglesia, em italiano chiesa. A mudança
- ocorreu apenas no português.
- Talvez, agora, você entenda por que acontece o uso de pobrema, chicrete, brusa, framengo e
- Creusa. A mudança de L para R é uma característica do português. E ainda tem a palavra
- escravo, cuja origem é a forma latina sclavum, que também vai gerar a forma inglesa slave. O
- sclavum (com L) se tornou escravo (com R). [...]
- 3. Parabéns ou Parabém?
- Você sabia que a palavra parabéns, usada para felicitar uma pessoa, é originada da forma
- singular “parabém”? É a junção de “para+bem”, ou seja, desejo algo para o bem de alguém.
- Portanto, se você quiser desejar apenas “uma felicidade” a alguém, pode dizer, tranquilamente,
- parabém a você. [...]
- 6. Tratante
- Tratante é uma pessoa que trata de negócios. Esse foi o sentido inicial da palavra. É o mesmo
- caso de estudante (aquele que estuda) e falante (aquele que fala). Há alguns séculos, tratante
- era a pessoa que tratava dos negócios de pessoas nobres. Ele fazia a intermediação entre os
- negociantes. Mas, como os envolvidos não se falavam, o tratante começou a tratar muito mais
- dele mesmo e, assim, aumentar seus próprios ganhos, sem a ciência dos envolvidos. Por essa
- razão, o tratante ficou com a fama de desonesto ou trapaceiro. [...]
- 10. Nhe-nhe-nhem
- Sim, essa palavra existe. É um substantivo masculino. A origem é na língua tupi, na qual
- “nheem” significa falar. Em meados do século XVI, aqui no Brasil, os portugueses achavam que
- os índios falavam muito. Então, eles usavam três vezes a palavra “falar” para representar esse
- tal “falatório”. Surge daí o nhe-nhe-nhem, que quer dizer “falar, falar, falar”. [...]
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/parabem-pra-voce-no-dia-da-lingua-portuguesa-confira-curiosidades-do-idioma.
Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) A expressão “‘Parabém’ pra você?” (linha 01) é empregada como estratégia para despertar a atenção do leitor para o processo de formação que envolve algumas palavras do português.
( ) A troca de “L” para “R” nas palavras do português não constitui desvio da norma culta, considerando o processo de formação que envolve vocábulos com essas letras.
( ) O sufixo “-nte”, que figura nas palavras “tratante” (linha 23), “estudante” (linha 24) e “falante” (linha 24), tem o significado agentivo, referindo-se a quem realiza a ação descrita pela base das palavras.
( ) A palavra “nhe-nhe-nhem” (linha 33) é gerada a partir do processo de formação denominado derivação, com o acréscimo de dois prefixos a uma base verbal.
( ) A palavra francesa “église” (linha 11), a espanhola “iglesia” (linha 11) e a italiana “chiesa” (linha 11) não derivam da palavra latina “ICCLESIA”, por isso não houve a mudança de “L” para “R”.
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Texto 1
- ‘Parabém’ pra você? no dia da língua portuguesa, confira curiosidades do idioma
- Dia 5 de maio, os países lusófonos comemoram o Dia Mundial da Língua Portuguesa. E um dos
- temas de estudo mais interessantes de qualquer língua é a origem das palavras.
- Todo mundo adora as curiosidades sobre as mudanças que ocorrem ao longo da história. De
- onde veio essa palavra? Como o sentido mudou tanto? Por que escrevemos dessa forma?
- Então, neste dia especial, a CNN homenageia o jeitinho brasileiro de usar o português. Veja
- algumas curiosidades de nosso idioma:
- 1. Igreja
- Essa palavra tem a origem latina ICCLESIA. Por isso, os assuntos relacionados à igreja são
- chamados de eclesiásticos. Qual a curiosidade? Somente no português, o “L” de Icclesia mudou
- para o “R” de Igreja. Em francês ficou église, em espanhol iglesia, em italiano chiesa. A mudança
- ocorreu apenas no português.
- Talvez, agora, você entenda por que acontece o uso de pobrema, chicrete, brusa, framengo e
- Creusa. A mudança de L para R é uma característica do português. E ainda tem a palavra
- escravo, cuja origem é a forma latina sclavum, que também vai gerar a forma inglesa slave. O
- sclavum (com L) se tornou escravo (com R). [...]
- 3. Parabéns ou Parabém?
- Você sabia que a palavra parabéns, usada para felicitar uma pessoa, é originada da forma
- singular “parabém”? É a junção de “para+bem”, ou seja, desejo algo para o bem de alguém.
- Portanto, se você quiser desejar apenas “uma felicidade” a alguém, pode dizer, tranquilamente,
- parabém a você. [...]
- 6. Tratante
- Tratante é uma pessoa que trata de negócios. Esse foi o sentido inicial da palavra. É o mesmo
- caso de estudante (aquele que estuda) e falante (aquele que fala). Há alguns séculos, tratante
- era a pessoa que tratava dos negócios de pessoas nobres. Ele fazia a intermediação entre os
- negociantes. Mas, como os envolvidos não se falavam, o tratante começou a tratar muito mais
- dele mesmo e, assim, aumentar seus próprios ganhos, sem a ciência dos envolvidos. Por essa
- razão, o tratante ficou com a fama de desonesto ou trapaceiro. [...]
- 10. Nhe-nhe-nhem
- Sim, essa palavra existe. É um substantivo masculino. A origem é na língua tupi, na qual
- “nheem” significa falar. Em meados do século XVI, aqui no Brasil, os portugueses achavam que
- os índios falavam muito. Então, eles usavam três vezes a palavra “falar” para representar esse
- tal “falatório”. Surge daí o nhe-nhe-nhem, que quer dizer “falar, falar, falar”. [...]
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/entretenimento/parabem-pra-voce-no-dia-da-lingua-portuguesa-confira-curiosidades-do-idioma.
Com base no texto 1 e na variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta.
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Em relação aos textos 4 e 5, assinale a alternativa correta.
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Com base na variedade padrão da língua escrita, analise a situação descrita abaixo e assinale a alternativa correta.
Em uma tribo imaginária denominada Naomi, ao nascer os meninos recebem no final do seu nome o morfema final do nome do pai. Ao se casarem, é acrescentado ao seu nome o morfema final do nome do pai da sua mulher. Jurupari é filho de Moar, e o pai de sua mulher chama-se Kenai. Dentre os nomes abaixo, qual deles atende à regra da tribo Naomi para nomear o filho de Jurupari?
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