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A Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017, do Ministério da Saúde do Brasil, aprova a Política Nacional de Atenção Básica
(PNAB), estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da Atenção Básica, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). A
PNAB também estabelece competências para as secretarias estaduais, municipais e distritais.
Nesse sentido, dentre as alternativas a seguir, assinale a única que traz responsabilidades inerentes às secretarias de saúde dos municípios e do Distrito Federal.
Nesse sentido, dentre as alternativas a seguir, assinale a única que traz responsabilidades inerentes às secretarias de saúde dos municípios e do Distrito Federal.
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Caso hipotético: mulher de 28 anos, previamente saudável, comparece à Unidade Básica com tosse produtiva por 4 semanas, febre
vespertina intermitente, sudorese noturna recente e perda ponderal de aproximadamente 4 kg em 2 meses. Relata que vive com três
crianças e que uma delas (filha de 4 anos) está com tosse crônica também. Aradiografia de tórax mostra opacidades reticulonodulares
difusas predominantemente em lobos superiores bilaterais, sem cavitações evidentes. Realizou exame de escarro para baciloscopia
(negativa) e exame molecular rápido (TRM-TB) — resultado “detectado”. Não há sinais de coinfecção por HIV.
Considerando as diretrizes mais recentes para o manejo da tuberculose no Brasil, a conduta mais apropriada é:
Considerando as diretrizes mais recentes para o manejo da tuberculose no Brasil, a conduta mais apropriada é:
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Caso hipotético: um paciente de 42 anos, residente em área endêmica, procura a Atenção Primária referindo, há cerca de 4 meses,
manchas hipocrômicas e discreta hiperpigmentação em membros superiores e tronco, inicialmente pequenas e poucas, que se
expandiram lentamente. Ele relata que, nas áreas manchadas, notou diminuição da sensibilidade ao tato e ao calor, especialmente nas
extremidades. Ao exame físico, foram identificadas três manchas claras no antebraço direito e uma no tronco, todas com bordas pouco
definidas, sem relevo elevado, e com resposta ausente à pinça de estesiometria térmica. Além disso, a palpação dos troncos nervosos
revelou leve espessamento de um nervo ulnar. Não há linfadenomegalia. O exame de baciloscopia de pele não está disponível na
unidade básica.
Com base nas diretrizes vigentes do Ministério da Saúde (MS) para hanseníase, a conduta mais adequada é:
Com base nas diretrizes vigentes do Ministério da Saúde (MS) para hanseníase, a conduta mais adequada é:
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Caso hipotético: mulher de 34 anos relata sintomas respiratórios há meses: tosse seca noturna 1–2 vezes por semana, uso de
broncodilatador de resgate ocasional, episódios de aperto no peito desencadeados por exercícios intensos e despertares noturnos
esporádicos. Nega internações prévias. Exame físico normal. Espirometria evidencia VEF1 pós-broncodilatador de 78% do previsto,
com relação VEF1/CVF reduzida. Paciente nunca usou terapia controladora de doença contínua e está preocupada em “virar
dependente de bombinhas”. Qual passo terapêutico inicial é recomendado pelas diretrizes atuais?
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Caso hipotético: gestante de 28 semanas, primigesta, apresenta pressão arterial de 146/92 mmHg em duas medidas adequadas com
intervalo de 4 horas. Relata cefaleia esporádica leve, sem escotomas ou dor epigástrica. Exames laboratoriais solicitados na mesma
semana (proteinúria, DHL, transaminases, contagem plaquetária) todos dentro dos limites normais. Glicosúria ausente. Movimentos
fetais presentes, altura uterina adequada, doppler obstétrico recente sem alterações. Sem história prévia de hipertensão ou uso de anti-hipertensivos.
Com base na classificação recomendada pelo Ministério da Saúde e guidelines internacionais, qual o diagnóstico mais provável?
Com base na classificação recomendada pelo Ministério da Saúde e guidelines internacionais, qual o diagnóstico mais provável?
