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Pesquisadores americanos afirmam ter usado inteligência artificial para projetar vírus
totalmente novos, que são completamente funcionais e capazes de se replicar em laboratório.
[...] As ferramentas de IA estão avançando rapidamente e já foram usadas para desenvolver
novos antibióticos. Mas isso é relativamente simples em comparação com a criação de um novo
vírus totalmente do zero.
"Este é um próximo passo na complexidade que a IA generativa pode projetar. Esta é a
primeira vez que a IA generativa foi usada para projetar um genoma completo, algo que pode se
replicar e ter outras funções dentro das células... isso foi um território novo para nós", disse
Brian Hie, professor da Universidade Stanford, à BBC.
A tecnologia funciona de forma semelhante a grandes modelos de linguagem, como o
ChatGPT, que preveem sequências de texto. Neste caso, os modelos de IA, conhecidos como
Evo1 e Evo2, preveem a linguagem da biologia em vez de palavras. Os modelos de IA foram
treinados com códigos genéticos de vírus, bactérias, plantas e pessoas. Em seguida, foram
refinados para produzir um tipo de vírus, conhecido como bacteriófago, que infecta apenas
espécies específicas de bactérias.
[...] O desenvolvimento de novos fagos pode levar a novas formas de tratar infecções que
se tornaram resistentes a antibióticos. [...] Mas já surgiram preocupações de que a mesma
tecnologia possa ser usada maliciosamente para criar novas doenças. [...] Hie argumenta que as
medidas de proteção já existentes contribuem muito para "garantir que a tecnologia seja usada
para o bem".
Adaptado de: GALLAGHER, James. Como novos vírus criados por IA podem mudar a ciência (apesar de causarem preocupação). BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62xvgjz4xxo. Acesso em 12 ago. 20
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Pesquisadores americanos afirmam ter usado inteligência artificial para projetar vírus
totalmente novos, que são completamente funcionais e capazes de se replicar em laboratório.
[...] As ferramentas de IA estão avançando rapidamente e já foram usadas para desenvolver
novos antibióticos. Mas isso é relativamente simples em comparação com a criação de um novo
vírus totalmente do zero.
"Este é um próximo passo na complexidade que a IA generativa pode projetar. Esta é a
primeira vez que a IA generativa foi usada para projetar um genoma completo, algo que pode se
replicar e ter outras funções dentro das células... isso foi um território novo para nós", disse
Brian Hie, professor da Universidade Stanford, à BBC.
A tecnologia funciona de forma semelhante a grandes modelos de linguagem, como o
ChatGPT, que preveem sequências de texto. Neste caso, os modelos de IA, conhecidos como
Evo1 e Evo2, preveem a linguagem da biologia em vez de palavras. Os modelos de IA foram
treinados com códigos genéticos de vírus, bactérias, plantas e pessoas. Em seguida, foram
refinados para produzir um tipo de vírus, conhecido como bacteriófago, que infecta apenas
espécies específicas de bactérias.
[...] O desenvolvimento de novos fagos pode levar a novas formas de tratar infecções que
se tornaram resistentes a antibióticos. [...] Mas já surgiram preocupações de que a mesma
tecnologia possa ser usada maliciosamente para criar novas doenças. [...] Hie argumenta que as
medidas de proteção já existentes contribuem muito para "garantir que a tecnologia seja usada
para o bem".
Adaptado de: GALLAGHER, James. Como novos vírus criados por IA podem mudar a ciência (apesar de causarem preocupação). BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62xvgjz4xxo. Acesso em 12 ago. 20
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Pesquisadores americanos afirmam ter usado inteligência artificial para projetar vírus
totalmente novos, que são completamente funcionais e capazes de se replicar em laboratório.
[...] As ferramentas de IA estão avançando rapidamente e já foram usadas para desenvolver
novos antibióticos. Mas isso é relativamente simples em comparação com a criação de um novo
vírus totalmente do zero.
"Este é um próximo passo na complexidade que a IA generativa pode projetar. Esta é a
primeira vez que a IA generativa foi usada para projetar um genoma completo, algo que pode se
replicar e ter outras funções dentro das células... isso foi um território novo para nós", disse
Brian Hie, professor da Universidade Stanford, à BBC.
