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Leia o texto abaixo para responder à questão.
A Cartomante - Machado de Assis (1896), fragmento
Hamlet observa a Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa
filosofia. Era a mesma
explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de novembro de 1869,
quando este ria dela,
por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras.
- Ria, ria. Os homens são assim; não acreditam em nada. Pois saiba que fui, e que ela
adivinhou o motivo da
consulta, antes mesmo que eu lhe dissesse o que era. Apenas começou a botar as cartas,
disse-me: "A senhora
gosta de uma pessoa...". Confessei que sim, e então ela continuou a botar as cartas,
combinou-as, e no fim
declarou-me que eu tinha medo de que você me esquecesse, mas que não era verdade...
- Errou! - interrompeu Camilo, rindo.
Camilo pegou-lhe nas mãos, e olhou para ela sério e fixo. Jurou que lhe queria muito, que os
seus sustos
pareciam de criança; em todo o caso, quando tivesse algum receio, a melhor cartomante era
ele mesmo. Depois,
repreendeu-a; disse-lhe que era imprudente andar por essas casas. Vilela podia sabê-lo, e
depois...
- Qual saber! Tive muita cautela, ao entrar na casa.
Foi então que ela, sem saber que traduzia Hamlet em vulgar, disse-lhe que havia muita cousa
misteriosa e
verdadeira neste mundo. Se ele não acreditava, paciência; mas o certo é que a cartomante
adivinhara tudo.
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Leia o trecho a seguir:
Os direitos dos trabalhadores são direitos humanos, e os direitos humanos são direitos dos trabalhadores. Esses direitos são inter-relacionados, indivisíveis e universais. Incluem direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Todo trabalhador tem direito à dignidade e a ser tratado com respeito, sem estar sujeito a condições de trabalho degradantes. Ninguém pode ser privado de seus direitos humanos em razão do trabalho que exerce. Condições de trabalho seguras e saudáveis são reconhecidas como direito humano desde 1966.
(Organização Internacional do Trabalho – OIT)
Com base nesse trecho, é correto afirmar que
Os direitos dos trabalhadores são direitos humanos, e os direitos humanos são direitos dos trabalhadores. Esses direitos são inter-relacionados, indivisíveis e universais. Incluem direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Todo trabalhador tem direito à dignidade e a ser tratado com respeito, sem estar sujeito a condições de trabalho degradantes. Ninguém pode ser privado de seus direitos humanos em razão do trabalho que exerce. Condições de trabalho seguras e saudáveis são reconhecidas como direito humano desde 1966.
(Organização Internacional do Trabalho – OIT)
Com base nesse trecho, é correto afirmar que
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Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária
e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem
sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a
importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece
como elemento fundamental no contexto da experiência da
leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente
incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que
é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão
significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos
grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem
para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda
pouco estudadas, porém em franco processo de expansão,
parecem operar como elemento incentivador da prática da
leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a
experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária
e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem
sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a
importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece
como elemento fundamental no contexto da experiência da
leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente
incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que
é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão
significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos
grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem
para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda
pouco estudadas, porém em franco processo de expansão,
parecem operar como elemento incentivador da prática da
leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a
experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária
e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem
sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a
importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece
como elemento fundamental no contexto da experiência da
leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente
incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que
é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão
significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos
grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem
para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda
pouco estudadas, porém em franco processo de expansão,
parecem operar como elemento incentivador da prática da
leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a
experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão:
A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma
Desde muito, os livros vêm sendo responsáveis por grandes transformações em direções e com efeitos muito variáveis. Vivenciada como uma operação essencialmente solitária
e subjetiva, a leitura de obras literárias foi sempre considerada uma experiência tão poderosa quanto perigosa. E, se nem
sempre se tenha explicitado a necessidade da supervisão, a
importância, pelo menos, da interlocução é algo que aparece
como elemento fundamental no contexto da experiência da
leitura. Assim, fica evidente que não basta simplesmente
incentivar ou promover a leitura de obras literárias, mas que
é preciso também, de alguma forma, acompanhá-la.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Ainda que essencialmente solitária, a leitura pode ser algo
excessivamente pesado e difícil para se enfrentar sozinho.
Por outro lado, se vencidas as dificuldades iniciais de falta de
hábito e compreensão, o grande poder mobilizador da leitura
praticamente exige uma dinâmica de expressão e compartilhamento, concretizada numa situação de interlocução, para
que esse processo ocorra de forma saudável e produtiva do
ponto de vista da humanização.
Concomitantemente, porém com um grau de difusão
significativamente maior, cabe assinalar o aparecimento dos
grupos de leitura ou clubes do livro, onde leitores se reúnem
para compartilhar sensações, impressões e opiniões suscitadas pela leitura de determinada obra. Tais dinâmicas, ainda
pouco estudadas, porém em franco processo de expansão,
parecem operar como elemento incentivador da prática da
leitura, ao mesmo tempo em que possibilitam o desdobramento do processo reflexivo, formativo e humanizador que a
experiência literária propicia.
(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019; ePUB. Adaptado)
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A Universidade Federal do Tocantins é uma universidade
socialmente referenciada na aprendizagem ao longo da
vida (ALV) que está em consonância com o Decreto nº
10.502/2020 que estabelece em seu Art. 3º “São
princípios da Política Nacional de Educação Especial:
equitativa, inclusiva e com aprendizado ao longo da
vida”, fato este reverberado pela Universidade da
Maturidade (UMA) em suas práticas educativas
intergeracionais, há mais de 20 anos, estando
consolidada como uma Tecnologia Social reconhecida
internacionalmente.
Assinale a alternativa CORRETA:
Assinale a alternativa CORRETA:
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O Referencial para Desenvolvimento e Uso Responsável
de Inteligência Artificial na Educação, documento
elaborado pelo Ministério da Educação em 2026,
destaca que a inteligência artificial deverá ser
incorporada aos currículos com o intuito de contribuir
para a formação técnica, científica, ética e
socioemocional dos estudantes. As ferramentas podem
aproximar tanto a teoria quanto a prática com vista a
personalizar trilhas de aprendizagem, bem como apoiar o desenvolvimento de competências alinhadas às
demandas contemporâneas do mundo do trabalho. Ao
mesmo tempo no documento é reforçado que a
mediação docente permanece essencial no processo
educacional.
Assinale a alternativa CORRETA:
Assinale a alternativa CORRETA:
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Com os smartphones e tablets, a___________ se torna
realmente ______________, visto que é possível acessar
os mais diversos conteúdos _______________ a partir
de conexões 4G e 5G.
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas:
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas:
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Conhecer a climatologia é relevante para a tomada de
decisão por parte do agricultor, com relação à definição
de qual cultura pode ser implementada numa região. O
gráfico abaixo apresenta as médias mensais da
temperatura e totais médios mensais de precipitação, no
estado do Tocantins.
Fonte: COLLICCHIO, E. et al. Cenários prospectivos de mudanças climáticas para o estado do Tocantins. In: COLLICCHIO, E.; ROCHA, H. R. da. Agricultura e mudanças do clima no Estado do Tocantins: vulnerabilidades, projeções e desenvolvimento. Palmas: EdUFT, cap 6. p. 133 – 163. 2022. (Adaptado).
Baseando-se no gráfico, assinale a alternativa INCORRETA.
Fonte: COLLICCHIO, E. et al. Cenários prospectivos de mudanças climáticas para o estado do Tocantins. In: COLLICCHIO, E.; ROCHA, H. R. da. Agricultura e mudanças do clima no Estado do Tocantins: vulnerabilidades, projeções e desenvolvimento. Palmas: EdUFT, cap 6. p. 133 – 163. 2022. (Adaptado).
Baseando-se no gráfico, assinale a alternativa INCORRETA.
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