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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Leia o trecho da matéria abaixo e, em seguida, responda a questão:
Sensor contínuo amplia autonomia de crianças com diabetes
Tecnologia permite que pais acompanhem glicose em tempo real pelo celular e oferece mais liberdade e
segurança para crianças no dia a dia.
Para muitas famílias, o diagnóstico de diabetes em crianças pequenas muda completamente a rotina
da casa. Medições frequentes de glicose, atenção constante e medo de oscilações nos níveis de açúcar no
sangue passam a fazer parte do cotidiano. Nos últimos anos, porém, a tecnologia começou a transformar
esse cenário e trazer mais tranquilidade para pais e responsáveis.
Uma dessas mudanças está no uso de sensores contínuos de glicose. Diferentemente do método
tradicional, que exige várias medições diárias com perfurações no dedo, o sensor permite acompanhar os
níveis de glicose ao longo do dia de forma automática.
Em crianças a partir de dois anos, dispositivos como o Smart 2.0, da Medlevensohn, permitem que
as medições sejam enviadas diretamente para o celular de pais e familiares.
https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/sensor-continuo-amplia-autonomia-de-criancascom-diabetes/Acesso em 28/03/2026.
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Analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente,
de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa:
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Tendo como premissa o estudo das vozes verbais, leia com atenção a tira de Jim Davis:
Na tira, Jon e Garfield interagem em um campo hipotético. No terceiro quadrinho, Jon afirma: "Teríamos que levantar nossos braços...".
Considerando as regras de conversão entre vozes verbais (ativa, passiva e reflexiva) e a estrutura sintática da fala de Jon, assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da oração "levantar nossos braços" para a voz passiva analítica, mantendo o sentido original:
Na tira, Jon e Garfield interagem em um campo hipotético. No terceiro quadrinho, Jon afirma: "Teríamos que levantar nossos braços...".
Considerando as regras de conversão entre vozes verbais (ativa, passiva e reflexiva) e a estrutura sintática da fala de Jon, assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da oração "levantar nossos braços" para a voz passiva analítica, mantendo o sentido original:
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Leia com atenção o poema “No meio do caminho” de Carlos Drummond de Andrade:
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. Rio de Janeiro: Cultura Genial, 1930. No poema
"No meio do caminho", Carlos Drummond de Andrade utiliza a repetição para destacar a presença de um obstáculo e a marca deixada em sua memória. Diante dessa premissa, analise o vocabulário do trecho:
"Nunca me esquecerei desse acontecimento / na vida de minhas retinas tão fatigadas."
Considerando as relações de sinônimos e antônimos das palavras do texto, assinale a alternativa correta:
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Alguma Poesia. Rio de Janeiro: Cultura Genial, 1930. No poema
"No meio do caminho", Carlos Drummond de Andrade utiliza a repetição para destacar a presença de um obstáculo e a marca deixada em sua memória. Diante dessa premissa, analise o vocabulário do trecho:
"Nunca me esquecerei desse acontecimento / na vida de minhas retinas tão fatigadas."
Considerando as relações de sinônimos e antônimos das palavras do texto, assinale a alternativa correta:
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Faça a leitura do poema “Noite de São João” de Jorge de Lima:
Noite de São João
Vamos ver quem é que sabe
soltar fogos de S. João?
Foguetes, bombas, chuvinhas,
chios, chuveiros, chiando,
chiando,
chovendo
chuvas de fogo!
Chá - Bum!
O delegado proibiu bombas, foguetes, busca-pés.
Chamalotes checoslovacos
enchem o chão
de chamas rubras.
Chagas de enxofre chinesas
chiam,
choram,
cheiram,
numa chuva de chispas
chispas de todos os tons,
listas de todas as cores
e no fim
sempre um
Tchi - Bum!
Fogueira! Fogueira!
A menina bonita
saltou a fogueira
de meus olhos
Meus olhos ficaram
cheios de fumaça de sonho!
Trecho do poema Noite de S. João, de Jorge de Lima (Poemas, 1927)
No poema 'Noite de S. João', de Jorge de Lima, o eu lírico emprega palavras que transitam entre a descrição sensorial dos fogos e a expressão de sentimentos. Analise os versos finais:
'A menina bonita / saltou a fogueira / de meus olhos / Meus olhos ficaram / cheios de fumaça de sonho!'
A respeito do uso da linguagem denotativa e conotativa nesse trecho, assinale a alternativa correta:
Noite de São João
Vamos ver quem é que sabe
soltar fogos de S. João?
Foguetes, bombas, chuvinhas,
chios, chuveiros, chiando,
chiando,
chovendo
chuvas de fogo!
Chá - Bum!
O delegado proibiu bombas, foguetes, busca-pés.
Chamalotes checoslovacos
enchem o chão
de chamas rubras.
Chagas de enxofre chinesas
chiam,
choram,
cheiram,
numa chuva de chispas
chispas de todos os tons,
listas de todas as cores
e no fim
sempre um
Tchi - Bum!
Fogueira! Fogueira!
A menina bonita
saltou a fogueira
de meus olhos
Meus olhos ficaram
cheios de fumaça de sonho!
Trecho do poema Noite de S. João, de Jorge de Lima (Poemas, 1927)
No poema 'Noite de S. João', de Jorge de Lima, o eu lírico emprega palavras que transitam entre a descrição sensorial dos fogos e a expressão de sentimentos. Analise os versos finais:
'A menina bonita / saltou a fogueira / de meus olhos / Meus olhos ficaram / cheios de fumaça de sonho!'
A respeito do uso da linguagem denotativa e conotativa nesse trecho, assinale a alternativa correta:
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Leia com atenção o texto “Meninos Carvoeiros” de Manuel Bandeira:
Meninos Carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles ...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
—Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
BANDEIRA, Manuel. Meninos Carvoeiros. Petrópolis, 1921.
No poema de Manuel Bandeira, há uma crítica. Assinale a alternativa que evidencia a crítica presente no texto:
Meninos Carvoeiros
Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
— Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.
Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem.
(Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe, dobrando-se com um gemido.)
— Eh, carvoero!
Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles ...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis!
—Eh, carvoero!
Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias,
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos desamparados.
BANDEIRA, Manuel. Meninos Carvoeiros. Petrópolis, 1921.
No poema de Manuel Bandeira, há uma crítica. Assinale a alternativa que evidencia a crítica presente no texto:
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Procurar o quê*
O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas
gretas do muro, nos espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e
procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a
descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse
dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de
tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
*Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar
experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
Transpondo a frase acima paraa voz passiva, seus verbos assumem as seguintes formas:
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Procurar o quê*
O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas
gretas do muro, nos espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e
procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a
descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse
dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de
tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
*Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar
experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
A frase acima conservará seu sentido e sua correção caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Procurar o quê*
O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas
gretas do muro, nos espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e
procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a
descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse
dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de
tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
*Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar
experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Procurar o quê*
O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeira, nas
gretas do muro, nos espaços vazios.
Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e
procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível e não desisto de fazer a
descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse
dia vou rir de todos.
Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de
tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
*Este poema em prosa é de Carlos Drummond de Andrade, e consta do livro Esquecer para lembrar, no qual o poeta se dedica a recordar
experiências marcantes de sua infância. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979, p. 43.
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