Foram encontradas 358.372 questões.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Feiras como ambientes de aprendizagem
A feira e um fenômeno na historia econômica e
sociocultural da modernidade. precedida pelo mercado,
pode ser interpretada como um fenômeno social total,
cuja análise sobre o exercício da troca desde as antigas
civilizações e sugestiva quando se examina o potencial de
aprendizagem de feiras.
O fenômeno da troca está arraigado nas práticas
sociais desde as civilizações mais antigas e representa
muito mais que um interesse econômico: as trocas são
fenômenos sociais 'totais' e expressam ao mesmo tempo
e de uma só vez todas as espécies de instituições:
religiosas, jurídicas e morais.
Feiras são eventos que representam um
microcosmo das indústrias que representam, abrigando
variadas ações de compradores e vendedores, provedores
de serviços, parceiros, organismos setoriais e regulatórios,
que expõem e analisam produtos e/ou serviços para a
realização de negócios.
As feiras criam um ambiente especial, social,
lúdico, que muitas vezes sugere lazer, no qual os membros
de uma organização podem interagir intensamente com
clientes, competidores e fornecedores. Esses traços
conferem _ feiras a qualidade de um contexto favorável
aprendizaoem.
Identifica-se nas feiras um ambiente propício ao
estabelecimento da justaposição entre ordem e desordem,
humor e emoção, reconhecidos facilitadores da
aprendizagem. A aprendizagem organizacional é facilitada
quando a ordem está justaposta à desordem, pois é nesses
momentos que as pessoas conseguem perceber o que é,
geralmente, imperceptível. Tais momentos não são obvios
nem podem ser confundidos com as atividades
formalmente voltadas à aprendizagem.
Existem facilitadores da aprendizagem, os quais
estão implícitos em mensagens complexas transmitidas
em situações de humor, improvisação, pequenas vitórias
etc. São ocasiões que representam momentos de
aprendizado, mas que geram consequências importantes
para a organização.
Cabe ainda observar que, na base da valorização
do contexto social na aprendizagem, estão as ideias do
construtivismo social, que considera a existência na mente
dos aprendizes de uma Zona de Desenvolvimento
Proximal (ZDP), que representa a diferença entre o que o
aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz
de atingir através da interação social, cultural e contextual.
A ideia da ZDP sugere, em cada momento do
desenvolvimento cognitivo de uma pessoa, a existência de
uma 'janela de aprendizagem" que pode ser mais ou
menos estreita. A aplicação dessa ideia no desenho de
contextos de aprendizagem implica prover às pessoas um
leque diversificado de atividades e de conteúdos, de modo
que cada uma possa personalizar suas aprendizagens dentro da estrutura das metas e objetivos de um
determirrado programa de aprendizagem.
No caso específico das Íeiras, estas se configuram
em oportunidades em que profissionais e especialistas de
uma determinada área se agrupam, permitindo a qualquer
interessado aprender não só de forma objetiva, mas
também de forma tácita, a respeito de diferentes
conteúdos e habilidades vinculados ao seu trabalho.
Em suma, as feiras, expressão da cultura dos
negócios, constituem-se como um evento social com
amplo potencial de aprendizado para as empresas.
Adaptado de: Jefferson Setubal e yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Feiras como ambientes de aprendizagem
A feira e um fenômeno na historia econômica e
sociocultural da modernidade. precedida pelo mercado,
pode ser interpretada como um fenômeno social total,
cuja análise sobre o exercício da troca desde as antigas
civilizações e sugestiva quando se examina o potencial de
aprendizagem de feiras.
O fenômeno da troca está arraigado nas práticas
sociais desde as civilizações mais antigas e representa
muito mais que um interesse econômico: as trocas são
fenômenos sociais 'totais' e expressam ao mesmo tempo
e de uma só vez todas as espécies de instituições:
religiosas, jurídicas e morais.
Feiras são eventos que representam um
microcosmo das indústrias que representam, abrigando
variadas ações de compradores e vendedores, provedores
de serviços, parceiros, organismos setoriais e regulatórios,
que expõem e analisam produtos e/ou serviços para a
realização de negócios.
