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Mulher de 26 anos, casada, católica, agente de saúde, sob internação, recebeu diagnóstico de transtorno factício imposto a si mesmo. Cinco dias antes da admissão apresentou artralgia em múltiplas articulações, artrite e temperatura de 40ºC. Hipertensa, usa hidrocloratiazida e propranol sob prescrição médica. Adotada, há 2 anos ficou órfã da mãe, assumindo responsabilidades pelos irmãos menores e tendo atritos frequentes com o pai etilista. Apresentou labilidade emocional e tristeza intensa, tendo sido indicado uso de amitriptilina após diagnóstico psiquiátrico de depressão, porém abandonou o tratamento. Presença de enfisema subcutâneo ao raio-X nas diversas articulações, confirmado por ultrassonografia, sem alteração articular. Foram localizados, durante a internação, locais de punção nas articulações, descarte das medicações prescritas no hospital, presença de seringas descartáveis em seus pertences. O fator de risco apresentado pela paciente para o diagnóstico realizado MENOS provável epidemiologicamente foi:
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Mulher, 55 anos, casada, dona de casa, procurou atendimento psiquiátrico por indicação de amiga, mas não queria vir. Refere que há 5 anos, vem sentindo-se envelhecida e que o “marido não a procura mais”. Não sente vontade de cuidar da casa, e que não “serve mais para nada”, pois os filhos já estão crescidos e não precisam dela. Há 2 anos, engordou muito, e “para piorar” teve que comprar roupas mais folgadas. Refere que às vezes “esquece o café no fogão”, e que quase “tocou fogo na casa”. Espera que não “viva tanto quanto sua mãe”, que faleceu aos 90 anos, pois nem dormir “direito”, consegue mais. Chora “sem motivo” e perdeu o interesse em bordado, que gostava de fazer. Diante desse quadro clínico, seguindo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition (DSM-5), é possível diagnosticar que a paciente apresenta:
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Criança de 6 anos apresenta quadro de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e não apresenta boa aceitação à terapia cognitivo-comportamental. Como terapia medicamentosa adjuvante, está autorizado o uso de:
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Em paciente pós-parto eutímica, com maior risco de desenvolver depressão maior pós-parto devido a um histórico anterior de depressão, que não foi tratada com sucesso com antidepressivos no passado. A melhor abordagem a ser sugerida, é:
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A patogênese da esquizofrenia é desconhecida, porém hoje é considerada como uma síndrome em que a fisiopatologia procede da complexa interação entre fatores genéticos e ambientais. Evidências atuais dos fatores genéticos NÃO indicam que:
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É critério do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition (DSM-5) para transtorno neurocognitivo maior:
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Documentos médico-legais são instrumentos fornecidos pelo médico para esclarecimentos à justiça. Nesses documentos constam informações médicas e não médicas que tenham interesse judicial. Sobre os documentos médico-legais é CORRETO afirmar:
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A matriz proposta pelo Research Domain Criteria (RDoC) propõe para a psiquiatria, sob o modelo da medicina de precisão, eximir a subjetividade do diagnóstico clínico. Sobre o RdoC, assinale a opção CORRETA.
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Para a prática clínica, é desejável que o psiquiatra utilize roteiro de avaliação padronizado de entrevista para diagnóstico psicopatológico. Dalgalarrondo (2019) sugere o uso de uma entrevista diagnóstica padronizada breve, compatível com diretrizes do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DMS-IV) e da Classificação internacional de doenças e problemas relacionados à saúde (CID-10). O instrumento que tem por base perguntas-chaves no início de cada capítulo, que orientam a investigação mais aprofundada ou a mudança de capítulo, que proporciona entrevista diagnóstica rápida (25 a 45 minutos) e foi validado para a versão brasileira é o:
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Considerando transtornos de ansiedade na infância e na adolescência, marque Verdadeiro (V) ou Falso (F):
( ) Transtornos de ansiedade estão entre os mais comuns da juventude, afetando de 10 a 20% das crianças e dos adolescentes.
( ) Ainda que comportamentos observáveis de ansiedade sejam sinais do desenvolvimento normativo em bebês, os transtornos de ansiedade na infância predizem uma ampla gama de dificuldades psicológicas na adolescência, incluindo transtornos de ansiedade adicionais, ataques de pânico e transtornos depressivos.
( ) Esses transtornos comumente encontrados nos jovens incluem ansiedade de separação, ansiedade generalizada, ansiedade social e mutismo seletivo. A ansiedade é classificada nos transtornos com base em como é sentida, a situação que a ativa e o curso que tende a seguir.
Marque a opção com a sequência CORRETA:
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