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4200914 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como foi a descoberta do "fungo zumbi" brasileiro.

O autor principal do trabalho que descreve o Purpureocillium atlanticum é o micologista brasileiro João Araújo, professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

Em entrevista à BBC News Brasil, ele detalhou que a expedição envolveu diversos pesquisadores, de várias áreas do conhecimento, que foram até uma reserva particular chamada Alto da Figueira, no município de Nova Friburgo, para observar e catalogar novas espécies de plantas, fungos e animais.

Os especialistas observaram a "ponta" do fungo — conhecida tecnicamente como estroma, ou corpo de frutificação — no chão da floresta e, com a ajuda de um canivete, Araújo escavou a área ao redor para retirá-lo por inteiro.

A análise mostrou que a espécie havia infectado uma aranha de alçapão, que já estava morta.

Esse corpo de frutificação citado anteriormente é a estrutura pela qual os esporos do fungo são liberados para garantir a propagação da espécie.

"Daí, uma vez em contato com outra aranha, os esporos perfuram o exoesqueleto para chegar à hemolinfa, onde estão os órgãos e o 'sangue' do bicho", detalha Araújo, que também é pesquisador associado honorário do Kew Gardens.

"Essas células do fungo começam então a se reproduzir e rapidamente o corpo do hospedeiro [a aranha de alçapão] fica todo tomado."

"O fungo solta substâncias para lutar contra o sistema imunológico do hospedeiro, que acaba morrendo", completa o pesquisador.

Araújo explica que uma espécie de fungo, a Purpureocillium atypicola, que tem uma ação semelhante, já havia sido descrita anteriormente em lugares como Japão, Estados Unidos e Tailândia.

Só que uma análise mais detalhada revelou que fungos classificados como integrantes dessa espécie podem ser, na verdade, diferentes espécies, com genéticas e características próprias.

"Nós vimos que, de fato, são espécies bastante distintas, que foram todas agrupadas dentro desse nome, Purpureocillium atypicola", observa o cientista.

"O que propomos agora, a partir das novas informações, é que o Purpureocillium atypicola é, na verdade um complexo de várias espécies, que inclui o Purpureocillium atlanticum entre eles."

Para fazer esse tipo de observação tão detalhada, a equipe de pesquisadores contou com uma nova ferramenta: o Oxford Nanopore, um pequeno aparelho que permite fazer o sequenciamento genético de seres vivos de forma portátil, no próprio campo de pesquisa.

"A grande vantagem desta tecnologia é poder usá-la logo ali, no momento em que o fungo ainda está fresco", contextualiza o micologista Vasco Fachada, do Kew Gardens, que não esteve envolvido diretamente com a pesquisa do Purpureocillium.

"O fato de o tecido do fungo ainda estar vivo aumenta a probabilidade de uma sequência genética de qualidade e de um estudo melhor", complementa ele.

Dezenas de espécies catalogadas pelo termo genérico "fungos zumbi" já foram descritas pela Ciência.

A mais famosa delas é o Ophiocordyceps, que foi retratado num dos episódios do documentário Planet Earth, da BBC Studios, narrado pelo naturalista britânico David Attenborough.

Esse trecho do documentário serviu de inspiração para os criadores da franquia The Last of Us, que faz sucesso no videogame e na televisão.

Na ficção, a história se passa num futuro pós-apocalíptico, em que a civilização entrou em colapso depois de uma pandemia causada por um fungo capaz de controlar a mente das pessoas e transformá-las em zumbis.

Na vida real, os gêneros Cordyceps e Ophiocordyceps são capazes de invadir o organismo de insetos, como algumas formigas, controlar o sistema nervoso deles e levá-los para um lugar mais alto, onde os esporos do microrganismo se espalham com facilidade.

Mas qual a relação entre o Ophiocordyceps e o Purpureocillium atlanticum recém-descoberto?

"O Purpureocillium está na família do Ophiocordyceps, então eles são próximos, são primos, vamos dizer assim", responde Araújo.

Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto, para facilitar o espalhamento de esporos, isso não parece acontecer com o Purpureocillium atlanticum: a aranha vítima desse fungo foi encontrada enterrada, e o esporo do fungo cresceu em direção ao solo, acima da camada de terra e folhas que cobriram o local onde o artrópode padeceu.

Mas, apesar dos paralelos entre vida real e ficção, a princípio não há motivos para se preocupar com o Purpureocillium atlanticum: ele se especializou em infectar aranhas de alçapão e parece não causar nenhum mal para seres humanos ou outras espécies.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o

"Ao contrário do que foi descrito com diversos representantes dos Ophiocordyceps, que controlam o sistema nervoso do inseto-hospedeiro para que ele morra num lugar mais alto,..."

O vocábulo "descrito" constitui um exemplo de emprego adequado de palavra parônima no texto. Agora, complete as lacunas tracejadas dos enunciados abaixo com os vocábulos parônimos que preenchem correta e respectivamente cada frase.

O___apresentou aos alunos uma explicação clara sobre as regras do Novo Acordo Ortográfico.

O texto___com naturalidade quando há coesão e coerência entre as ideias.

Ao analisar a obra, o leitor precisa___no contexto histórico para compreender plenamente o sentido do texto.

Durante a atividade física intensa, o corpo começa a___como mecanismo natural de regulação da temperatura.

