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Para responder às questões 01 a 10, leia os textos abaixo.

TEXTO I

A proporção de mulheres e pessoas negras em cargos de alto escalão no serviço público brasileiro tem aumentado ao longo das últimas décadas, mas a diversidade nessa esfera ainda é pequena. No acumulado da série histórica, entre 1999 e 2025, os homens responderam por 75% dos cargos de direção, e as pessoas brancas por 78%. Ao observar a evolução no período, os dados indicam uma redução da predominância desses grupos. Em 2003, pessoas brancas ocupavam cerca de 80% dos cargos de alto escalão, percentual que cai para 71% em 2025. No caso dos homens, a participação recua de 80% para 63% no mesmo intervalo. O avanço da participação de mulheres e de pessoas negras se deu sobretudo a partir de 2022 e, nos dados mais recentes, a presença feminina já se aproxima de 40%. Mesmo assim, os índices ainda não refletem a pluralidade da sociedade brasileira.

As constatações fazem parte de uma série de estudos que apresentam análises sobre os perfis e as trajetórias de dirigentes no serviço público brasileiro, aliando características estritamente pessoais a aspectos relacionados à competência técnica e vínculos políticos. Dessa forma, jogam luz sobre a dinâmica de ocupação das posições de comando e como elas se estabilizam e se renovam, proporcionando maior transparência para a sociedade e para o próprio Estado brasileiro acerca dessa dinâmica. Em suma, os resultados dos estudos mostram avanços importantes, mas também evidenciam que a diversidade ainda não chegou ao alto escalão na proporção necessária. Para que o Estado responda melhor aos desafios do país, suas lideranças precisam refletir a pluralidade da sociedade brasileira. Ampliar a presença de mulheres e pessoas negras nesses espaços não é apenas uma agenda de justiça, mas também de qualidade da gestão pública.

Fonte: IPEA (2026).

TEXTO II

Enunciado 4661102-1

Fonte: https://www.revistaabogacia.com/las-mujeres en-el-campo-politico/

Ao estabelecer um diálogo entre os Textos I e II, percebe-se uma convergência temática abordada por meio de linguagens distintas (verbal e não verbal). Sobre as relações que se estabelecem entre as duas produções, analise as partes que seguem:

(1ª parte): O Texto II contradiz o Texto I ao sugerir que as mulheres não conseguem ocupar cargos de liderança e permanecem totalmente excluídas dos espaços de poder.

(2ª parte): Ambos os textos convergem ao apontar que o preenchimento de cargos de liderança no Brasil contemporâneo é pautado estritamente por critérios de competência técnica, sem viés de gênero.

Pode-se afirmar que:

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia os textos abaixo.

TEXTO I

A proporção de mulheres e pessoas negras em cargos de alto escalão no serviço público brasileiro tem aumentado ao longo das últimas décadas, mas a diversidade nessa esfera ainda é pequena. No acumulado da série histórica, entre 1999 e 2025, os homens responderam por 75% dos cargos de direção, e as pessoas brancas por 78%. Ao observar a evolução no período, os dados indicam uma redução da predominância desses grupos. Em 2003, pessoas brancas ocupavam cerca de 80% dos cargos de alto escalão, percentual que cai para 71% em 2025. No caso dos homens, a participação recua de 80% para 63% no mesmo intervalo. O avanço da participação de mulheres e de pessoas negras se deu sobretudo a partir de 2022 e, nos dados mais recentes, a presença feminina já se aproxima de 40%. Mesmo assim, os índices ainda não refletem a pluralidade da sociedade brasileira.

