Foram encontradas 365.280 questões.
Analise as partes que seguem: Os
laboratórios farmacêuticos de natureza pública que não
tiverem as condições técnicas para a produção de
fármacos poderão desenvolver projetos e celebrar
acordos, convênios e outros ajustes (1ª parte) com vistas
à adaptação de sua linha produtiva (2ª parte) e à
aquisição de tecnologias e processos direcionados à
produção farmoquímica (3ª parte).
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
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Analise o texto a seguir, conforme a Lei
Orgânica:
São infrações político-administrativas do Prefeito, sujeitas ao julgamento pela Câmara Municipal e sancionada com a cassação do mandato, impedir o funcionamento regular da Câmara, proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo, assim como omitir-se ou negligenciar na defesa de bens, rendas, direitos on interesse do Município, sujeitos à administração da Prefeitura, entre outros exemplos.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
São infrações político-administrativas do Prefeito, sujeitas ao julgamento pela Câmara Municipal e sancionada com a cassação do mandato, impedir o funcionamento regular da Câmara, proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo, assim como omitir-se ou negligenciar na defesa de bens, rendas, direitos on interesse do Município, sujeitos à administração da Prefeitura, entre outros exemplos.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaVerbosClassificação dos Verbos
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Nacional da Imunização
Com o objetivo de alertar sobre a necessidade de
manter as vacinas em dia, garantindo a proteção individual
e coletiva contra diversas doenças, celebra-se, em 9 de
junho, o Dia Nacional da Imunização. A vacinação é
reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para
preservar a saúde da população e fortalecer a saúde e
resistência da sociedade. Além de prevenir doenças graves,
a imunização contribui para reduzir a disseminação desses
agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles
que não podem ser vacinados por motivos de saúde.
Um dos mais importantes patrimônios do Sistema
Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de
Imunizações (PND é um dos maiores do mundo. instituído
em 1973, é responsável por elaborar a política de
vacinação do Brasil, desde a compra das vacinas de rotina
até a definição do público que será imunizado.
Por meio do programa, o governo federal
disponibiliza no SUS 50 imunobiológicos: 32 vacinas, 13
soros e 5 imunoglobulinas. Esses imunobiológicos incluem
tanto as vacinas da rotina, quanto vacinas e
imunoglobulinas indicadas para grupos em condições
clínicas especiais, como pessoas com HIV, pessoas em
tratamento de algumas doenças, bebês muito prematuros
ou com comorbidades, dentre outros, aplicadas nos
Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, e
inclui também vacinações estratégicas de campanha para grupos vulneráveis, como a covid-19 e a influenza (gripe).
O PNI é responsável por coordenar as campanhas
anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo
alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção
individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com estados,
municípios e o Distrito Federal para garantir o acesso
equitativo às vacinas em todo o país.
Fonte: https://bvsms.saude.gov.brl9-6-dia- nacional -da-imunizacao-2026/ (com adaptações).
O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação.
I. A palavra responsável é acentuada pela mesma regra ortográfica que justifica o acento em vulnerável.
II. O verbo coordenar é classificado como regular, pois mantém o seu radical em todas as suas flexões, seguindo o paradigma dos verbos da primeira conjugação.
III. O termo anuais classifica-se morfologicamente como um advérbio de tempo, indicando a periodicidade com que a ação verbal se realiza.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Nacional da Imunização
Com o objetivo de alertar sobre a necessidade de
manter as vacinas em dia, garantindo a proteção individual
e coletiva contra diversas doenças, celebra-se, em 9 de
junho, o Dia Nacional da Imunização. A vacinação é
reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para
preservar a saúde da população e fortalecer a saúde e
resistência da sociedade. Além de prevenir doenças graves,
a imunização contribui para reduzir a disseminação desses
agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles
que não podem ser vacinados por motivos de saúde.
Um dos mais importantes patrimônios do Sistema
Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de
Imunizações (PND é um dos maiores do mundo. instituído
em 1973, é responsável por elaborar a política de
vacinação do Brasil, desde a compra das vacinas de rotina
até a definição do público que será imunizado.
Por meio do programa, o governo federal
disponibiliza no SUS 50 imunobiológicos: 32 vacinas, 13
soros e 5 imunoglobulinas. Esses imunobiológicos incluem
tanto as vacinas da rotina, quanto vacinas e
imunoglobulinas indicadas para grupos em condições
clínicas especiais, como pessoas com HIV, pessoas em
tratamento de algumas doenças, bebês muito prematuros
ou com comorbidades, dentre outros, aplicadas nos
Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, e
inclui também vacinações estratégicas de campanha para grupos vulneráveis, como a covid-19 e a influenza (gripe).