As feiras criam um ambiente especial, social,
lúdico, que muitas vezes sugere lazer, no qual os membros
de uma organização podem interagir intensamente com
clientes, competidores e fornecedores. Esses traços
conferem _ feiras a qualidade de um contexto favorável
aprendizaoem.
Identifica-se nas feiras um ambiente propício ao
estabelecimento da justaposição entre ordem e desordem,
humor e emoção, reconhecidos facilitadores da
aprendizagem. A aprendizagem organizacional é facilitada
quando a ordem está justaposta à desordem, pois é nesses
momentos que as pessoas conseguem perceber o que é,
geralmente, imperceptível. Tais momentos não são obvios
nem podem ser confundidos com as atividades
formalmente voltadas à aprendizagem.
Existem facilitadores da aprendizagem, os quais
estão implícitos em mensagens complexas transmitidas
em situações de humor, improvisação, pequenas vitórias
etc. São ocasiões que representam momentos de
aprendizado, mas que geram consequências importantes
para a organização.
Cabe ainda observar que, na base da valorização
do contexto social na aprendizagem, estão as ideias do
construtivismo social, que considera a existência na mente
dos aprendizes de uma Zona de Desenvolvimento
Proximal (ZDP), que representa a diferença entre o que o
aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz
de atingir através da interação social, cultural e contextual.
A ideia da ZDP sugere, em cada momento do
desenvolvimento cognitivo de uma pessoa, a existência de
uma 'janela de aprendizagem" que pode ser mais ou
menos estreita. A aplicação dessa ideia no desenho de
contextos de aprendizagem implica prover às pessoas um
leque diversificado de atividades e de conteúdos, de modo
que cada uma possa personalizar suas aprendizagens dentro da estrutura das metas e objetivos de um
determirrado programa de aprendizagem.
No caso específico das Íeiras, estas se configuram
em oportunidades em que profissionais e especialistas de
uma determinada área se agrupam, permitindo a qualquer
interessado aprender não só de forma objetiva, mas
também de forma tácita, a respeito de diferentes
conteúdos e habilidades vinculados ao seu trabalho.
Em suma, as feiras, expressão da cultura dos
negócios, constituem-se como um evento social com
amplo potencial de aprendizado para as empresas.
Adaptado de: Jefferson Setubal e yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Feiras como ambientes de aprendizagem
A feira e um fenômeno na historia econômica e
sociocultural da modernidade. precedida pelo mercado,
pode ser interpretada como um fenômeno social total,
cuja análise sobre o exercício da troca desde as antigas
civilizações e sugestiva quando se examina o potencial de
aprendizagem de feiras.
O fenômeno da troca está arraigado nas práticas
sociais desde as civilizações mais antigas e representa
muito mais que um interesse econômico: as trocas são
fenômenos sociais 'totais' e expressam ao mesmo tempo
e de uma só vez todas as espécies de instituições:
religiosas, jurídicas e morais.
Feiras são eventos que representam um
microcosmo das indústrias que representam, abrigando
variadas ações de compradores e vendedores, provedores
de serviços, parceiros, organismos setoriais e regulatórios,
que expõem e analisam produtos e/ou serviços para a
realização de negócios.
As feiras criam um ambiente especial, social,
lúdico, que muitas vezes sugere lazer, no qual os membros
de uma organização podem interagir intensamente com
clientes, competidores e fornecedores. Esses traços
conferem _ feiras a qualidade de um contexto favorável
aprendizaoem.
Identifica-se nas feiras um ambiente propício ao
estabelecimento da justaposição entre ordem e desordem,
humor e emoção, reconhecidos facilitadores da
aprendizagem. A aprendizagem organizacional é facilitada
quando a ordem está justaposta à desordem, pois é nesses
momentos que as pessoas conseguem perceber o que é,
geralmente, imperceptível. Tais momentos não são obvios
nem podem ser confundidos com as atividades
formalmente voltadas à aprendizagem.
Existem facilitadores da aprendizagem, os quais
estão implícitos em mensagens complexas transmitidas
em situações de humor, improvisação, pequenas vitórias
etc. São ocasiões que representam momentos de
aprendizado, mas que geram consequências importantes
para a organização.