As constatações fazem parte de uma série de estudos que apresentam análises sobre os perfis e as trajetórias de dirigentes no serviço público brasileiro, aliando características estritamente pessoais a aspectos relacionados à competência técnica e vínculos políticos. Dessa forma, jogam luz sobre a dinâmica de ocupação das posições de comando e como elas se estabilizam e se renovam, proporcionando maior transparência para a sociedade e para o próprio Estado brasileiro acerca dessa dinâmica. Em suma, os resultados dos estudos mostram avanços importantes, mas também evidenciam que a diversidade ainda não chegou ao alto escalão na proporção necessária. Para que o Estado responda melhor aos desafios do país, suas lideranças precisam refletir a pluralidade da sociedade brasileira. Ampliar a presença de mulheres e pessoas negras nesses espaços não é apenas uma agenda de justiça, mas também de qualidade da gestão pública.

Fonte: IPEA (2026).

TEXTO II

Enunciado 4661100-1

Fonte: https://www.revistaabogacia.com/las-mujeres en-el-campo-politico/

O Texto II utiliza recursos não verbais para construir uma crítica social a respeito do acesso das mulheres aos espaços de poder (como a tribuna/política). A partir dos elementos visuais da imagem, infere-se que:

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia os textos abaixo.

TEXTO I

A proporção de mulheres e pessoas negras em cargos de alto escalão no serviço público brasileiro tem aumentado ao longo das últimas décadas, mas a diversidade nessa esfera ainda é pequena. No acumulado da série histórica, entre 1999 e 2025, os homens responderam por 75% dos cargos de direção, e as pessoas brancas por 78%. Ao observar a evolução no período, os dados indicam uma redução da predominância desses grupos. Em 2003, pessoas brancas ocupavam cerca de 80% dos cargos de alto escalão, percentual que cai para 71% em 2025. No caso dos homens, a participação recua de 80% para 63% no mesmo intervalo. O avanço da participação de mulheres e de pessoas negras se deu sobretudo a partir de 2022 e, nos dados mais recentes, a presença feminina já se aproxima de 40%. Mesmo assim, os índices ainda não refletem a pluralidade da sociedade brasileira.

As constatações fazem parte de uma série de estudos que apresentam análises sobre os perfis e as trajetórias de dirigentes no serviço público brasileiro, aliando características estritamente pessoais a aspectos relacionados à competência técnica e vínculos políticos. Dessa forma, jogam luz sobre a dinâmica de ocupação das posições de comando e como elas se estabilizam e se renovam, proporcionando maior transparência para a sociedade e para o próprio Estado brasileiro acerca dessa dinâmica. Em suma, os resultados dos estudos mostram avanços importantes, mas também evidenciam que a diversidade ainda não chegou ao alto escalão na proporção necessária. Para que o Estado responda melhor aos desafios do país, suas lideranças precisam refletir a pluralidade da sociedade brasileira. Ampliar a presença de mulheres e pessoas negras nesses espaços não é apenas uma agenda de justiça, mas também de qualidade da gestão pública.

Fonte: IPEA (2026).

TEXTO II

Enunciado 4661098-1

Fonte: https://www.revistaabogacia.com/las-mujeres en-el-campo-politico/

O Texto I discute a evolução histórica da representatividade de gênero e raça nos cargos de alto escalão do serviço público brasileiro. Com base nos argumentos e dados estatísticos apresentados pelo IPEA, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Para responder às questões 01 a 08, leia o texto abaixo.

Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

O texto menciona que a medida que obrigaria os bancos a cruzarem dados de satélite para bloquear o crédito rural antes de um embargo formal teve sua validade adiada para janeiro de 2027. Sob a perspectiva das informações implícitas, esse adiamento permite deduzir o seguinte subentendido:

 

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Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

A respeito da acentuação gráfica de palavras retiradas do texto, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A palavra público recebe acento por ser proparoxítona.

( ) O termo país é acentuado por conter um hiato em que o i tônico está isolado na sílaba.

