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Acerca das noções de objetividade e subjetividade nas ciências sociais, assinale a opção correta.
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Sahid Maluf (MALUF, Sahid. Teoria Geral do Estado. 33. ed. São Paulo: Saraiva, 2016, p.19) entende que “o Estado não é apenas um sistema geral de normas, como pretendem as correntes monistas, nem um fenômeno puramente sociológico, como sustentam as correntes pluralísticas. É uma realidade cultural constituída historicamente em virtude da própria natureza social do homem, que encontra a sua integração no ordenamento jurídico”. Com base no pensamento do referido autor, assinale, dentre as alternativas a seguir, a que indica CORRETAMENTE a concepção institucional do Estado baseada no culturalismo:
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As alternativas a seguir apresentam ações onde se exerce de forma correta a cidadania , EXCETO:
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A cultura expressa os valores e as crenças que os membros desse grupo compartilham. A cultura volta sua importância para o desenvolvimento do homem, visando sempre a transmissão de costumes e valores de um para o outro dentro da sociedade. Sobre os principais níveis de cultura, julgue as afirmativas abaixo:
I.Artefatos: são fenômenos que já estão no grupo antes mesmo do nascimento do indivíduo, e são transmitidos no decorrer dos anos. Os artefatos podem mudar de grupo para grupo.
II.Valores: são conhecimentos compartilhados e transmissíveis ao grupo em que cada indivíduo pertence, são condutas que o grupo acredita serem certos.
III.Pressupostos básicos: se encontra na superfície dos níveis, são todos os fenômenos, vistos, ouvidos e sentidos quando se pertencem a um novo grupo com uma cultura até então desconhecida.
Qual(is) afirmativa(s) está(ão) CORRETA(S)?
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde as consequências do neoliberalismo.
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Na gestão da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (1989-92), Marilena Chauí defendeu e promoveu uma concepção de cidadania cultural:
Eu propus a ideia da cultura como um direito, a ideia de cidadania cultural, significando: a) contra a tradição brasileira (mantida mesmo por uma parte da esquerda), declaramos que o Estado não é produtor de cultura, e sim a sociedade e que, por isso, a cultura é um direito dos cidadãos não só de ter acesso aos bens culturais, mas sobretudo de produzir cultura; e b) uma reformulação da própria ideia de cultura, pois a lei municipal definia como cultura apenas a prática das sete artes liberais e mais nada: tudo que você quisesse fazer que não fosse dança, música, teatro, cinema, escultura, ou pintura não era permitido pela lei. Um longo e difícil trabalho teve que ser feito para mudar essa situação. (…) Mas, ao longo de quatro anos, a ideia de que a cultura é um direito, a ideia de cidadania cultural “pegou” e os movimentos culturais fizeram a cultura acontecer, porque a função da SMC não era produzir cultura e sim criar condições para que ela fosse criada. Essa ideia se tornou nacional.
Chauí, Marilena. Cidadania cultural: o direito à cultura.
São Paulo: Perseu Abramo, 2006.
Com base no trecho, é correto afirmar que a concepção de cidadania cultural proposta por Marilena Chauí
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Estátua de Borba Gato incendiada em julho de 2021 (São Paulo) in: https://vejasp.abril.com.br/
A queima da estátua do bandeirante Borba Gato foi uma manifestação violenta do debate acerca da memória histórica da violência sofrida por grupos subalterizados de nossa sociedade.
Assinale a afirmativa que caracteriza corretamente as posições desse debate.
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Leia as duas teses postuladas por Max Horkheimer e Theodor Adorno a respeito do conceito de “indústria cultural”.
A técnica da indústria cultural levou apenas à padronização e à produção em série, sacrificando o que fazia a diferença entre a lógica da obra e a do sistema social. Isso, porém, não deve ser atribuído a uma lei evolutiva da técnica, enquanto tal, mas à sua função na economia atual.
A função que o esquematismo kantiano ainda atribuía ao sujeito, a saber, referir de antemão a multiplicidade sensível aos conceitos fundamentais, é tomada ao sujeito pela indústria.
Adaptado de Adorno, T. W. e Horkheimer, M. Dialética do Esclarecimento: Fragmentos Filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
Com base nos trechos, avalie se as afirmativas a seguir interpretam corretamente as duas teses:
I. O desenvolvimento da técnica na sociedade capitalista contemporânea, incorporou a cultura nesse processo, impondo-lhe transformações significativas na forma, mas, principalmente, em sua essência.
II. Em decorrência do novo modo de produção cultural, submetido às leis mercantis, a cultura foi padronizada e reduzida a mercadoria de consumo.
III. A interpretação dos fatos da realidade interna ao sujeito e seus sentidos, própria da experiência iluminista descrita por Kant, cede lugar a um mecanismo que lhe é exterior, a indústria cultural.
IV. A obra de arte perde a sua singularidade, sua “aura”, tornando-se um produto do modo de produção industrial, motivo pelo qual perde sua capacidade de ser imprevista e singular e torna-se instrumento de conformidade com o status quo.
As teses foram interpretadas de acordo com a teoria crítica dos autores em:
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Bajubá é um substantivo yorubá (nagô) e significa “assunto, segredo, conversa, apresentação entre pessoas”. O vocábulo também é apropriado pelas pessoas trans e disseminado entre os membros do segmento dissidente da heteronorma. Povo bajubá, portanto, se refere ao segmento populacional formado pelas dissidências sexuais e de gênero, bem como à cultura que produzem, em todos os seus aspectos. “Abafar o caso, bofe, divar, erê, odara e mona” são exemplos de vocábulos bajubá oriundos do ambiente LGBTQIA+ que foram absorvidos no uso corrente da língua e na mídia.
Adaptado de https://museubajuba.org/apresentacao/.
A partir do texto, analise as afirmativas a seguir sobre o bajubá como repertório de cidadania cultural para a comunidade LGBTQIA+, assinalando (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O bajubá é um vocabulário criado com base na língua dos países africanos e na liturgia das religiões afro-brasileiras, sendo utilizado como meio comunicativo e performativo de uma parcela da comunidade LGBTQIA+.
( ) O bajubá é instrumento cultural e identitário de grupo, pois promove a afirmação identitária de parcelas marginalizadas da sociedade brasileira.
( ) O vocabulário bajubeiro da comunidade LGBTQIA+, parcialmente incorporado no uso corrente da língua, é um instrumento linguístico-cultural que desafia normas de gênero e sexualidade.
As afirmativas são, respectivamente,
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Democratização cultural e democracia cultural não são sinônimos. As duas expressões apontam para diversos modos de conceber e definir a agência no campo cultural.
A esse respeito, relacione as duas concepções enumeradas a seguir aos respectivos posicionamentos no campo da gestão cultural.
1. Democratização cultural
2. Democracia cultural
( ) Popularizar as chamadas artes eruditas com políticas de ampliação da oferta aos bens culturais e patrimoniais para os mais diferentes segmentos da sociedade.
( ) Avaliar quem controla os mecanismos de produção cultural e possibilitar o acesso à produção de cultura para grupos não hegemônicos.
( ) Defender a ideia que todos são produtores de culturas e, se instrumentalizados com os códigos específicos de cada linguagem, podem exercer a escolha do que gostam de produzir e de consumir.
( ) Ampliar o campo dos receptores de cultura com políticas educacionais que formam espectadores, leitores, ouvintes e frequentadores do campo cultural existente.
Assinale a opção que mostra a correlação correta, na ordem apresentada.
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