Cabe ainda observar que, na base da valorização
do contexto social na aprendizagem, estão as ideias do
construtivismo social, que considera a existência na mente
dos aprendizes de uma Zona de Desenvolvimento
Proximal (ZDP), que representa a diferença entre o que o
aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz
de atingir através da interação social, cultural e contextual.
A ideia da ZDP sugere, em cada momento do
desenvolvimento cognitivo de uma pessoa, a existência de
uma 'janela de aprendizagem" que pode ser mais ou
menos estreita. A aplicação dessa ideia no desenho de
contextos de aprendizagem implica prover às pessoas um
leque diversificado de atividades e de conteúdos, de modo
que cada uma possa personalizar suas aprendizagens dentro da estrutura das metas e objetivos de um
determirrado programa de aprendizagem.
No caso específico das Íeiras, estas se configuram
em oportunidades em que profissionais e especialistas de
uma determinada área se agrupam, permitindo a qualquer
interessado aprender não só de forma objetiva, mas
também de forma tácita, a respeito de diferentes
conteúdos e habilidades vinculados ao seu trabalho.
Em suma, as feiras, expressão da cultura dos
negócios, constituem-se como um evento social com
amplo potencial de aprendizado para as empresas.
Adaptado de: Jefferson Setubal e yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Feiras como ambientes de aprendizagem
A feira e um fenômeno na historia econômica e
sociocultural da modernidade. precedida pelo mercado,
pode ser interpretada como um fenômeno social total,
cuja análise sobre o exercício da troca desde as antigas
civilizações e sugestiva quando se examina o potencial de
aprendizagem de feiras.
O fenômeno da troca está arraigado nas práticas
sociais desde as civilizações mais antigas e representa
muito mais que um interesse econômico: as trocas são
fenômenos sociais 'totais' e expressam ao mesmo tempo
e de uma só vez todas as espécies de instituições:
religiosas, jurídicas e morais.
Feiras são eventos que representam um
microcosmo das indústrias que representam, abrigando
variadas ações de compradores e vendedores, provedores
de serviços, parceiros, organismos setoriais e regulatórios,
que expõem e analisam produtos e/ou serviços para a
realização de negócios.
As feiras criam um ambiente especial, social,
lúdico, que muitas vezes sugere lazer, no qual os membros
de uma organização podem interagir intensamente com
clientes, competidores e fornecedores. Esses traços
conferem _ feiras a qualidade de um contexto favorável
aprendizaoem.
Identifica-se nas feiras um ambiente propício ao
estabelecimento da justaposição entre ordem e desordem,
humor e emoção, reconhecidos facilitadores da
aprendizagem. A aprendizagem organizacional é facilitada
quando a ordem está justaposta à desordem, pois é nesses
momentos que as pessoas conseguem perceber o que é,
geralmente, imperceptível. Tais momentos não são obvios
nem podem ser confundidos com as atividades
formalmente voltadas à aprendizagem.
Existem facilitadores da aprendizagem, os quais
estão implícitos em mensagens complexas transmitidas
em situações de humor, improvisação, pequenas vitórias
etc. São ocasiões que representam momentos de
aprendizado, mas que geram consequências importantes
para a organização.
Cabe ainda observar que, na base da valorização
do contexto social na aprendizagem, estão as ideias do
construtivismo social, que considera a existência na mente
dos aprendizes de uma Zona de Desenvolvimento
Proximal (ZDP), que representa a diferença entre o que o
aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz
de atingir através da interação social, cultural e contextual.
A ideia da ZDP sugere, em cada momento do
desenvolvimento cognitivo de uma pessoa, a existência de
uma 'janela de aprendizagem" que pode ser mais ou
menos estreita. A aplicação dessa ideia no desenho de
contextos de aprendizagem implica prover às pessoas um
leque diversificado de atividades e de conteúdos, de modo
que cada uma possa personalizar suas aprendizagens dentro da estrutura das metas e objetivos de um
determirrado programa de aprendizagem.
No caso específico das Íeiras, estas se configuram
em oportunidades em que profissionais e especialistas de
uma determinada área se agrupam, permitindo a qualquer
interessado aprender não só de forma objetiva, mas
também de forma tácita, a respeito de diferentes
conteúdos e habilidades vinculados ao seu trabalho.
Em suma, as feiras, expressão da cultura dos
negócios, constituem-se como um evento social com
amplo potencial de aprendizado para as empresas.
Adaptado de: Jefferson Setubal e yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Feiras como ambientes de aprendizagem
A feira e um fenômeno na historia econômica e
sociocultural da modernidade. precedida pelo mercado,
pode ser interpretada como um fenômeno social total,
cuja análise sobre o exercício da troca desde as antigas
civilizações e sugestiva quando se examina o potencial de
aprendizagem de feiras.
O fenômeno da troca está arraigado nas práticas
sociais desde as civilizações mais antigas e representa
muito mais que um interesse econômico: as trocas são
fenômenos sociais 'totais' e expressam ao mesmo tempo
e de uma só vez todas as espécies de instituições:
religiosas, jurídicas e morais.
Feiras são eventos que representam um
microcosmo das indústrias que representam, abrigando
variadas ações de compradores e vendedores, provedores
de serviços, parceiros, organismos setoriais e regulatórios,
que expõem e analisam produtos e/ou serviços para a
realização de negócios.
As feiras criam um ambiente especial, social,
lúdico, que muitas vezes sugere lazer, no qual os membros
de uma organização podem interagir intensamente com
clientes, competidores e fornecedores. Esses traços
conferem _ feiras a qualidade de um contexto favorável
aprendizaoem.
Identifica-se nas feiras um ambiente propício ao
estabelecimento da justaposição entre ordem e desordem,
humor e emoção, reconhecidos facilitadores da
aprendizagem. A aprendizagem organizacional é facilitada
quando a ordem está justaposta à desordem, pois é nesses
momentos que as pessoas conseguem perceber o que é,
geralmente, imperceptível. Tais momentos não são obvios
nem podem ser confundidos com as atividades
formalmente voltadas à aprendizagem.
Existem facilitadores da aprendizagem, os quais
estão implícitos em mensagens complexas transmitidas
em situações de humor, improvisação, pequenas vitórias
etc. São ocasiões que representam momentos de
aprendizado, mas que geram consequências importantes
para a organização.
Cabe ainda observar que, na base da valorização
do contexto social na aprendizagem, estão as ideias do
construtivismo social, que considera a existência na mente
dos aprendizes de uma Zona de Desenvolvimento
Proximal (ZDP), que representa a diferença entre o que o
aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz
de atingir através da interação social, cultural e contextual.
A ideia da ZDP sugere, em cada momento do
desenvolvimento cognitivo de uma pessoa, a existência de
uma 'janela de aprendizagem" que pode ser mais ou
menos estreita. A aplicação dessa ideia no desenho de
contextos de aprendizagem implica prover às pessoas um
leque diversificado de atividades e de conteúdos, de modo
que cada uma possa personalizar suas aprendizagens dentro da estrutura das metas e objetivos de um
determirrado programa de aprendizagem.
No caso específico das Íeiras, estas se configuram
em oportunidades em que profissionais e especialistas de
uma determinada área se agrupam, permitindo a qualquer
interessado aprender não só de forma objetiva, mas
também de forma tácita, a respeito de diferentes
conteúdos e habilidades vinculados ao seu trabalho.
Em suma, as feiras, expressão da cultura dos
negócios, constituem-se como um evento social com
amplo potencial de aprendizado para as empresas.
Adaptado de: Jefferson Setubal e yeda de Souza. Feiras setoriais e seu
potencial para a aprendizagem organizacional. Teoria e Evidência
Econômica, Passo Fundo, 2004.
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A questão se refere ao Estatuto Social da
FENAC S/A.
Analise o texto a seguir, acerca de auditoria
interna:
A auditoria interna será atribuição da unidade de controle interno do estado do Río Grande do Sul, com auxílio de pessoa indicada pelo Conselho de Administração, que prestará serviço auxiliar de auditoria interna, nos termos de legislação estadual específica.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
(1ª parte): O texto apresenta uma estrutura esportiva narrativa, iniciando com dados estatísticos de consumo e progredindo para a análise do mercado de trabalho fornal.
(2ª parte): A frase o setor de eventos não apenas se recuperou, no último parágrafo, pressupõe que houve um momento de queda ou crise anterior (a pandemia).
