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4245817 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Barbalha-CE
COMO O AQUECIMENTO GLOBAL PODE
DEIXAR CICLONES MAIS INTENSOS
       Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região metropolitana no dia 9 de dezembro de 2025. O fenômeno, associado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores, sendo que muitas caíram sobre a rede elétrica, deixando mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia.
      Os ventos acima de 90 km/h fizeram com que cerca de 200 voos fossem afetados em São Paulo, consequentemente causando transtornos também em outros aeroportos do país. A falta de eletricidade também prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água.
      Em novembro do mesmo ano, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul causou um tornado no Paraná que destruiu 80% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, matando seis pessoas e ferindo 750, segundo a Defesa Civil do Estado. Em julho de 2023, um outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades e uma morte na cidade de Rio Grande. O fenômeno provocou ventos de mais de 140 km/h e também atingiu o estado de São Paulo, onde duas mortes foram associadas ao ciclone.
      O ciclone extratropical é uma área de menor pressão atmosférica do que o ambiente do entorno, em que os ventos giram ao redor de um centro, no sentido horário. Esses sistemas afetam o tempo das regiões onde atuam provocando nuvens, chuva, redução da temperatura do ar e ventos fortes.
    Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul, o aumento da temperatura do ar e do oceano em consequência das mudanças climáticas pode deixar os ciclones extratropicais mais intensos, afirmam especialistas.
   Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica, em geral vinculados a frentes frias. Eles provocam um contraste muito grande de temperatura, umidade, chuva em seu entorno. Além disso, ventos muito intensos são gerados na direção dele, explica Tércio Ambrizzi, professor de Ciências Atmosféricas na Universidade de São Paulo. 
     Na América do Sul, um mapeamento das áreas mais ciclogenéticas – como os especialistas definem as áreas mais propensas ao fenômeno – aponta duas regiões principais. Uma fica no extremo sul, na costa da Patagônia. A outra é a região da bacia do Prata, ou seja, o sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina, explica Marcelo Seluchi, meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
    A área sobre a Patagônia registra uma frequência maior de formação de ciclones extratropicais durante o verão. Já na região ao sul do Brasil, o fenômeno ocorre durante os meses de inverno e primavera. “Existe também uma terceira região de formação de ciclone, que é perto da costa de São Paulo e Rio de Janeiro, mas é muito raro a formação sobre o continente”, diz Seluchi.
     Um estudo feito por Tércio Ambrizzi há alguns anos mostrou que os ciclones não sofreram aumento em termos numéricos, mas em intensidade. “Em princípio, há relação com as mudanças climáticas. Com a atmosfera acumulando muito mais energia em função do aquecimento que o planeta está sofrendo por conta da emissão de gases de efeito estufa, os sistemas se tornam mais intensos”, diz.
     O impacto sobre a vida das pessoas depende da região onde o fenômeno se desenvolve. “Em junho de 2022, houve um ciclone extratropical muito intenso que se desenvolveu no oceano. O fenômeno se desenvolveu em função de um outro sistema, que foram vórtices ciclônicos de altos níveis. Naquele junho, ele se propagou na região do Atlântico. Em julho de 2023, ele se desenvolveu exatamente em cima do Rio Grande do Sul, por isso causou tanta chuva. A intensidade das chuvas e dos ventos causam muitos danos e colocam vidas em risco”, afirma Ambrizzi.
      Marcelo Seluchi destaca que, antigamente, detectar ciclones sobre os oceanos era muito difícil. “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite, então muito provavelmente houve muitos ciclones que não foram detectados no passado, que não fazem parte da série histórica”, detalha o meteorologista, pontuando que a série histórica mais confiável que registra o fenômeno reúne informações dos últimos 25 anos.
      Seluchi afirma que ainda não existem estudos muito claros sobre como as mudanças climáticas podem afetar a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais. As projeções feitas com base em modelos indicam que alguns ciclones tenderiam a se formar um pouco mais para o sul num cenário de aquecimento global.
     “Há um fato que pode influenciar a intensidade dos ciclones, que é justamente o aquecimento da atmosfera e do oceano. Um oceano mais quente consegue evaporar mais água. Uma atmosfera mais quente, por conta do aumento da temperatura, retém mais umidade, que é um elemento muito importante para determinar a intensidade dos ciclones”, explica Seluchi.
       Isso ajuda a explicar o fato de a costa leste da América do Sul, a bacia do Prata e o sul do Brasil serem regiões de maior frequência de ciclones extratropicais, argumenta o meteorologista. A costa do lado do Oceano Pacífico, na área do Chile, não registra muito o fenômeno, pois é uma área que tem baixa umidade, diz Seluchi.
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-oaquecimento-global-pode-deixar-ciclones-mais-intensos/a66236577>. Adaptado. Acesso em: 23 de fevereiro de 2026.
A explicação sobre áreas “mais ciclogenéticas” contribui para o texto ao:
 

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4245816 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Barbalha-CE
COMO O AQUECIMENTO GLOBAL PODE
DEIXAR CICLONES MAIS INTENSOS
       Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região metropolitana no dia 9 de dezembro de 2025. O fenômeno, associado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores, sendo que muitas caíram sobre a rede elétrica, deixando mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia.
      Os ventos acima de 90 km/h fizeram com que cerca de 200 voos fossem afetados em São Paulo, consequentemente causando transtornos também em outros aeroportos do país. A falta de eletricidade também prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água.
      Em novembro do mesmo ano, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul causou um tornado no Paraná que destruiu 80% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, matando seis pessoas e ferindo 750, segundo a Defesa Civil do Estado. Em julho de 2023, um outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades e uma morte na cidade de Rio Grande. O fenômeno provocou ventos de mais de 140 km/h e também atingiu o estado de São Paulo, onde duas mortes foram associadas ao ciclone.
      O ciclone extratropical é uma área de menor pressão atmosférica do que o ambiente do entorno, em que os ventos giram ao redor de um centro, no sentido horário. Esses sistemas afetam o tempo das regiões onde atuam provocando nuvens, chuva, redução da temperatura do ar e ventos fortes.
    Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul, o aumento da temperatura do ar e do oceano em consequência das mudanças climáticas pode deixar os ciclones extratropicais mais intensos, afirmam especialistas.
   Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica, em geral vinculados a frentes frias. Eles provocam um contraste muito grande de temperatura, umidade, chuva em seu entorno. Além disso, ventos muito intensos são gerados na direção dele, explica Tércio Ambrizzi, professor de Ciências Atmosféricas na Universidade de São Paulo. 
     Na América do Sul, um mapeamento das áreas mais ciclogenéticas – como os especialistas definem as áreas mais propensas ao fenômeno – aponta duas regiões principais. Uma fica no extremo sul, na costa da Patagônia. A outra é a região da bacia do Prata, ou seja, o sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina, explica Marcelo Seluchi, meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
    A área sobre a Patagônia registra uma frequência maior de formação de ciclones extratropicais durante o verão. Já na região ao sul do Brasil, o fenômeno ocorre durante os meses de inverno e primavera. “Existe também uma terceira região de formação de ciclone, que é perto da costa de São Paulo e Rio de Janeiro, mas é muito raro a formação sobre o continente”, diz Seluchi.
     Um estudo feito por Tércio Ambrizzi há alguns anos mostrou que os ciclones não sofreram aumento em termos numéricos, mas em intensidade. “Em princípio, há relação com as mudanças climáticas. Com a atmosfera acumulando muito mais energia em função do aquecimento que o planeta está sofrendo por conta da emissão de gases de efeito estufa, os sistemas se tornam mais intensos”, diz.
     O impacto sobre a vida das pessoas depende da região onde o fenômeno se desenvolve. “Em junho de 2022, houve um ciclone extratropical muito intenso que se desenvolveu no oceano. O fenômeno se desenvolveu em função de um outro sistema, que foram vórtices ciclônicos de altos níveis. Naquele junho, ele se propagou na região do Atlântico. Em julho de 2023, ele se desenvolveu exatamente em cima do Rio Grande do Sul, por isso causou tanta chuva. A intensidade das chuvas e dos ventos causam muitos danos e colocam vidas em risco”, afirma Ambrizzi.
      Marcelo Seluchi destaca que, antigamente, detectar ciclones sobre os oceanos era muito difícil. “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite, então muito provavelmente houve muitos ciclones que não foram detectados no passado, que não fazem parte da série histórica”, detalha o meteorologista, pontuando que a série histórica mais confiável que registra o fenômeno reúne informações dos últimos 25 anos.
      Seluchi afirma que ainda não existem estudos muito claros sobre como as mudanças climáticas podem afetar a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais. As projeções feitas com base em modelos indicam que alguns ciclones tenderiam a se formar um pouco mais para o sul num cenário de aquecimento global.
     “Há um fato que pode influenciar a intensidade dos ciclones, que é justamente o aquecimento da atmosfera e do oceano. Um oceano mais quente consegue evaporar mais água. Uma atmosfera mais quente, por conta do aumento da temperatura, retém mais umidade, que é um elemento muito importante para determinar a intensidade dos ciclones”, explica Seluchi.
       Isso ajuda a explicar o fato de a costa leste da América do Sul, a bacia do Prata e o sul do Brasil serem regiões de maior frequência de ciclones extratropicais, argumenta o meteorologista. A costa do lado do Oceano Pacífico, na área do Chile, não registra muito o fenômeno, pois é uma área que tem baixa umidade, diz Seluchi.
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-oaquecimento-global-pode-deixar-ciclones-mais-intensos/a66236577>. Adaptado. Acesso em: 23 de fevereiro de 2026.
A expressão “fenômeno meteorológico comum na região Sul” é relativizada no texto pois:
 

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4245815 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Barbalha-CE
COMO O AQUECIMENTO GLOBAL PODE
DEIXAR CICLONES MAIS INTENSOS
       Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região metropolitana no dia 9 de dezembro de 2025. O fenômeno, associado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores, sendo que muitas caíram sobre a rede elétrica, deixando mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia.
      Os ventos acima de 90 km/h fizeram com que cerca de 200 voos fossem afetados em São Paulo, consequentemente causando transtornos também em outros aeroportos do país. A falta de eletricidade também prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água.
      Em novembro do mesmo ano, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul causou um tornado no Paraná que destruiu 80% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, matando seis pessoas e ferindo 750, segundo a Defesa Civil do Estado. Em julho de 2023, um outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades e uma morte na cidade de Rio Grande. O fenômeno provocou ventos de mais de 140 km/h e também atingiu o estado de São Paulo, onde duas mortes foram associadas ao ciclone.
      O ciclone extratropical é uma área de menor pressão atmosférica do que o ambiente do entorno, em que os ventos giram ao redor de um centro, no sentido horário. Esses sistemas afetam o tempo das regiões onde atuam provocando nuvens, chuva, redução da temperatura do ar e ventos fortes.
    Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul, o aumento da temperatura do ar e do oceano em consequência das mudanças climáticas pode deixar os ciclones extratropicais mais intensos, afirmam especialistas.
   Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica, em geral vinculados a frentes frias. Eles provocam um contraste muito grande de temperatura, umidade, chuva em seu entorno. Além disso, ventos muito intensos são gerados na direção dele, explica Tércio Ambrizzi, professor de Ciências Atmosféricas na Universidade de São Paulo. 
     Na América do Sul, um mapeamento das áreas mais ciclogenéticas – como os especialistas definem as áreas mais propensas ao fenômeno – aponta duas regiões principais. Uma fica no extremo sul, na costa da Patagônia. A outra é a região da bacia do Prata, ou seja, o sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina, explica Marcelo Seluchi, meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
    A área sobre a Patagônia registra uma frequência maior de formação de ciclones extratropicais durante o verão. Já na região ao sul do Brasil, o fenômeno ocorre durante os meses de inverno e primavera. “Existe também uma terceira região de formação de ciclone, que é perto da costa de São Paulo e Rio de Janeiro, mas é muito raro a formação sobre o continente”, diz Seluchi.
     Um estudo feito por Tércio Ambrizzi há alguns anos mostrou que os ciclones não sofreram aumento em termos numéricos, mas em intensidade. “Em princípio, há relação com as mudanças climáticas. Com a atmosfera acumulando muito mais energia em função do aquecimento que o planeta está sofrendo por conta da emissão de gases de efeito estufa, os sistemas se tornam mais intensos”, diz.
     O impacto sobre a vida das pessoas depende da região onde o fenômeno se desenvolve. “Em junho de 2022, houve um ciclone extratropical muito intenso que se desenvolveu no oceano. O fenômeno se desenvolveu em função de um outro sistema, que foram vórtices ciclônicos de altos níveis. Naquele junho, ele se propagou na região do Atlântico. Em julho de 2023, ele se desenvolveu exatamente em cima do Rio Grande do Sul, por isso causou tanta chuva. A intensidade das chuvas e dos ventos causam muitos danos e colocam vidas em risco”, afirma Ambrizzi.
      Marcelo Seluchi destaca que, antigamente, detectar ciclones sobre os oceanos era muito difícil. “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite, então muito provavelmente houve muitos ciclones que não foram detectados no passado, que não fazem parte da série histórica”, detalha o meteorologista, pontuando que a série histórica mais confiável que registra o fenômeno reúne informações dos últimos 25 anos.
      Seluchi afirma que ainda não existem estudos muito claros sobre como as mudanças climáticas podem afetar a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais. As projeções feitas com base em modelos indicam que alguns ciclones tenderiam a se formar um pouco mais para o sul num cenário de aquecimento global.
     “Há um fato que pode influenciar a intensidade dos ciclones, que é justamente o aquecimento da atmosfera e do oceano. Um oceano mais quente consegue evaporar mais água. Uma atmosfera mais quente, por conta do aumento da temperatura, retém mais umidade, que é um elemento muito importante para determinar a intensidade dos ciclones”, explica Seluchi.
       Isso ajuda a explicar o fato de a costa leste da América do Sul, a bacia do Prata e o sul do Brasil serem regiões de maior frequência de ciclones extratropicais, argumenta o meteorologista. A costa do lado do Oceano Pacífico, na área do Chile, não registra muito o fenômeno, pois é uma área que tem baixa umidade, diz Seluchi.
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-oaquecimento-global-pode-deixar-ciclones-mais-intensos/a66236577>. Adaptado. Acesso em: 23 de fevereiro de 2026.
A definição de ciclone extratropical apresentada no texto tem como objetivo principal:
 

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4245814 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Barbalha-CE
COMO O AQUECIMENTO GLOBAL PODE
DEIXAR CICLONES MAIS INTENSOS
       Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região metropolitana no dia 9 de dezembro de 2025. O fenômeno, associado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores, sendo que muitas caíram sobre a rede elétrica, deixando mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia.
      Os ventos acima de 90 km/h fizeram com que cerca de 200 voos fossem afetados em São Paulo, consequentemente causando transtornos também em outros aeroportos do país. A falta de eletricidade também prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água.
      Em novembro do mesmo ano, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul causou um tornado no Paraná que destruiu 80% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, matando seis pessoas e ferindo 750, segundo a Defesa Civil do Estado. Em julho de 2023, um outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades e uma morte na cidade de Rio Grande. O fenômeno provocou ventos de mais de 140 km/h e também atingiu o estado de São Paulo, onde duas mortes foram associadas ao ciclone.
      O ciclone extratropical é uma área de menor pressão atmosférica do que o ambiente do entorno, em que os ventos giram ao redor de um centro, no sentido horário. Esses sistemas afetam o tempo das regiões onde atuam provocando nuvens, chuva, redução da temperatura do ar e ventos fortes.
    Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul, o aumento da temperatura do ar e do oceano em consequência das mudanças climáticas pode deixar os ciclones extratropicais mais intensos, afirmam especialistas.
   Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica, em geral vinculados a frentes frias. Eles provocam um contraste muito grande de temperatura, umidade, chuva em seu entorno. Além disso, ventos muito intensos são gerados na direção dele, explica Tércio Ambrizzi, professor de Ciências Atmosféricas na Universidade de São Paulo. 
     Na América do Sul, um mapeamento das áreas mais ciclogenéticas – como os especialistas definem as áreas mais propensas ao fenômeno – aponta duas regiões principais. Uma fica no extremo sul, na costa da Patagônia. A outra é a região da bacia do Prata, ou seja, o sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina, explica Marcelo Seluchi, meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
    A área sobre a Patagônia registra uma frequência maior de formação de ciclones extratropicais durante o verão. Já na região ao sul do Brasil, o fenômeno ocorre durante os meses de inverno e primavera. “Existe também uma terceira região de formação de ciclone, que é perto da costa de São Paulo e Rio de Janeiro, mas é muito raro a formação sobre o continente”, diz Seluchi.
     Um estudo feito por Tércio Ambrizzi há alguns anos mostrou que os ciclones não sofreram aumento em termos numéricos, mas em intensidade. “Em princípio, há relação com as mudanças climáticas. Com a atmosfera acumulando muito mais energia em função do aquecimento que o planeta está sofrendo por conta da emissão de gases de efeito estufa, os sistemas se tornam mais intensos”, diz.
     O impacto sobre a vida das pessoas depende da região onde o fenômeno se desenvolve. “Em junho de 2022, houve um ciclone extratropical muito intenso que se desenvolveu no oceano. O fenômeno se desenvolveu em função de um outro sistema, que foram vórtices ciclônicos de altos níveis. Naquele junho, ele se propagou na região do Atlântico. Em julho de 2023, ele se desenvolveu exatamente em cima do Rio Grande do Sul, por isso causou tanta chuva. A intensidade das chuvas e dos ventos causam muitos danos e colocam vidas em risco”, afirma Ambrizzi.
      Marcelo Seluchi destaca que, antigamente, detectar ciclones sobre os oceanos era muito difícil. “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite, então muito provavelmente houve muitos ciclones que não foram detectados no passado, que não fazem parte da série histórica”, detalha o meteorologista, pontuando que a série histórica mais confiável que registra o fenômeno reúne informações dos últimos 25 anos.
      Seluchi afirma que ainda não existem estudos muito claros sobre como as mudanças climáticas podem afetar a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais. As projeções feitas com base em modelos indicam que alguns ciclones tenderiam a se formar um pouco mais para o sul num cenário de aquecimento global.
     “Há um fato que pode influenciar a intensidade dos ciclones, que é justamente o aquecimento da atmosfera e do oceano. Um oceano mais quente consegue evaporar mais água. Uma atmosfera mais quente, por conta do aumento da temperatura, retém mais umidade, que é um elemento muito importante para determinar a intensidade dos ciclones”, explica Seluchi.
       Isso ajuda a explicar o fato de a costa leste da América do Sul, a bacia do Prata e o sul do Brasil serem regiões de maior frequência de ciclones extratropicais, argumenta o meteorologista. A costa do lado do Oceano Pacífico, na área do Chile, não registra muito o fenômeno, pois é uma área que tem baixa umidade, diz Seluchi.
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-oaquecimento-global-pode-deixar-ciclones-mais-intensos/a66236577>. Adaptado. Acesso em: 23 de fevereiro de 2026.
Ao mencionar eventos ocorridos em diferentes anos e estados, o texto constrói a ideia de que:
 

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4245813 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: Pref. Barbalha-CE
COMO O AQUECIMENTO GLOBAL PODE
DEIXAR CICLONES MAIS INTENSOS
       Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região metropolitana no dia 9 de dezembro de 2025. O fenômeno, associado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores, sendo que muitas caíram sobre a rede elétrica, deixando mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia.
      Os ventos acima de 90 km/h fizeram com que cerca de 200 voos fossem afetados em São Paulo, consequentemente causando transtornos também em outros aeroportos do país. A falta de eletricidade também prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água.
      Em novembro do mesmo ano, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul causou um tornado no Paraná que destruiu 80% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, matando seis pessoas e ferindo 750, segundo a Defesa Civil do Estado. Em julho de 2023, um outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades e uma morte na cidade de Rio Grande. O fenômeno provocou ventos de mais de 140 km/h e também atingiu o estado de São Paulo, onde duas mortes foram associadas ao ciclone.
      O ciclone extratropical é uma área de menor pressão atmosférica do que o ambiente do entorno, em que os ventos giram ao redor de um centro, no sentido horário. Esses sistemas afetam o tempo das regiões onde atuam provocando nuvens, chuva, redução da temperatura do ar e ventos fortes.
    Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul, o aumento da temperatura do ar e do oceano em consequência das mudanças climáticas pode deixar os ciclones extratropicais mais intensos, afirmam especialistas.
   Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica, em geral vinculados a frentes frias. Eles provocam um contraste muito grande de temperatura, umidade, chuva em seu entorno. Além disso, ventos muito intensos são gerados na direção dele, explica Tércio Ambrizzi, professor de Ciências Atmosféricas na Universidade de São Paulo. 
     Na América do Sul, um mapeamento das áreas mais ciclogenéticas – como os especialistas definem as áreas mais propensas ao fenômeno – aponta duas regiões principais. Uma fica no extremo sul, na costa da Patagônia. A outra é a região da bacia do Prata, ou seja, o sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina, explica Marcelo Seluchi, meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).
    A área sobre a Patagônia registra uma frequência maior de formação de ciclones extratropicais durante o verão. Já na região ao sul do Brasil, o fenômeno ocorre durante os meses de inverno e primavera. “Existe também uma terceira região de formação de ciclone, que é perto da costa de São Paulo e Rio de Janeiro, mas é muito raro a formação sobre o continente”, diz Seluchi.
     Um estudo feito por Tércio Ambrizzi há alguns anos mostrou que os ciclones não sofreram aumento em termos numéricos, mas em intensidade. “Em princípio, há relação com as mudanças climáticas. Com a atmosfera acumulando muito mais energia em função do aquecimento que o planeta está sofrendo por conta da emissão de gases de efeito estufa, os sistemas se tornam mais intensos”, diz.
     O impacto sobre a vida das pessoas depende da região onde o fenômeno se desenvolve. “Em junho de 2022, houve um ciclone extratropical muito intenso que se desenvolveu no oceano. O fenômeno se desenvolveu em função de um outro sistema, que foram vórtices ciclônicos de altos níveis. Naquele junho, ele se propagou na região do Atlântico. Em julho de 2023, ele se desenvolveu exatamente em cima do Rio Grande do Sul, por isso causou tanta chuva. A intensidade das chuvas e dos ventos causam muitos danos e colocam vidas em risco”, afirma Ambrizzi.
      Marcelo Seluchi destaca que, antigamente, detectar ciclones sobre os oceanos era muito difícil. “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite, então muito provavelmente houve muitos ciclones que não foram detectados no passado, que não fazem parte da série histórica”, detalha o meteorologista, pontuando que a série histórica mais confiável que registra o fenômeno reúne informações dos últimos 25 anos.
      Seluchi afirma que ainda não existem estudos muito claros sobre como as mudanças climáticas podem afetar a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais. As projeções feitas com base em modelos indicam que alguns ciclones tenderiam a se formar um pouco mais para o sul num cenário de aquecimento global.
     “Há um fato que pode influenciar a intensidade dos ciclones, que é justamente o aquecimento da atmosfera e do oceano. Um oceano mais quente consegue evaporar mais água. Uma atmosfera mais quente, por conta do aumento da temperatura, retém mais umidade, que é um elemento muito importante para determinar a intensidade dos ciclones”, explica Seluchi.
       Isso ajuda a explicar o fato de a costa leste da América do Sul, a bacia do Prata e o sul do Brasil serem regiões de maior frequência de ciclones extratropicais, argumenta o meteorologista. A costa do lado do Oceano Pacífico, na área do Chile, não registra muito o fenômeno, pois é uma área que tem baixa umidade, diz Seluchi.
Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-oaquecimento-global-pode-deixar-ciclones-mais-intensos/a66236577>. Adaptado. Acesso em: 23 de fevereiro de 2026.
O destaque dado aos números de árvores derrubadas, pessoas sem energia e voos afetados tem como principal função, no texto:
 

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4245661 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR

Leia o texto para responder as questões.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.

A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.

Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-e-aprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/

De acordo com as regras de Divisão Silábica, a palavra "obrigatórias", presente no texto, é classificada quanto ao número de sílabas como:

 

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Questão presente nas seguintes provas
4245649 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR

Leia o texto para responder as questões.

Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico
Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante

Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP)
30/11/2025 15h21

Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.

"Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.

Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".

Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen.

Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo.

Disponível em: https://revistamarieclaire.globo.com/celebriedades/noticia/2025/11/elizabeth-olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forçadas-a-apoiar-entrada-no-meio-artistico.shtml

No período "Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen", o sujeito da oração principal "o David tem outros dois filhos" classifica-se sintaticamente como

 

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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00

A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/

Analise o período: “Alexandre Nardoni, que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024”. A oração subordinada destacada é classificada como:

 

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‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video
Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00

A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-como-vivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/

No trecho “Elize Matsunaga vive discretamente em Franca”, a palavra destacada é classificada morfologicamente como

 

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4245626 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Santa Amélia-PR
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Saiba o segredo por trás do gol do tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro
30/11/2025 07h00

O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance?

Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13.

Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.

Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.

— Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.

— Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro.

Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.

A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os

ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas.

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-o-segredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghml

O analista de desempenho estuda os dados das bolas paradas. Se quiséssemos expressar uma incerteza ou desejo de que essa análise fosse feita no passado, qual seria a conjugação correta do verbo estudar na terceira pessoa do singular do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo?

 

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