 

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4200893 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
Analise o significado das palavras nos trechos extraídos do texto e assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para cada afirmativa apresentada.
(   ) Em "Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido", o termo 'avanços' pode ser substituído por 'progressos', mantendo o sentido.
(   ) Em "O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", o termo 'complicado' é antônimo de 'difícil'.
(   ) Em "Os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis", o termo 'palpáveis' é empregado em sentido conotativo, indicando apenas a possibilidade de ser tocado fisicamente.
(   ) Em "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça", a palavra 'dor' é usada no sentido conotativo, representando apenas sofrimento emocional, e não físico.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
 

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4200892 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
O vocábulo 'polimorfismos' não apresenta hífen. Nas frases abaixo, todas as palavras compostas estão corretamente grafadas sem hífen, exceto:
 

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4200891 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
O texto aborda a enxaqueca, destacando sua história, o estigma associado, os impactos sociais e econômicos, além da variedade de sintomas.
Com base no texto, identifique a alternativa CORRETA.
 

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4200890 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino."
Analise o emprego da vírgula no enunciado acima e assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para esse uso.
 

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4200889 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith."
O trecho acima apresenta concordância adequada. Agora, complete as lacunas com palavras corretamente flexionadas, de modo a manter também a concordância adequada.
I.___as correspondências.
II.A boiada___ um grande rio.
III.Fomos nós quem___a conta.
IV.___terrenos na área litoral.

A sequência que preenche corretamente as lacunas acima é:
 

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4200888 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som. Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos."

Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto, analise as afirmativas a seguir:
I.O vocábulo 'náuseas' recebe acento por apresentar o 'a' tônico que forma hiato com a vogal posterior 'u'.
II.O vocábulo 'estômago' recebe acento por ser uma proparoxítona, pois apresenta a antepenúltima sílaba tônica, o que também justifica o acento em 'específicos'.
III.O vocábulo 'têm' recebe acento por ser um monossílabo terminado em 'em', que sempre é acentuado.
IV.A palavra 'difícil' está corretamente acentuada por ser uma palavra paroxítona terminada em 'L'.

É correto o que se afirma em:
 

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4200887 Ano: 2026
Disciplina: Português
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Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado

O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado, segundo Dussor."

Na frase acima, o termo que exerce a função de núcleo do sujeito é:

 

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4200886 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos."

A forma verbal 'fosse' referente ao verbo 'ser' está corretamente empregada na:
 

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4200885 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: Pref. Águia Branca-ES
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que é tão difícil estudar a enxaqueca?
Nos séculos 18 e 19, a enxaqueca era tipicamente considerada um capricho feminino. Ela atingiria apenas mulheres bonitas, charmosas e inteligentes, com "personalidades de enxaqueca".
Embora 75% das pessoas que sofrem de enxaqueca sejam mulheres, este estigma centenário retardou as pesquisas sobre a condição e gerou escassez crônica de recursos para o seu estudo
"As pessoas achavam que fosse uma doença de histeria", explica Teshamae Monteith, chefe da divisão de dores de cabeça do Sistema de Saúde da Universidade de Miami, nos Estados Unidos.
Ainda hoje, muito poucas universidades contam com centros estáveis de pesquisa da enxaqueca e investimentos no setor, em comparação com outras condições neurológicas.
Apesar desse cenário, avanços científicos têm surgido. Em 2022, Nyholt examinou os genes de 100 mil pacientes que sofrem de enxaqueca e os comparou com 770 mil pessoas que não têm a condição. Ele identificou 123 'polimorfismos de risco', que são pequenas diferenças no código do DNA humano, associadas à enxaqueca."
Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith.
A enxaqueca é mais comum durante os anos mais produtivos da vida das pessoas, entre cerca de 25 e 55 anos de idade. Por isso, os que sofrem da condição são mais propensos a precisar faltar ao trabalho, perder seus empregos e se aposentar mais cedo.
Dados disponíveis no Reino Unido indicam que uma pessoa de 44 anos que sofre de enxaqueca custa para o governo 19.823 libras (US$ 27,3 mil, cerca de R$ 142 mil) a mais por ano, em comparação com alguém que não tem a condição.
Isso significa que a enxaqueca custa US$ 17 bilhões (cerca de R$ 88 bilhões) para a economia pública, todos os anos.
Um dos desafios do estudo da enxaqueca é justamente como seus sintomas podem ter amplo alcance.
Como a maioria das pessoas afetadas pela enxaqueca, sou uma mulher em idade de ter filhos. Os ataques são uma parte comum da minha vida durante a menstruação.
Minha dor de cabeça, normalmente, atinge o meu lado esquerdo e piora com os movimentos. Ela é precedida de forte sensibilidade a odores e, às vezes, meu braço e meu ombro esquerdo ficam congelados.
Mas outros pacientes sofrem sintomas como náuseas e vômitos, vertigens, dores de estômago e aumento da sensibilidade à luz e ao som.
Mais da metade dos pacientes sofre fadiga extrema e outros têm desejos alimentares específicos. Ainda outros bocejam excessivamente nas fases iniciais.
Cerca de 25% dos pacientes têm auras, visões brilhantes intensas e irregulares (ou cintilantes) ou borrões, parecidos com os vazamentos de luz nas câmeras de filme.
"O ataque de enxaqueca como um todo é algo muito complicado", segundo Dussor. "Não é apenas a dor. É toda uma série de eventos que acontecem bem antes do início da dor de cabeça."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz0pjr85l0jo adaptado
"Mas os impactos psicológicos, físicos e econômicos da enxaqueca são muito palpáveis, explica Monteith."
Considerando a separação silábica dos vocábulos presentes no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
 

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