Magna Concursos

Foram encontradas 358.940 questões.

4184360 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO possa substituir a expressão “Além disso” sem causar alteração significativa de sentido ao excerto.

“Além disso, a frequência também importa”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184359 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os tipos de conjunções às respectivas palavras sublinhadas nos trechos a seguir, retirados do texto. 

Coluna 1 1. Subordinativa comparativa. 2. Subordinativa temporal. 3. Coordenativa adversativa. 
Coluna 2 ( ) “Mas nem toda dor é igual”.
( ) “Os principais sinais de alerta das dores de cabeça são início súbito e intenso, podendo ser relatada como a pior da vida”.
( ) “A dor de cabeça deixa de ser comum quando mudam as características”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184298 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:
Conforme informações presentes no site do Ministério do Meio Ambiente, a expressão “Direitos Animais” refere-se ao reconhecimento dos animais como seres capazes de sentir dor, prazer e outras emoções. Ou seja, esses direitos são fundamentados principalmente na _____________ animal.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184293 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa em que a alteração na pontuação NÃO acarreta incorreção ao trecho.

“Então é emocionante ver toda a __________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens a seguirem carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184292 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos abaixo, retirados do texto, assinale a alternativa em que o vocábulo “que” NÃO exerce a função de pronome relativo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184291 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “astronautas” fosse flexionada no singular, quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a correta concordância no excerto? 

“Nunca ninguém foi tão distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro, extremamente competentes”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184290 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “a pesquisadora colaborou com o Inpe”, analise as assertivas a seguir sobre a palavra “pesquisadora”: 
I. Em relação à classe gramatical, a palavra é um substantivo próprio. II. A palavra foi formada pelo processo de derivação sufixal. III. O elemento “-dora” constitui o radical da palavra.
Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184289 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro, extremamente competentes”, um possível antônimo para “humildes”, no contexto em que ocorre, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184288 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a conjugação correta dos verbos se o trecho a seguir, retirado do texto, fosse convertido para o futuro do presente do indicativo, na voz passiva analítica.

“Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à agência espacial para um período acadêmico”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4184287 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. São Martinho-RS
Provas:

De Apollo a Artemis II, uma cientista brasileira na Nasa

Por Elisa Martins

Quando o astronauta e engenheiro espacial estadunidense Neil Armstrong (1930–2012)

deu o primeiro passo na Lua, em 1969, Rosaly Lopes era uma criança que acompanhava do Rio

de Janeiro, onde morava com a família, aquele gigantesco salto para a humanidade. O

programa Apollo exerceu tamanho fascínio sobre ela que inspirou uma carreira dedicada ao

espaço. Na recente missão Artemis II, que levou quatro astronautas numa jornada de dez dias

ao redor do lado oculto da Lua, Rosaly seguiu o marco histórico de perto. Astrônoma, geóloga

planetária e vulcanóloga, ela é hoje cientista da agência espacial estadunidense, a Nasa, onde

desenvolve pesquisas, gerencia programas acadêmicos e faz divulgação científica, para

despertar em outras pessoas a ideia de também voar longe.

“Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou. Então é emocionante ver toda a

__________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens que desejam

seguir carreiras em ciência, tecnologia e engenharia”, conta Rosaly. “Nunca ninguém foi tão

distante da Terra como esses astronautas. Eu os conheci e são simpáticos, humildes e, claro,

extremamente competentes”.

Assim como a tripulação da Artemis II, formada por Reid Wiseman, Victor Glover,

Christina Koch e Jeremy Hansen, Rosaly conta que já quis ser astronauta. “Todos os

astronautas na época eram americanos ou russos, e logo percebi que sendo brasileira, mulher

e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13,

soube de uma mulher chamada Frances “Poppy” Northcutt, que calculava as __________ para

trazer as cápsulas de volta. A foto dela na sala de controle me impressionou. Pensei: ‘Bem,

talvez não consiga ser astronauta, mas ainda posso trabalhar para o programa espacial’”,

lembra.

Na época, não havia uma área ampla de pesquisa espacial no Brasil. Mas Rosaly falava

inglês, graças ao __________ da mãe e, aos 16 anos, fez um curso de aperfeiçoamento do

idioma na Inglaterra. Gostou tanto que decidiu voltar depois para fazer universidade. “Meus

pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos. Me formei em Astronomia, depois

me especializei em Geologia Planetária, e logo surgiu a oportunidade de fazer um __________

no JPL (sigla em inglês para Jet Propulsion Laboratory, o Laboratório de Propulsão a Jato, um

dos principais da agência espacial estadunidense). Deu certo, e desde então são mais de

anos na Nasa”.

Em paralelo com a pesquisa, Rosaly coordena os programas de estudantes que vão à

agência espacial para um período acadêmico. Vários são brasileiros, e a participação de

mulheres tem aumentado. Nos últimos anos, a pesquisadora colaborou com o Inpe (Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais), em projetos de Geofísica Espacial, incluindo o Ciência sem

Fronteiras. Recentemente, participou ainda de um programa de residência científica no Instituto

de Estudos Avançados (IdEA) da Unicamp.

(Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/de-apollo-a-artemis-ii-uma-cientista-brasileira-na-nasa/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir sobre trechos retirados do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No trecho “Então é emocionante ver toda a __________ com a missão Artemis II e pensar como ela pode estimular jovens”, o termo “ela” exerce função catafórica.
( ) No trecho “Estou aqui porque o programa Apollo me inspirou”, o termo “porque” estabelece relação de explicação ou justificativa.
( ) No trecho “Meus pais me apoiaram totalmente, e fui sozinha, com 18 anos”, a conjunção “e” é classificada como coordenativa conclusiva.
( ) No trecho “logo percebi que sendo brasileira, mulher e muito míope não ia conseguir. Mas, numa reportagem no jornal sobre a missão Apollo 13, soube de uma mulher chamada Frances ‘Poppy’ Northcutt”, a palavra “mas” estabelece relação de contraste em relação a uma ideia apresentada anteriormente.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas