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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os 'espelhos com IA' que estão mudando como
cegos se veem
Lucy Edwards, criadora de conteúdo cega conhecida por
falar sobre beleza e estilo, afirma que, durante muito
tempo, pessoas cegas ouviram que não podiam se ver e
que bastava serem bonitas por dentro. "De repente,
temos acesso a informações sobre nós mesmas e sobre
o mundo. Isso muda nossas vidas." A inteligência
artificial, por meio de reconhecimento de imagens e
processamento avançado, não apenas descreve
ambientes, como também avalia, compara e sugere
ajustes na aparência. Essa possibilidade altera a forma
como pessoas cegas se percebem.
"Certa manhã, após enviar uma foto, recebi a resposta
de que minha pele estava hidratada, mas distante do
padrão de perfeição exibido em anúncios de beleza",
disse uma entrevistada. "Pela primeira vez em muito
tempo, senti minha insatisfação com a aparência de
forma concreta." Helena Lewis-Smith, pesquisadora da
Universidade de Bristol, explica que pessoas que
buscam constantemente retorno sobre o corpo tendem a
apresentar menor satisfação com a própria imagem. A IA
agora amplia essa prática entre pessoas cegas.
A evolução é recente. Em 2017, segundo Karthik
Mahadevan, CEO da Envision, as descrições geradas
eram curtas e básicas. A empresa começou oferecendo
leitura de textos impressos e passou a integrar modelos
de IA em óculos inteligentes e assistentes digitais.
Embora muitos usuários recorram à tecnologia para
tarefas como ler cartas ou fazer compras, um número
significativo a utiliza para se maquiar ou combinar
roupas. A pergunta frequente é simples: "Como eu
aparento?"
Hoje, diversos aplicativos avaliam usuários com base em
padrões tradicionais de beleza, comparando-os a outras
pessoas e sugerindo mudanças. Para Lucy Edwards,
essa experiência é libertadora: depois de doze anos sem
enxergar, ela passou a pedir detalhes ou até uma nota
sobre sua aparência. No entanto, especialistas alertam
que os impactos podem ser ambíguos. Sistemas de IA
frequentemente reproduzem padrões de beleza
ocidentais, refletindo os dados com que foram treinados.
Lewis-Smith observa que a comparação constante
aumenta a pressão sobre o corpo e pode elevar os
índices de ansiedade, depressão e busca por
intervenções estéticas. Para pessoas cegas, o desafio é
maior, pois as descrições recebidas tornam-se referência
central, sem a possibilidade de conferência visual direta.
Além disso, o algoritmo não considera subjetividade nem
individualidade.
Em busca de respostas, uma entrevistada enviou
diversas fotos à versão mais recente do ChatGPT, na
tentativa de compreender como o aplicativo analisava os padrões de beleza. As respostas, porém, revelaram
limites: conceitos como "maxilar longo" permaneciam
difíceis de interpretar sem contexto.
Meryl Alper, pesquisadora da Northeastern University,
lembra que a imagem corporal envolve múltiplos fatores,
como contexto, experiências e capacidades do corpo,
elementos que a IA não capta de forma plena.
Historicamente, modelos de inteligência artificial
privilegiaram corpos magros, hipersexualizados e
eurocêntricos, reforçando padrões restritos. Como
descrevem tudo em termos estritamente visuais, podem
gerar insatisfação quando falta contextualização.
Há, contudo, certo grau de controle. O modo como a
pergunta é formulada altera a resposta. Mahadevan
afirma que a IA aprende preferências e ajusta
informações conforme o que a pessoa deseja receber.
Edwards reconhece que descrições poéticas ou breves
transformam sentimentos sobre si mesma, mas também
admite que a ferramenta pode reforçar inseguranças ao
sugerir mudanças específicas.
Outro risco são as chamadas "alucinações", quando a IA
apresenta informações imprecisas como verdadeiras.
Usuários relatam descrições equivocadas sobre cor de
cabelo ou expressões faciais, o que pode gerar
insegurança. Alguns serviços, como o Aira Explorer,
oferecem verificação por agentes humanos, mas, na
maioria dos casos, o "espelho textual" continua sendo
produzido exclusivamente pela máquina.
Pesquisadores ressaltam que ainda há poucas
investigações de grande escala sobre os impactos
emocionais dessas tecnologias. Para muitas pessoas
cegas, a experiência é simultaneamente empoderadora
e desorientadora. Ainda assim, os ganhos são claros: a
possibilidade de obter descrições detalhadas de fotos
pessoais ou da internet amplia a autonomia e a
sensação de pertencimento.
Para o bem ou para o mal, o espelho chegou. Agora,
pessoas cegas precisam aprender a conviver com aquilo
que ele revela e com as implicações de ver a si mesmas
por meio da inteligência artificial.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgxpe0z4nwo.adaptado.
Considerando a classificação morfológica dos vocábulos destacados no trecho acima, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a análise sintática do trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a conjugação de tempo e modo dos verbos destacados, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando o termo destacado, de acordo com a análise das classes de palavras envolvidas em sua constituição, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
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Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
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Assinale a alternativa CORRETA em relação ao sinal indicativo de crase:
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Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido,
ajudando a formar a Lua
Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale
lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta
hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem
há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de
anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo
os cientistas, sem esse evento, o satélite natural
permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia
ter alterado profundamente a história da vida no planeta.
A explicação mais aceita para esse processo é a
hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um
corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com
a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se
aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento
teve consequências duradouras, pois a presença do
satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo
de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um
clima relativamente estável. Sem essa influência
gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas
seriam muito mais extremas, dificultando o
desenvolvimento da vida.
Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar
a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas
publicadas no ano passado indicam que ambos os
corpos se formaram em regiões próximas durante um
período caótico da formação do Sistema Solar, o que
explicaria suas semelhanças químicas. Essas
conclusões foram possíveis graças à análise detalhada
de amostras lunares e ao avanço das técnicas de
modelagem computacional.
Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram
explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se
desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi
capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os
corpos se formaram juntos. As missões espaciais que
trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as
rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor
extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a
ideia de um impacto massivo.
Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o
destino de Theia. Ao contrário de outros impactos
conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera
evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse
cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido
amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu
material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura
química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de
ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por
suas formações na mesma região do Sistema Solar.
Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem.
Novas missões espaciais pretendem explorar regiões
pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento
sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja
incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria
estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao
impacto que marcou profundamente a história do
Sistema Solar.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Considerando a análise sintática da oração acima, é CORRETO afirmar que:
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