Foram encontradas 10.180 questões.
Sobre as idades dos alunos, na História Social da criança e da família, considere:
I - A repugnância pela precocidade marcou a diferenciação através do colégio de uma primeira camada: a da primeira infância, prolongada até cerca de 10 anos.
II - A mistura arcaica das idades persistiu nos séculos XVII e XVIII entre o resto da população escolar, em que crianças de 10 a 14 anos, adolescentes de 15 a 18 e rapazes de 19 a 25 frequentavam as mesmas classes.
III - Até fim do século XIX, não se teve a ideia de separá-los.
Está CORRETO o que se afirma em:
Provas
Provas
O ensinar deve romper com a ideia de educação que seja só capacitação técnica. O aprendizado deve ser aberto ao contato com a diversidade sociocultural.
(...)
Há um medo generalizado entre os educadores ante o surgimento das novas tecnologias, pois elas ajudariam o indivíduo a organizar melhor o tempo para “o aprender” e, assim, resultariam na satisfação com um processo autoeducativo, graças aos poderes mágicos da tecnologia e do conhecimento na sociedade conectada pelos meios de comunicação. Medo de uns, desejo de outros.
BOLAÑO, César Ricardo Siqueira; LIMA, Maria de Fátima Monte. Mundo do trabalho e educação à distância. Comunicação & Educação. São Paulo, (20):
21 a 32, jan.-abr. 2001 (adaptado).
No que se refere às novas tecnologias e à sua relação com o aprender e o ensinar, o texto apresenta uma visão
Provas
Imaginar que uma sociedade voltada explicitamente à satisfação das necessidades humanas vai alterar por si só os potenciais destrutivos embutidos inevitavelmente no avanço da ciência e da técnica é mais que ilusório: é expressão de prepotência.
ABRAMOVAY, Ricardo. A heurística do medo,
muito além da precaução. Estudos avançados. São Paulo, v. 30, n. 86, jan.-abr. 2018, p. 176.
Considerando-se o trecho anterior e o fato de que a vida social tem-se transformado continuamente a partir de mudanças da ciência, da técnica e da tecnologia, deduz-se que
Provas
A discussão sobre patriarcado e capitalismo foi recorrente no movimento feminista francês. Debatia-se intensamente se haveria ou não autonomia entre esses dois “sistemas”. É a partir de divergências em relação a essa questão que se estabelece uma categorização do movimento feminista, largamente utilizada, em duas correntes: feminismo socialista e feminismo radical. Entretanto, deve-se ressaltar que há menos uma oposição e mais um continuum entre aquelas análises que consideram a subordinação feminina uma consequência do capitalismo e aquelas que a veem como uma consequência do patriarcado ou de uma forma de dominação masculina sistemática.
ABREU, Maira. Nosotras: feminismo latino-americano em
Paris. Revista de Estudos Feministas. Florianópolis, 21 (2), maio-ago. 2013, p. 564 (adaptado).
Embora mais antigos, os movimentos pelos direitos das mulheres ganharam maior relevância e abrangência ao longo do século XX, tendo alcançado conquistas fundamentais no que diz respeito ao reconhecimento das mulheres como cidadãs. Ao longo do tempo, a atuação desses movimentos permaneceu focada em
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
Provas
Caderno Container