Com a morte dos pais, os filhos ficaram sob responsabilidade da avó de 66 anos de idade. No entanto, ela vive em uma comunidade
isolada e não possui renda, nem benefícios.
Ao tomar conhecimento da situação, o educador social deve
A imagem anterior alude a uma espécie de tribuna virtual, da qual é possível estabelecer uma comunicação com outras pessoas por meio de uma série de recursos próprios do ambiente digital. Entre esses recursos,
Em algumas línguas de Moçambique não existe a palavra “pobre”. O indivíduo é pobre quando não tem parentes. A pobreza é a solidão, a ruptura das relações familiares que, na sociedade rural, servem de apoio à sobrevivência. Os consultores internacionais, especialistas em elaborar relatórios sobre a miséria, talvez não tenham em conta o impacto dramático da destruição dos laços familiares e das relações de entreajuda. Nações inteiras estão tornando-se "órfãs", e a mendicidade parece ser a única via de uma agonizante sobrevivência.
COUTO,M.E se Obama fosse africano? & outras intervenções.
Portugal: Caminho,2009 (adaptado).
Em uma leitura que extrapola a esfera econômica, o autor associa o acirramento da pobreza à
Apesar da grande distância geográfica em relação ao território japonês, os otakus (jovens aficionados em cultura pop japonesa) brasileiros vinculam-se socialmente hoje em eventos e a partir de uma circulação intensa de mangás, animes, games, fanzines, j-music (música pop japonesa). O consumo em escala mundial dos produtos da cultura pop – enfaticamente midiática – produzida no Japão constitui um momento histórico em que se aponta a ambivalência sobre o que significa a produção midiática e cultural quando percebida no próprio país e como a percepção de tal produção se transforma radicalmente nos olhares de consumidores estrangeiros.
GUSHIKEN, Y.; HIRATA, T. Processos de consumo cultural e midiático: imagens dos otakus,
do Japão ao mundo. Intercom – RBCC, n. 2, jul.-dez. 2014 (adaptado).
Considerando a relação entre meios de comunicação e formação de identidades tal como é abordada no texto, a noção que explica este fenômeno na atualidade é a de
A sociedade do espetáculo corresponde a uma fase específica da sociedade capitalista, quando há uma interdependência entre o processo de acúmulo de capital e o processo de acúmulo de imagens. O papel desempenhado pelo marketing, sua onipresença, ilustra perfeitamente bem o que Guy Debord quis dizer: das relações interpessoais à política, passando pelas manifestações religiosas, tudo está mercantilizado e envolvido por imagens. Assim como o conceito de “indústria cultural”, o conceito de “sociedade do espetáculo” faz parte de uma postura crítica com relação à sociedade capitalista. São conceitos que procuram apontar aquilo que se constitui em entraves para a emancipação humana.
(Cláudio N. P. Coelho. “Mídia e poder na sociedade do espetáculo”.
“Montesquieu, Saint-Simon, Comte e muitos outros
foram os verdadeiros ‘pioneiros’ da sociologia.
Contudo, no início do século XX, quatro
pensadores europeus foram de especial importância
para a disciplina; juntos, são chamados de ‘os
sociólogos clássicos’” (Charon e Vigilabt. Saraiva,
2017, p. 16). São eles:
Quando a ação se torna mais organizada e menos
espontânea, acidental e diferente, e se passa a saber
o que os outros farão e o que esperam que façamos
em relação a eles, em que não precisamos começar
de novo, não tendo de estudar a maneira de atuar
uns com os outros sempre que nos reunimos,
quando necessariamente mudamos como indivíduos
e mudamos na presença um do outro, quando
ingressamos em uma relação governada por um
conjunto de regras, das quais a maioria não foi nem
escrita nem explicitamente formulada, quando
todos nós sabemos o que esperar uns dos outros e
de nós mesmos, é quando estamos envolvidos
naquilo que sociólogos chamam de:
Segundo Charon e Vigilant (Saraiva, 2012, p. 74),
aprendemos o que é um amigo, e somos
influenciados por esse aprendizado quando
decidimos interagir com alguém nessa posição.
Também podemos aprender sobre a posição da
esposa ou marido, filho, professor, encanador,
presidente, secretária, homem, mulher, padre,
escriturário, ouvinte, meio de campo, criminoso
condenado, chefe ou produtor de cinema. Sempre
que designamos uma pessoa por um termo que
implica relacionamento com outras, esse termo
indica uma posição de: