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3927652 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Acerca dos sistemas de informação em saúde, assinale a opção correta.
 

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3927651 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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A educação popular em saúde é um importante recurso para apoiar o trabalho das equipes que atuam na atenção domiciliar porque
 

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3927650 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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No âmbito da AD, a educação permanente em saúde permite a reavaliação e o autoaprendizado da própria equipe em relação a suas práticas de cuidado, sendo o principal objeto enfocado pelas práticas de educação permanente em saúde o(a)
 

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3927649 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Na atenção domiciliar (AD), cuidadores e familiares são parceiros fundamentais para os cuidados em saúde e precisam de apoio, respaldo e capacitação por parte dos profissionais. No que se refere às atividades de educação em saúde realizadas no contexto da AD, assinale a opção correta.
 

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3927648 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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A clínica ampliada é uma ferramenta que qualifica o modo de se fazer saúde e permite integrar equipes de trabalhadores da saúde de diferentes áreas. Estará de acordo com as práticas da clínica ampliada o profissional de saúde que 

I identificar os motivos e as expectativas dos usuários ao buscarem um serviço de saúde.

II perguntar aos usuários como entenderam as orientações em saúde realizadas nos atendimentos.

III estimular práticas de autocuidado não centradas na medicação.

IV evitar questionar usuários acerca de seus medos, temperamento, preocupações e sono para não desrespeitar sua privacidade.

Estão certos apenas os itens
 

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3927646 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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No intuito de melhorar a experiência dos usuários de seus serviços de atenção à saúde bucal, uma unidade básica de saúde (UBS) realizou uma roda de conversa com gestores, equipes de saúde bucal, agentes comunitários de saúde e usuários, a fim de reorganizar a agenda de atividades. 

Nessa situação hipotética, a diretriz da Política Nacional de Humanização (PNH) que foi posta em prática pela UBS em apreço foi a de
 

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3927609 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Texto CG1A1 


A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.


Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.


Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.


Internet: (com adaptações). 

Consoante o terceiro parágrafo do texto CG1A1,
 

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3927608 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Texto CG1A1 


A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.


Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.


Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.


Internet: (com adaptações). 

Segundo as informações presentes no segundo parágrafo do texto CG1A1, é correto afirmar que
 

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3927607 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-PB
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Texto CG1A1 


A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.


Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.


Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.


Internet: (com adaptações). 

Em relação aos danos à saúde provocados pelas mudanças climáticas, é correto afirmar, de acordo com o primeiro parágrafo do texto CG1A1, que
 

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3926913 Ano: 2025
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-RR
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Em relação ao processo saúde-doença e aos níveis de prevenção, assinale a opção correta.
 

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