Uma determinada empresa promoveu uma inesperada demissão
coletiva de funcionários. Colaboradores que não perderam seus
cargos reagiram declarando que só foram demitidos os colegas
que tinham desempenho insatisfatório. Considerando as
contribuições mais recentes da Psicodinâmica do Trabalho,
podemos identificar, nessa situação,
Filomena observa que sua filha Isabela está apresentando alguns comportamentos diferentes de sua irmã gêmea, Isadora.
Isabela tem dificuldade de concentração, agitação, pouca socialização, com isolamentos, dificuldade de focar em tarefas e
agressividade para com a irmã. Na escola, a professora e a coordenação solicitaram que a criança fosse avaliada por um
profissional da psicologia. Filomena procurou indicação de profissionais que realizassem avaliação psicológica no âmbito
clínico, e como é sabido, essa avaliação psicológica na prática clínica da psicologia chama-se psicodiagnóstico. Segundo
Hutz (2016, p. 18), psicodiagnóstico é definido como:
A Psicologia da Saúde pode ser definida como uma área de atuação da Psicologia que estuda os processos de saúde-doença, a influência dos fenômenos psíquicos na manutenção da saúde, no desenvolvimento das doenças, os estilos de
vida e busca desenvolver intervenções para prevenir e ajudar o paciente a lidar com o processo de adoecimento, em diferentes contextos de saúde. Para isso, ela busca a identificação de relações funcionais entre os fatores psicossociais, como a
idade, o gênero, o status socioeconômico, os hábitos de vida, a raça, a rede social de apoio etc. e a etiologia, o diagnóstico
e o prognóstico de doenças e disfunções (Almeida e Barbosa, 2023, p. 745). Diante disto, há inúmeras atividades que o
psicólogo da saúde pode realizar na atenção primária em saúde, as quais podemos citar algumas delas propostas por Alves
e Eulálio (2011), como:
Segundo Dalgalarrondo (2019, p. 80), discute-se muito sobre o valor e os limites do diagnóstico em saúde mental e apontase dois posicionamentos acerca do diagnóstico em psicopatologia. São eles:
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) se divide em dois níveis de proteção, a Proteção Social Básica (PSB) e a Proteção Social Especial (PSE), visando à garantia das seguranças básicas afiançadas pela Política Nacional da Assistência Social:
acolhida, convívio familiar e comunitário, desenvolvimento da autonomia, renda e sobrevivência (Referências técnicas
para atuação de psicólogas(os) no CRAS/SUAS / Conselho Federal de Psicologia, Conselhos Regionais de Psicologia, Centro
de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas: CFP , 2O21, p. 86). Assim, quanto a PSB, é correto afirmar que:
Maria, psicóloga que atua realizando avaliação psicológica para manuseio de arma de fogo, foi convocada para realizar a
avaliação psicológica de João, que pretende ter porte de arma, por ser militar. Maria, ao realizar a avaliação psicológica,
explicou a João que inicialmente usará fontes fundamentais no processo em sua avaliação. Segundo a Cartilha de Avaliação
Psicológica (2018, p.11), marque a alternativa correta acerca das fontes fundamentais na avaliação psicológica.
Situação hipotética: Um psicólogo, ao participar de
um processo judicial envolvendo crianças e adolescentes,
decide usar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
como principal norteador para a produção de relatórios e laudos
psicológicos. Assertiva: A correta aplicação do ECA em
contextos de avaliação psicológica infanto-juvenil exige do
profissional a compreensão de que os direitos da criança e do
adolescente são prioritários e que o parecer psicológico deve
sempre visar ao seu superior interesse, subsidiando decisões
que garantam sua proteção e pleno desenvolvimento, e não
meramente a satisfação dos interesses dos adultos envolvidos.
A atuação do psicólogo em equipes
interdisciplinares no hospitalar requer uma postura de
subordinação às diretrizes médicas, sendo sua função limitada
ao apoio emocional ao paciente e à família, sem autonomia
para intervir nos planos de tratamento ou para contribuir com a
compreensão psicossocial da doença e do processo de
recuperação.
A perspectiva da Redução de Danos, no contexto da
dependência química, deve ser aplicada exclusivamente aos
usuários de drogas ilícitas, sendo inviável e eticamente
comprometedor utilizá-la em relação ao consumo de álcool e
tabaco, uma vez que estas substâncias possuem estatuto legal e,
portanto, demandam intervenções de abstinência compulsória
como única via terapêutica.