( ) Rondônia é acentuada pela mesma regra que determina o acento em monossílabos tônicos.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

Considere a seguinte estrutura do quinto parágrafo: O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). Diante disso, a locução conjuntiva sublinhada estabelece entre as orações uma relação de:

 

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Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

No terceiro parágrafo do texto, faz-se referência a operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais. No contexto geográfico e econômico em que é empregada, a palavra sublinhada assume o sentido de:

 

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Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

No primeiro parágrafo, lê-se o trecho: ...imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento.... Sintaticamente, o pronome relativo sublinhado desempenha o papel de:

 

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Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

Considere a seguinte oração passiva adaptada do texto: A plataforma do Monitor do Crédito Rural é atualizada mensalmente pela organização. Com isso, assinale a alternativa que apresenta a transposição CORRETA desse período para a voz ativa, mantendo o tempo verbal original.

 

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Crédito rural financiou R$ 92,4 bilhões em áreas com alertas ambientais

Cerca de 15% do crédito rural público concedido no Brasil entre 2019 e 2025 foi destinado a imóveis rurais que apresentam alertas de desmatamento ou degradação da vegetação nativa. Segundo a nova edição do Monitor do Crédito Rural, lançada pelo MapBiomas, foram identificadas 831 mil operações de financiamento nessas condições, que somam R$ 92,4 bilhões.

Segundo o levantamento, mais de 400 instituições financeiras operam crédito rural no país, mas cinco delas concentram cerca de 60% do volume total financiado: Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Sicredi e Banrisul. No período analisado, o crédito rural público somou R$ 613,18 bilhões. O Banco do Nordeste realizou o maior número de operações, o equivalente a 56% do total entre 2019 e 2025. Neste mesmo período, o Banco do Brasil lidera em valores financiados, com R$ 306 bilhões.

Entre as operações que apresentam sobreposição com camadas socioambientais (alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, quilombos e florestas públicas), o Banco do Nordeste respondeu por 630% do total de contratos. Em volume financeiro, o Banco do Brasil concentrou 33% dos recursos. Um alerta de desmatamento não significa automaticamente que o crédito foi concedido de forma irregular.

De acordo com o levantamento, mais de 68% das operações de crédito rural público concedidas desde 2019 tiveram como finalidade investimentos. Cerca de 58% estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. Os bovinos aparecem como o principal produto financiado, presentes em cerca de 21% das operações. O Piauí foi o estado que registrou o maior número de operações de crédito rural com algum tipo de sobreposição a áreas socioambientais, com 336 mil contratos entre 2019 e 2025. Já em volume de recursos, os maiores valores foram registrados no Tocantins, com R$ 13,9 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 13,3 bilhões, e Rondônia, com R$ 13 bilhões.

Segundo o MapBiomas Alerta, a plataforma identifica perda da vegetação nativa, mas não julga a legalidade ou irregularidade da supressão. O Código Florestal Brasileiro permite o desmatamento sob certas condições, desde que o produtor obtenha uma Autorização de Supressão de Vegetação (ASV). A concessão de crédito rural é proibida sobre áreas formalmente embargadas por orgãos ambientais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (lbama). Um imóvel pode possuir um alerta de satélite, mas sem o auto de infração ou embargo oficial não há impedimento para conseguir o crédito.

Em dezembro de 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras que obrigam os bancos a cruzarem alertas de satélite (como o sistema Prodes) para bloquear o crédito rural antes mesmo de um embargo formal. Porém, a validade da medida foi adiada para janeiro de 2027.

O Monitor do Crédito Rural cruza informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) com bases geoespaciais produzidas pelo MapBiomas, incluindo alertas de desmatamento, embargos ambientais, terras indígenas, unidades de conservação, territórios quilombolas e florestas públicas. Segundo a organização, a plataforma é atualizada mensalmente com os dados mais recentes disponibilizados pelo Banco Central. A nova versão da plataforma ampliou o alcance do monitoramento ao incorporar o Cadastro Ambiental Rural (CAR) informado nas operações registradas no Sicor.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-07/credito-rural-financiou-r-924-bi-em-areas-com-alertas-ambientais (adaptado)

No quarto parágrafo do texto, lê-se: ...estavam ligadas à pecuária, enquanto aproximadamente 23% foram destinadas à aquisição de animais. A respeito do emprego da crase em ambos os casos, assinale a alternativa CORRETA.

 

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