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309726 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
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Rafael estava conversando com seu colega Marcelo sobre a Redação Oficial e o Padrão Ofício. Durante a conversa, ficaram em dúvida sobre o que seria o endereçamento. Ao consultarem o Manual de Redação da Presidência da República concluíra que:

 

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309725 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
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Marianna estava com seu namorado Gabriel em uma tarde de estudos sobre comunicação oficial, quando ambos entraram em um debate sobre as barreiras da comunicação que surgem das emoções humanas, dos valores de cada um, de maus hábitos de escuta, das diferenças de sensitividade. Marianna sustentava se tratar de barreiras pessoais ou humanas, enquanto Gabriel sustentava se tratar de barreiras físicas. Assinale a alternativa correta em relação ao caso descrito:

 

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309724 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Mondaí-SC
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Rogério foi incumbido da tarefa de elaborar uma correspondência oficial para um Ministro do Tribunal de Contas. Durante a redação, ficou em dúvida sobre qual vocativo deveria ser utilizado no texto oficial. Ao consultar o Manual de Redação Oficial da Presidência da República Rogério concluiu que o vocativo correto seria:

 

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307498 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Pref. Toledo-PR
Orgão: Pref. Toledo-PR
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, redação oficial é a forma pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um atributo da redação oficial:
 

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307497 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Pref. Toledo-PR
Orgão: Pref. Toledo-PR
Para que haja comunicação são imprescindíveis três elementos: alguém que comunique, algo a ser comunicado e alguém que receba essa comunicação. No caso da redação oficial, assinale a opção que apresenta, CORRETAMENTE, esses três elementos:
 

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303976 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
A redação oficial caracteriza-se por certos atributos, os quais devem direcionar a elaboração de atos e comunicações oficiais. Indique a alternativa cuja orientação não está de acordo com esses atributos.
 

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303975 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

Julgue os itens a seguir acerca de formas de tratamento e fechos para comunicações e, em seguida, indique a alternativa correta.

I. O uso dos tratamentos “Digníssimo” e “Ilustríssimo” foi abolido.

II. São admitidos somente dois fechos para as comunicações: “Atenciosamente”, para autoridades da mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos; e “Respeitosamente”, para autoridades de hierarquia superior à do remetente.

III. Quando o destinatário da comunicação oficial for um particular, no vocativo, pode-se utilizar Senhor ou Senhora seguido do nome do particular ou pode-se utilizar o vocativo “Prezado Senhor” ou “Prezada Senhora”.

IV. O uso de “doutor” deve ser evitado, por não ser um pronome de tratamento, e sim um título acadêmico.

V. No fecho das comunicações, para saudar o destinatário, pode-se utilizar a expressão “Aproveito a oportunidade para renovar a Vossa Senhoria os protestos de minha estima e consideração”.

 

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303974 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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Consideradas as diretrizes do Manual de Redação da Presidência da República (3ª ed.), assinale a afirmativa correta.
 

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303973 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Em razão do caráter público e da finalidade dos atos e expedientes oficiais, é necessário empregar determinado nível de linguagem a fim de que a informação seja clara e objetiva. A redação oficial requer, portanto, o uso da norma-padrão da língua. Entre as frases a seguir, identifique a que está de acordo com os preceitos da gramática normativa.
 

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Os perigos semânticos do racismo

Casos de preconceito expõem uso indiscriminado da palavra "racismo", confundida com “injúria” e “apologia à violência”.

Todas as profissões possuem vocabulário próprio, um glossário que permite comunicação mais efetiva entre os que trabalham em determinada área do conhecimento humano. Com o Direito não é diferente. As letras forenses são plenas de particularidades e aforismos próprios, familiares aos que militam nas lides judiciais, mas bastante estranhos à população em geral.

Alguns problemas surgem porque, ao contrário do que observamos em outras ciências, os termos jurídicos têm, não raro, um segundo significado, comum e muito difundido, circunstância que frequentemente leva confusão aos que batem às portas dos tribunais em busca de justiça. São palavras como: “queixa”, “exceção”, “suspeição”, “competência”, cujo significado popular difere, em muito, do sentido técnico, muitas vezes bastante difícil de ser explicitado ao leigo. Um dos exemplos mais veementes dessa dicotomia é o vocábulo “racismo”.

Numa série de episódios recentes, de ataques a nordestinos e outros atores sociais, o termo voltou a movimentar o debate no país. Para o senso comum, “racismo" significa toda e qualquer forma de “preconceito extremado contra indivíduos pertencentes a uma raça ou etnia diferente, geralmente considerada inferior” (HOUAISS, 2009), englobando condutas variadas, que vão da simples ofensa verbal a atos sociais discriminatórios ou violência física.

Em sentido técnico, no entanto, o termo remete a “crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor", tipificados pela Lei n° 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que usa, nas diversas figuras penais, frases como: “impedir ou obstar o acesso”, “negar ou obstar emprego”, “recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso", “recusar hospedagem", “recusar atendimento”, “impedir ou obstar casamento”, “impedir ou obstar convivência social” e outros comportamentos, sancionados com penas que variam de um mínimo de um a um máximo de cinco anos de reclusão [...]. São condutas ligadas à ideia de exclusão, de eliminação, de óbice concreto ao exercício de um direito, ao sentimento íntimo de proscrição do outro, que toma tais condutas desprezíveis.

É necessário, no entanto, diferenciar esses crimes da injúria (ofensa verbal), qualificada por “elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”, prevista pelo art. 140, §3°, do Código Penal e que recebe pena abstrata de “reclusão de um a três anos e multa”.

Mal comparando, para a lei, uma coisa é impedir alguém de entrar num restaurante ou tratá-lo mal por ele ser negro ou nordestino. Outra é injuriar alguém, com base em ofensas de conteúdo racial.

Tema bastante polêmico, não raro vemos nos noticiários pessoas, atingidas em sua honra por expressões alusivas à origem social ou étnica, dizendo-se vítimas de racismo e indignadas porque a autoridade policial não tipificou a conduta na Lei n° 7.716/89, mas sim na injúria prevista no Código Penal.

A própria mídia, por vezes desinformada, concorre para essa confusão e acaba, involuntariamente, por estimular o atrito, inquinando como faltosas condutas funcionais absolutamente corretas.

Importa esclarecer que a Justiça tem peculiaridades e o autor do delito, de uma forma ou outra, seja qual for o nomen juris (a denominação legal) dado ao fato, será efetivamente responsabilizado.

Necessário anotar, enfim, que eliminar tais comportamentos não é tarefa policial. É preciso, mais. É urgente que os homens se conscientizem de sua igualdade intrínseca e de que a cor da pele, a religião ou a origem social não os qualificam como melhores seres humanos.

Assim como o Cavaleiro inexistente, de ltalo Calvino, precisamos abandonar a narcísica armadura reluzente que nos aniquila para poder encontrar o outro, em toda sua dimensão, na divina beleza de sua diversidade.

Fonte: DEL-CAMPO, Eduardo Roberto Alcântara. In: Revista Língua Portuguesa. Ano 5, nº 62, dez. 2010. (Adaptado).

Assinale a alternativa CORRETA. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (3º edição, revista, atualizada e ampliada, 2018), o trecho: “preconceito extremado contra indivíduos pertencentes a uma raça ou etnia diferente, geralmente considerada inferior”, presente no 3º parágrafo, está entre aspas, pois
 

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