O PNI é responsável por coordenar as campanhas
anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo
alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção
individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com estados,
municípios e o Distrito Federal para garantir o acesso
equitativo às vacinas em todo o país.
Fonte: https://bvsms.saude.gov.brl9-6-dia- nacional -da-imunizacao-2026/ (com adaptações).
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Dia Nacional da Imunização
Com o objetivo de alertar sobre a necessidade de
manter as vacinas em dia, garantindo a proteção individual
e coletiva contra diversas doenças, celebra-se, em 9 de
junho, o Dia Nacional da Imunização. A vacinação é
reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para
preservar a saúde da população e fortalecer a saúde e
resistência da sociedade. Além de prevenir doenças graves,
a imunização contribui para reduzir a disseminação desses
agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles
que não podem ser vacinados por motivos de saúde.
Um dos mais importantes patrimônios do Sistema
Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de
Imunizações (PND é um dos maiores do mundo. instituído
em 1973, é responsável por elaborar a política de
vacinação do Brasil, desde a compra das vacinas de rotina
até a definição do público que será imunizado.
Por meio do programa, o governo federal
disponibiliza no SUS 50 imunobiológicos: 32 vacinas, 13
soros e 5 imunoglobulinas. Esses imunobiológicos incluem
tanto as vacinas da rotina, quanto vacinas e
imunoglobulinas indicadas para grupos em condições
clínicas especiais, como pessoas com HIV, pessoas em
tratamento de algumas doenças, bebês muito prematuros
ou com comorbidades, dentre outros, aplicadas nos
Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, e
inclui também vacinações estratégicas de campanha para grupos vulneráveis, como a covid-19 e a influenza (gripe).
O PNI é responsável por coordenar as campanhas
anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo
alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção
individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com estados,
municípios e o Distrito Federal para garantir o acesso
equitativo às vacinas em todo o país.
Fonte: https://bvsms.saude.gov.brl9-6-dia- nacional -da-imunizacao-2026/ (com adaptações).
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Microempreendedoras vítimas de violência terão
crédito especial
Microempresárias do setor de turismo vítimas de
violência doméstica ou de gênero poderão pedir a
suspensão temporária dos pagamentos de financiamentos
obtidos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur),
bem como a ampliação dos prazos de carência. As
mudanças nas regras do fundo criado para oferecer
suporte financeiro a empreendimentos e políticas públicas
de desenvolvimento do setor foram anunciadas pelo
ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Segundo a pasta, o objetivo das condições
especiais de crédito para microempreendedoras do setor
turístico é oferecer proteção e suporte econômico as
vítimas de violência.
"A medida vai permitir que as mulheres que
enfrentam momento difícil contem com carência maior
nos financiamentos do Fungetur, dando estabilidade para
preservar seus negócios e, depois, voltar a arcar com as
parcelas", afirmou Feliciano, ao anunciar a medida durante
o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João
Pessoa (PB).
Com as mudanças nas regras operacionais do
Fungetur, além da possibilidade de pedir a suspensão
temporária dos pagamentos por até seis meses, as
interessadas poderão solicitar que o prazo de amortização
para investimentos em capital fixo passe de 240 para 246
meses, com carência estendida de 60 para 66 meses. No
caso do financiamento de bens, a amortização sobe para
126 meses e a carência para 54 meses. Nas operações de
capital de giro isolado, o limite de amortização vai a 126
meses e a carência é ampliada de 24 para 30 meses.
As novas regras valem tanto para novos
financiamentos quanto para contratos em fase de
amortização. Para receber o benefício, a solicitante terá
que comprovar que é alvo de violência física, sexual,
psicológica, moral ou patrimonial previstos na Lei Maria da
Penha. A apresentação de documentos oficiais, como
medidas protetivas, decisões judiciais ou boletins de
ocorrência, é obrigatória.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança
Pública, o Brasil registra mais de um milhão de
atendimentos anuais relacionados à violência de gênero.
Considerando que mais de 10 milhões de mulheres estão
à frente de um negócio no país, o Ministério do Turismo
estima que os casos de violência tendem a agravar a
vulnerabilidade econômica das empreendedoras,
afetando a gestão dos negócios, a geração de renda, a
manutenção de empregos e a sustentabilidade dos
empreendimentos turísticos.
Daí a expectativa da pasta em "ampliar as
condições de acesso e permanência das mulheres nas
linhas de financiamento do Fungetur, reduzir os impactos
econômicos da violência de gênero sobre os negócios e
fortalecer a autonomia financeira feminina".
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brlecon omia / noticia /2026-
06/mtur- microempreendedoras-vitimas-de-violencia-terao-cred itorspecial (adaptado)
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