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Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
Segundo o texto, a proposta de identificar conteúdos gerados por inteligência artificial busca:
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Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
O episódio envolvendo livros sobre coleta de cogumelos foi utilizado no texto com a finalidade de:
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( ) As dificuldades de leitura e escrita da criança contemplam manifestações de origem multifatorial, com a participação dos fatores linguísticos, cognitivos, pedagógicos, emocionais e socioculturais pertinentes ao processo de escolarização do educando atendido.
( ) As dificuldades de leitura e escrita da criança ficam reduzidas à dimensão patológica da dislexia diagnosticada pelo fonoaudiólogo no contexto da rede escolar, dispensando a investigação dos fatores pedagógicos e socioculturais envolvidos no quadro do estudante.
( ) A identificação precoce das dificuldades de leitura e escrita da criança dispensa a articulação do fonoaudiólogo educacional com o professor da sala de aula durante a rotina escolar do educando, em razão da prevalência da atuação isolada do profissional habilitado.
( ) A atuação do fonoaudiólogo educacional nas dificuldades de leitura e escrita contempla a identificação precoce, a orientação à equipe pedagógica e o encaminhamento dos casos para a avaliação fonoaudiológica clínica complementar, conforme a indicação do quadro.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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I.Seguem anexas ao processo as declarações emitidas pela comissão avaliadora do concurso.
II.É proibida a entrada de pessoas sem identificação nas dependências do laboratório.
III.Os técnicos permaneceram alertas diante das inconsistências verificadas no relatório final.
IV.Havia menas dificuldades operacionais após a atualização dos sistemas administrativos da instituição.
V.As candidatas disseram obrigada pela atenção concedida durante a reunião extraordinária.
Identifique em quais das afirmativas lidas há erro de concordância nominal.
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I.Nunca me informaram os motivos que justificaram a suspensão do procedimento administrativo.
II.Conforme lhe expliquei anteriormente, os documentos serão encaminhados ainda nesta semana.
III.Entregaram-me os resultados da auditoria durante a reunião extraordinária do conselho.
IV.Talvez se confirmem as irregularidades apontadas pelo relatório técnico apresentado ontem.
V.Orgulhar-me-ei das contribuições acadêmicas desenvolvidas pelos pesquisadores da instituição.
Identifique em quais afirmativas há emprego somente de próclise quanto a colocação pronominal.
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Coluna 01
( ) Machado de Assis, importante romancista brasileiro, publicou obras centrais do Realismo nacional.
( ) Senhores candidatos, o prazo para entrega dos documentos termina nesta sexta-feira.
( ) A Amazônia, maior floresta tropical do planeta, possui enorme biodiversidade ambiental.
( ) Caros pesquisadores, os resultados preliminares serão divulgados após a revisão metodológica.
( ) Clarice Lispector, escritora reconhecida internacionalmente, influenciou diversas gerações de leitores.
Coluna 02
I.Aposto.
II.Vocativo.
Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
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Identifique e assinale a alternativa que contém um termo cuja sílaba tônica é proparoxítona.
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