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Eu acreditei na geração Z
A geração Z me enganou. No momento que a gente
achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas
de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho
mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro
sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da
própria vida.
A geração Z me atropelou com palavras como
“gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a
transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra
eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu
que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho
adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de
terno e sapato alto tomando um café na rua correndo
pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um
filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma
workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia
culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo
ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada
do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior
sucesso da minha carreira falava justamente da
glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu
achava lindo, identificação total.
Eu sou a favor de priorizar a saúde mental,
reconheço a importância do ócio, da terapia, da
qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que
momento um prazo mudado virou opressão e qualquer
frustração ganhou nome de um transtorno novo no
TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o
chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo
sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira
geração a ter que entender de engajamento, likes e
postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em
silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem
de casa hoje em dia.
Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas
o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que
sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que
sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar
com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo
casamento é careta, nem todo mundo que trabalha
muito é infeliz.
Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um
meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como
um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito,
mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você
não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo.
Bem-vindo à vida adulta.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna
/2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm
_source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria.
Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
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Eu acreditei na geração Z
A geração Z me enganou. No momento que a gente
achava bonito ticar item da agenda, sobreviver 12 horas
de trabalho à base de café, eles vieram de mansinho
mostrando que qualidade de vida era o verdadeiro
sucesso. Que mais chic que ser chefe era ser CEO da
própria vida.
A geração Z me atropelou com palavras como
“gatilho”, “tóxico”, “red flags”, “abusivo” e se recusou a
transformar burnout em plano de carreira. Eu olhava pra
eles e pensava: finalmente uma geração que entendeu
que não adianta ter plano de saúde se o próprio trabalho
adoece a gente. Minha geração glamorizou a mulher de
terno e sapato alto tomando um café na rua correndo
pra chegar na apresentação da escola do filho. Fiz um
filme sobre isso. Alice do “De pernas pro ar” era uma
workaholic que trabalhava escondida do marido e vivia
culpada por não dar conta de tudo. E no meio disso tudo
ela descobria o orgasmo. O burnout era a grande piada
do filme e o prazer era a caixa de Pandora. O maior
sucesso da minha carreira falava justamente da
glamorização da mulher bem-sucedida e exausta. E eu
achava lindo, identificação total.
Eu sou a favor de priorizar a saúde mental,
reconheço a importância do ócio, da terapia, da
qualidade de vida. Mas eu queria entender: em que
momento um prazo mudado virou opressão e qualquer
frustração ganhou nome de um transtorno novo no
TikTok? Minha geração teve chefe tóxico raiz.
Eu queria lembrar que vocês só podem peitar o
chefe hoje em dia porque alguém passou anos sofrendo
sem rede social pra denunciar. Nós somos a primeira
geração a ter que entender de engajamento, likes e
postagens depois dos 40. Fomos nós que choramos em
silêncio no banheiro do escritório pra vocês trabalharem
de casa hoje em dia.
Talvez o problema não seja a geração Z em si. Mas
o mundo virtual e isolado que eles cresceram. Gente que
sabe se expressar por mensagem, mas trava ao vivo. Que
sabe dar nomes aos sentimentos, mas não sabe lidar
com eles. Nem todo problema vira trauma, nem todo
casamento é careta, nem todo mundo que trabalha
muito é infeliz.
Torço pra que a próxima letra do alfabeto seja um
meio-termo entre ser a Mulher Maravilha e agir como
um alecrim dourado. A geração Z me ensinou muito,
mas, às vezes, tenho vontade de dizer: meu anjo, você
não está sendo perseguido. Você só recebeu um prazo.
Bem-vindo à vida adulta.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/ingrid-guimaraes/coluna
/2026/04/eu-acreditei-na-geracao-z.ghtml?giftId=a9ffbdf317b2dab&utm
_source=Email&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilharmateria.
Acesso em: 26 mai. 2026. (Adaptado).
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[...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e
adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho
infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária),
segundo os dados do IBGE mais recentes.
Um número que, de acordo com Katerina Volcov,
secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas
a ponta de um enorme iceberg. “O número de
subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz
ela. [...] Os números não contemplam as informações de
algumas das piores formas de trabalho infantil, como
exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil
doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o
trabalho executado por crianças menores de 5 anos de
idade e a exploração de meninas e meninos nos meios
digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou
mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa
isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A
produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios
online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”,
explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira
trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como
a exigência de uma quantidade determinada de likes,
carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto
as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim,
responsabilizados.
Para Katerina Volcov, é urgente uma
regulamentação das redes, diferenciando cada uma das
categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers,
influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não
é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a
atenção para importância de estabelecer regras e limites
e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da
exposição da identidade e da vida desses meninos e
meninas [...]
“Tendo a achar que o trabalho infantil digital está
se tornando uma das piores faces do trabalho infantil
nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda
mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um
número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem
havido também um desfinanciamento das Ações
Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho
Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos
Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos
gastos com a área de erradicação do trabalho infantil
diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos
últimos anos, também, houve uma desarticulação das
redes de proteção e garantia de direitos.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
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[...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e
adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho
infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária),
segundo os dados do IBGE mais recentes.
Um número que, de acordo com Katerina Volcov,
secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas
a ponta de um enorme iceberg. “O número de
subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz
ela. [...] Os números não contemplam as informações de
algumas das piores formas de trabalho infantil, como
exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil
doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o
trabalho executado por crianças menores de 5 anos de
idade e a exploração de meninas e meninos nos meios
digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou
mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa
isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A
produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios
online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”,
explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira
trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como
a exigência de uma quantidade determinada de likes,
carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto
as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim,
responsabilizados.
Para Katerina Volcov, é urgente uma
regulamentação das redes, diferenciando cada uma das
categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers,
influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não
é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a
atenção para importância de estabelecer regras e limites
e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da
exposição da identidade e da vida desses meninos e
meninas [...]
“Tendo a achar que o trabalho infantil digital está
se tornando uma das piores faces do trabalho infantil
nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda
mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um
número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem
havido também um desfinanciamento das Ações
Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho
Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos
Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos
gastos com a área de erradicação do trabalho infantil
diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos
últimos anos, também, houve uma desarticulação das
redes de proteção e garantia de direitos.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
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[...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e
adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho
infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária),
segundo os dados do IBGE mais recentes.
Um número que, de acordo com Katerina Volcov,
secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas
a ponta de um enorme iceberg. “O número de
subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz
ela. [...] Os números não contemplam as informações de
algumas das piores formas de trabalho infantil, como
exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil
doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o
trabalho executado por crianças menores de 5 anos de
idade e a exploração de meninas e meninos nos meios
digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou
mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa
isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A
produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios
online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”,
explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira
trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como
a exigência de uma quantidade determinada de likes,
carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto
as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim,
responsabilizados.
Para Katerina Volcov, é urgente uma
regulamentação das redes, diferenciando cada uma das
categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers,
influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não
é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a
atenção para importância de estabelecer regras e limites
e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da
exposição da identidade e da vida desses meninos e
meninas [...]
“Tendo a achar que o trabalho infantil digital está
se tornando uma das piores faces do trabalho infantil
nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda
mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um
número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem
havido também um desfinanciamento das Ações
Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho
Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos
Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos
gastos com a área de erradicação do trabalho infantil
diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos
últimos anos, também, houve uma desarticulação das
redes de proteção e garantia de direitos.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
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[...] Atualmente, há 1,6 milhão de crianças e
adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho
infantil no Brasil (4,9% da população dessa faixa etária),
segundo os dados do IBGE mais recentes.
Um número que, de acordo com Katerina Volcov,
secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e
Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), revela apenas
a ponta de um enorme iceberg. “O número de
subnotificações é alto assim como a falta de dados”, diz
ela. [...] Os números não contemplam as informações de
algumas das piores formas de trabalho infantil, como
exploração sexual, tráfico de drogas, trabalho infantil
doméstico e nas ruas. Também não levam em conta o
trabalho executado por crianças menores de 5 anos de
idade e a exploração de meninas e meninos nos meios
digitais, como “empreendedores”, influenciadores ou
mesmo gamers. “Temos uma sociedade que observa
isso com glamour”, diz ela, alertando para os riscos. “A
produção de vídeos, as transmissões ao vivo, os desafios
online… Tudo isso faz parte do trabalho infantil digital”,
explica. Segundo Volcov, a criação de um conteúdo vira
trabalho infantil quando tem frequência, pressão, como
a exigência de uma quantidade determinada de likes,
carga excessiva, e relação de poder. Nesses casos, tanto
as plataformas quanto os pais deveriam ser, sim,
responsabilizados.
Para Katerina Volcov, é urgente uma
regulamentação das redes, diferenciando cada uma das
categorias dos trabalhadores infantis digitais: gamers,
influenciadores mirins, empreendedores digitais... “Não
é uma categoria uníssona”, destaca, chamando a
atenção para importância de estabelecer regras e limites
e promover discussões, inclusive, sobre o impacto da
exposição da identidade e da vida desses meninos e
meninas [...]
“Tendo a achar que o trabalho infantil digital está
se tornando uma das piores faces do trabalho infantil
nesse novo século e daqui para frente tende a ficar ainda
mais exacerbado”, diz ela. [...] Em alguns estados, há um
número reduzido de auditores fiscais do trabalho e tem
havido também um desfinanciamento das Ações
Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho
Infantil (Aepetis). [...] Dados do Instituto de Estudos
Socioeconômicos (Inesc) dão conta de que os recursos
gastos com a área de erradicação do trabalho infantil
diminuíram 94% entre 2019 e 2022. Ao longo dos
últimos anos, também, houve uma desarticulação das
redes de proteção e garantia de direitos.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/balanco-social/miniblogueirose-influencers-o-trabalho-infantil-agora-tambem-e-digital/. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeColocação Pronominal
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos

I. O pronome “no”, com função de objeto direto, substitui “coração”.
II. O pronome “no”, com função de objeto indireto, substitui “coração”.
III. Uma das justificativas para a ocorrência da ênclise (pronome após o verbo) é o fato de não haver palavra atrativa que exija próclise.
IV. Se a frase em destaque fosse iniciada com a palavra “Não”, a forma adequada de escrita seria “Não o fizeram”, de acordo com a norma-padrão.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A inteligência artificial (IA), com sua natureza
disruptiva, vem alterando significativamente o mercado
de trabalho e, consequentemente, as atividades
profissionais dos seres humanos, não somente porque
entrega ferramentas extremamente úteis, mas porque
gera possibilidade de criação de segmentos de atuação
e novas carreiras. [...]
Há cinco, dez anos atrás, muitas carreiras não
existiam. Por isso, apesar de não sabermos exatamente
quantas profissões ainda surgirão ao longo deste século,
mas compreendendo que esse é um movimento
irreversível, devemos avaliar tendências e nos preparar
para abraçar as mudanças sempre, todos os dias. Um dos
exemplos mais recentes ocorreu durante a pandemia da
Covid-19, com a revolução da relação entre empresas e
seus funcionários, por meio da implantação das
modalidades remotas e híbridas de trabalho, o que só foi
possível devido à existência de ferramentas tecnológicas
avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar
soluções para o que, muitas vezes, parece insolúvel.
Carreira bem-sucedida e sustentável é aquela em
que a pessoa tem consciência de que tudo pode mudar
o tempo todo e tem proatividade para se manter
atualizada e capacitada para as novas demandas e
formas de trabalho. A IA pode ser uma ótima parceira
para o aumento da eficiência e da qualidade do trabalho
das pessoas. Como toda parceria implica em benefícios
e desafios, temas como segurança, ética, privacidade e
humanização das relações de trabalho devem ser
abordados de maneira séria e responsável por cada um
individualmente e por todos, como sociedade.
As recomendações são as mesmas, tanto para quem está
ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez,
quanto para quem já tem anos de experiência:
profissionais que não utilizam a IA são, cada vez mais,
considerados operacionais e substituíveis. Profissionais
que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos
para o negócio e, portanto, mais valorizados. [...]
Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/inteligencia-artificial-pode-auxiliarcarreira-e-formas-trabalho. Acesso em: 8 mai. 2026. (Adaptado).
I. Em: “[...] o que só foi possível devido à existência de ferramentas tecnológicas avançadas e à capacidade do ser humano de encontrar soluções [...]” (2º parágrafo), o emprego da crase é obrigatório.
II. Em: “Há cinco, dez anos atrás [...]” (2º parágrafo), o verbo “haver” está conjugado no futuro.
III. Em: “Carreira bem-sucedida e sustentável” (3º parágrafo), os elementos em destaque exercem a função sintática de adjunto adverbial.
IV. Em: “Profissionais que utilizam a IA tendem a ser considerados estratégicos [...]” (4º parágrafo), o sujeito em destaque é composto.
Assinale a alternativa CORRETA.
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