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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra
a violência nas escolas
Diante da escalada de ataques e episódios de violência
em instituições de ensino, como os recentes casos
registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e
educadores defendem uma mudança radical na
estratégia de enfrentamento.
Em vez de focar exclusivamente em medidas de
segurança física, como detectores de metais e vigilância
armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar
passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento
e pela humanização das relações pedagógicas.
A resposta institucional imediata costuma ser o controle.
No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola
excessivamente burocratizada e centrada no
desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos
jovens. Muitos dos que produzem violência carregam
marcas de exclusão social e ressentimento.
A violência escolar não se resolve com controle,
vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter
episódios imediatos, mas dificilmente transformam as
causas profundas e estruturais que atravessam os
sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro,
que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia
e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes:
princípios e práticas".
Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza
que é necessário que o aluno deixe de ser um número
ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito
legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de
classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue
com as angústias reais do estudante", afirma Maria
Amélia.
De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem
encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um
adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem
desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto
coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e
passa a ser um espaço de proteção", avalia.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra
a violência nas escolas
Diante da escalada de ataques e episódios de violência
em instituições de ensino, como os recentes casos
registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e
educadores defendem uma mudança radical na
estratégia de enfrentamento.
Em vez de focar exclusivamente em medidas de
segurança física, como detectores de metais e vigilância
armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar
passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento
e pela humanização das relações pedagógicas.
A resposta institucional imediata costuma ser o controle.
No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola
excessivamente burocratizada e centrada no
desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos
jovens. Muitos dos que produzem violência carregam
marcas de exclusão social e ressentimento.
A violência escolar não se resolve com controle,
vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter
episódios imediatos, mas dificilmente transformam as
causas profundas e estruturais que atravessam os
sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro,
que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia
e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes:
princípios e práticas".
Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza
que é necessário que o aluno deixe de ser um número
ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito
legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de
classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue
com as angústias reais do estudante", afirma Maria
Amélia.
De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem
encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um
adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem
desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto
coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e
passa a ser um espaço de proteção", avalia.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.
II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.
III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."
IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra
a violência nas escolas
Diante da escalada de ataques e episódios de violência
em instituições de ensino, como os recentes casos
registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e
educadores defendem uma mudança radical na
estratégia de enfrentamento.
Em vez de focar exclusivamente em medidas de
segurança física, como detectores de metais e vigilância
armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar
passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento
e pela humanização das relações pedagógicas.
A resposta institucional imediata costuma ser o controle.
No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola
excessivamente burocratizada e centrada no
desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos
jovens. Muitos dos que produzem violência carregam
marcas de exclusão social e ressentimento.
A violência escolar não se resolve com controle,
vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter
episódios imediatos, mas dificilmente transformam as
causas profundas e estruturais que atravessam os
sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro,
que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia
e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes:
princípios e práticas".
Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza
que é necessário que o aluno deixe de ser um número
ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito
legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de
classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue
com as angústias reais do estudante", afirma Maria
Amélia.
De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem
encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um
adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem
desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto
coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e
passa a ser um espaço de proteção", avalia.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
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A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
A ilusão da eficiência
Em tempos de intensa digitalização dos serviços
públicos, tornou-se comum associar o avanço
tecnológico à ideia de eficiência administrativa.
Entretanto, a mera incorporação de ferramentas digitais
não assegura, por si só, a melhoria dos serviços
prestados ao cidadão. A tecnologia, quando
desacompanhada de planejamento, de capacitação
permanente dos servidores e de mecanismos de
controle, converte-se em instrumento estéril, incapaz
de produzir os resultados que dela se esperam.
Não raro, administrações públicas investem
vultosos recursos em sistemas informatizados sem
previamente redefinir seus processos internos. Cria-se,
então, a falsa impressão de modernização, quando, em
verdade, apenas se transferem para o ambiente digital
as mesmas deficiências que já comprometiam os
procedimentos tradicionais.
A eficiência administrativa exige mais do que
equipamentos sofisticados ou plataformas eletrônicas
de última geração. Requer, sobretudo, a construção de
uma cultura institucional baseada no planejamento, na
transparência e na avaliação contínua dos resultados.
Sem esses pilares, a tecnologia deixa de ser
instrumento de transformação para tornar-se mero
ornamento burocrático.
Por isso, a verdadeira inovação na Administração
Pública não reside simplesmente na aquisição de
novos sistemas, mas na capacidade de repensar
práticas, corrigir distorções e colocar o interesse
público acima do fascínio pelas soluções tecnológicas.
(Celso Magalhães – Texto adaptado)
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