A tecnologia funciona de forma semelhante a grandes modelos de linguagem, como o
ChatGPT, que preveem sequências de texto. Neste caso, os modelos de IA, conhecidos como
Evo1 e Evo2, preveem a linguagem da biologia em vez de palavras. Os modelos de IA foram
treinados com códigos genéticos de vírus, bactérias, plantas e pessoas. Em seguida, foram
refinados para produzir um tipo de vírus, conhecido como bacteriófago, que infecta apenas
espécies específicas de bactérias.
[...] O desenvolvimento de novos fagos pode levar a novas formas de tratar infecções que
se tornaram resistentes a antibióticos. [...] Mas já surgiram preocupações de que a mesma
tecnologia possa ser usada maliciosamente para criar novas doenças. [...] Hie argumenta que as
medidas de proteção já existentes contribuem muito para "garantir que a tecnologia seja usada
para o bem".
Adaptado de: GALLAGHER, James. Como novos vírus criados por IA podem mudar a ciência (apesar de causarem preocupação). BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62xvgjz4xxo. Acesso em 12 ago. 20
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Pesquisadores americanos afirmam ter usado inteligência artificial para projetar vírus
totalmente novos, que são completamente funcionais e capazes de se replicar em laboratório.
[...] As ferramentas de IA estão avançando rapidamente e já foram usadas para desenvolver
novos antibióticos. Mas isso é relativamente simples em comparação com a criação de um novo
vírus totalmente do zero.
"Este é um próximo passo na complexidade que a IA generativa pode projetar. Esta é a
primeira vez que a IA generativa foi usada para projetar um genoma completo, algo que pode se
replicar e ter outras funções dentro das células... isso foi um território novo para nós", disse
Brian Hie, professor da Universidade Stanford, à BBC.
A tecnologia funciona de forma semelhante a grandes modelos de linguagem, como o
ChatGPT, que preveem sequências de texto. Neste caso, os modelos de IA, conhecidos como
Evo1 e Evo2, preveem a linguagem da biologia em vez de palavras. Os modelos de IA foram
treinados com códigos genéticos de vírus, bactérias, plantas e pessoas. Em seguida, foram
refinados para produzir um tipo de vírus, conhecido como bacteriófago, que infecta apenas
espécies específicas de bactérias.
[...] O desenvolvimento de novos fagos pode levar a novas formas de tratar infecções que
se tornaram resistentes a antibióticos. [...] Mas já surgiram preocupações de que a mesma
tecnologia possa ser usada maliciosamente para criar novas doenças. [...] Hie argumenta que as
medidas de proteção já existentes contribuem muito para "garantir que a tecnologia seja usada
para o bem".
Adaptado de: GALLAGHER, James. Como novos vírus criados por IA podem mudar a ciência (apesar de causarem preocupação). BBC News. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62xvgjz4xxo. Acesso em 12 ago. 20
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
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Não existiria som se não houvesse o silêncio Não haveria luz se não fosse a escuridão A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim
Cada voz que canta o amor Não diz tudo o que quer dizer Tudo o que cala fala mais alto ao coração Silenciosamente, eu te falo com paixão
Eu te amo calado Como quem ouve uma sinfonia De silêncios e de luz Nós somos medo e desejo Somos feitos de silêncio e som Tem certas coisas que eu não sei dizer
A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim [...]
Certas coisas, de Lulu Santos e Nelson Mota
I. [1ª estrofe] luz, o silêncio, a vida – objeto direto, objeto direto, sujeito simples.
II. [2ª estrofe] não, silenciosamente, te – adjunto adverbial de negação, adjunto adverbial de modo, objeto direto.
III. [3ª estrofe] eu, calado, uma sinfonia – sujeito oculto, predicativo do sujeito, complemento nominal.
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O novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto, consolidou-se como um dos grandes marcos do cinema nacional em 2025 e início de 2026. A obra despertou enorme interesse do público ao narrar uma trama de espionagem ambientada no Recife da década de 1970. Graças à sua estética refinada, a produção conquistou a crítica internacional, garantindo presença nos festivais mais prestigiados do mundo. O sucesso da película não se restringiu apenas às bilheterias, mas refletiu-se em uma prateleira repleta de troféus. Recentemente, esse projeto audiovisual foi laureado com prêmios de melhor direção e roteiro, reafirmando o talento do cineasta pernambucano. A aclamação desse título reforça a relevância das narrativas brasileiras no cenário global contemporâneo. Ao receber cada honraria, a equipe destacou a importância de registrar a memória política do país através da arte. Assim, o filme encerra sua trajetória inicial como um fenômeno artístico e cultural incontestável.
[Texto criado por IA]
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