(3ª parte): A expressão Além do avanço do consumo, no terceiro parágrafo, introduz uma relação de adição, conectando o desempenho financeiro ao desempenho do mercado de trabalho.
Pode-se afirmar que:
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Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaPreposições
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Setor de eventos mantém recordes de emprego e
consumo no início de 2026
O setor de eventos de cultura e entretenimento segue
em trajetoria solida de crescimento em 2026. De acordo
com o mais recente Radar Econômico, boletim elaborado
pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos
(ABRAPE) com base em dados do IBGE, do Ministerio do
Trabalho e Emprego (MTE) e da Receita Federal, o
consumo no setor de recreação somou R$ 25,33 bilhões
no primeiro bimestre do ano, o maior nível da série
historica iniciada em janeiro de 2019.
Na comparação anual, o resultado reforça a expansão
contínua da demanda por atividades ligadas a cultura, ao
entretenimento e aos eventos, consolidando o setor em
patamar superior ao observado no período pré-pandemia.
A estimativa de consumo considera o peso mensal do item
Recreação no Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, associado à massa de
rendimento real dos trabalhadores com 14 anos ou mais,
conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios
Contínua (PNAD Contínua) mensal.
Além do avanço do consumo, o desempenho do
mercado de trabalho formal segue como um dos
principais destaques do setor. Dados do Novo Cadastro
Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da
Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), compilados
no Radar Econômico, mostram que o estoque de
empregos (total de vagas disponíveis em um mercado de
trabalho) no core business do setor de eventos atingiu
205.538 vínculos formais em fevereiro de 2026.
Em 2019, período pré-pandemia usado como
referência para avaliação do desempenho do segmento, o
setor empregava 111.401 trabalhadores formais. O
resultado atual representa um acréscimo de 94.137 postos
de trabalho, o equivalente a um crescimento de 84,5% no
período. Todos os segmentos que compõem o core
business do setor operam hoje em nível superior ao
observado antes da crise sanitária.
Entre as atividades, o maior avanço foi registrado no
segmento de organização de eventos, que apresentou
expansão de 149,1% no número de vínculos formais em
relação a 2019. Também tiveram crescimento expressivo
as atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental
(64,5%), atividades artísticas e espetáculos (58,0%),
produção e promoção de eventos esportivos (52,0%) e
recreação e lazer (21,9%,).
No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o setor
de eventos registrou saldo positivo de empregos, ainda
que em ritmo mais moderado na comparação com o forte
crescimento observado ao longo de 2025, movimento que
reflete uma fase de acomodação apos a intensa expansão
pos-pandemia.
O impacto do setor de eventos tambern se reflete no
chamado hub setorial, que reúne atividades diretamente
impactadas pelo segmento, como turismo, hospedagem,
alimentação, publicidade, infraestrutura para eventos,
segurança privada e serviços gerais. Nesse conjunto de
atividades, o estoque de empregos formais passou de 3,45
milhões em 2019 para 4,27 milhões em fevereiro de 2026,
um aumento de 820.490 postos de trabalho, equivalente a
um crescimento de 23,8%.
Entre os destaques do hub setorial estão os
segmentos de Publicidade e Propaga nda, com
crescimento de 95,9% no estoque de empregos em
relação ao período pré-pandemia, e Infraestrutura para
promoção de eventos (palcos, estandes e coberturas), que
avançou 84,3% no mesmo intervalo.
Na comparação com outros grandes setores da
economia, o setor de eventos mantém o maior
crescimento proporcional do estoque de empregos.
Enquanto o core business de eventos registra expansão de
84,5%, setores como construção cresceram 44,5%, serviços
25,0%, comércio 20,2% e indústria geral 17,7%.
"Os números mostram que o setor de eventos não
apenas se recuperou, mas atingiu um novo patamar
estrutural. Esse desempenho reforça a importância de
políticas públicas que garantam previsibilidade e segurança
jurídica, permitindo que a cadeia produtiva continue
investindo, gerando empregos e movimentando a economia em todo o país", destacou o presidente da ABRAPE.
Adaptado de: https://www.a brape.com.brlsetor-de-eventosmantem-recordes-de-emprego-e-consumo-no-inicio-de-2026/.
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