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Caso hipotético: homem de 41 anos apresenta aumento de linfonodo cervical inferior direito há aproximadamente 12 dias, doloroso à
palpação, móvel, de consistência fibro-elástica. Relata IVAS autolimitada 3 semanas antes. Afebril, sem sudorese noturna, sem perda
ponderal, sem rigidez de nuca ou odinofagia. Laringoscopia simples sem alterações. Hemograma recente mostra leucócitos normais,
sem desvio à esquerda. Nega contato com gatos, viagens recentes, uso de imunossupressores ou fatores de risco para ISTs. Solicita “um
exame mais completo para descartar câncer”.
Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
Qual a conduta mais adequada no contexto de APS, considerando o tempo de evolução e a ausência de sinais de alarme?
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Caso hipotético: mulher de 51 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com queixas de ondas de calor diárias, pior à noite,
despertares frequentes, redução da qualidade do sono e irritabilidade há cerca de 8 meses. Refere 10 meses de amenorreia, ciclos
previamente irregulares, sem história pessoal ou familiar de câncer de mama, trombose, Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou doença
coronariana. Pressão arterial 122/76 mmHg, IMC 24 kg/m², exame físico normal. Nega tabagismo. Mamografia de rastreamento há 9
meses normal. Exames laboratoriais prévios sem alterações. Pergunta se existe “algum tratamento mais eficaz do que fitoterápicos”
para os sintomas. Considerando o quadro clínico e as recomendações de diretrizes nacionais e internacionais, qual é a conduta inicial
mais adequada?
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Uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de zona urbana realiza, no início do ano, sua avaliação anual de indicadores populacionais. A
equipe identifica baixa cobertura vacinal em adultos jovens, rastreamento irregular de câncer de colo uterino e dificuldade na adesão a
mudanças de estilo de vida entre portadores de hipertensão e pré-diabetes. Durante a reunião de gestão do cuidado, o médico de família
é convidado a propor estratégias práticas para aumentar coberturas, qualificar o rastreamento e melhorar a efetividade das intervenções
de promoção da saúde.
Considerando as diretrizes brasileiras atuais para prevenção e promoção em Atenção Primária à Saúde (APS), qual das medidas abaixo está tecnicamente CORRETA e alinhada aos princípios da APS?
Considerando as diretrizes brasileiras atuais para prevenção e promoção em Atenção Primária à Saúde (APS), qual das medidas abaixo está tecnicamente CORRETA e alinhada aos princípios da APS?
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Caso hipotético: um homem de 34 anos procura a Atenção Primária à Saúde (APS) com quadro de febre alta há 3 dias, cefaleia intensa,
dor retro-orbitária, náuseas e exantema discreto no tronco. Relata que a esposa teve diagnóstico confirmado de dengue há uma semana.
Ao exame: PA 110/70 mmHg, FC 96 bpm, TRC < 2 s, sem sangramentos aparentes. Refere dor abdominal leve, porém sem sinais de
irritação peritoneal. O hemograma realizado hoje mostra:
Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³
Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?
Hematócrito 47% (aumento de 20% em relação ao basal registrado há 6 meses)
Plaquetas 135.000/mm³
Leucócitos 4.000/mm³
Considerando o manejo na Atenção Primária e a classificação de risco atual da dengue segundo o Ministério da Saúde, qual é a conduta mais adequada?
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Caso hipotético: homem de 54 anos, IMC 31 kg/m², pressão 128/82 mmHg, sem comorbidades conhecidas. Apresenta glicemia de
jejum 152 mg/dL em duas ocasiões e HbA1c 7,4%. Nega sintomas clássicos de polifagia, poliúria ou polidipsia. Função renal normal
(TFG 92 mL/min).
Considerando as recomendações atuais para manejo inicial do diabetes tipo 2 na Atenção Primária à Saúde (APS), qual é a conduta mais apropriada?
Considerando as recomendações atuais para manejo inicial do diabetes tipo 2 na Atenção Primária à Saúde (APS), qual é a conduta mais apropriada?
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