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2466892 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Deuses e Castas
A índia foi berço de uma das mais antigas e avançadas civilizações do globo. Achados arqueológicos indicam que por volta de 2500 a.C. existiam cidades planejadas nos vales dos rios Indo e Ganges, locais que hoje abrangem o Paquistão e o norte de/índia. Essa cultura brilhante floresceu por cerca de mil anos, mas foi devastada a partir do século XV a.C., quando os povos arianos invadiram a religião.
Os arianos mantinham ligação com algumas religiões europeias, como a grega, a romana e a germânica. Eles davam muita importância ao sacrifício e faziam diversas oferendas a seu panteão de deuses, a fim de conquistar favores e manter sob controle as forças sobrenaturais. As crenças e os ritos já existentes na religião foram incorporados ao sistema religioso dos invasores e deram origem a novos cultos, preservados até hoje.
Além de seus deuses e mitos, os arianos impuseram sua concepção social formada por castas. A sociedade foi dividida em quatro grandes grupos, denominados varnas, com direitos e deveres, privilégios e práticas religiosas diferenciadas, sem mobilidade entre elas. De acordo com a mitologia hindu, as quatro varnas começaram a existir durante a criação do mundo, quando um ser primitivo chamado Purusha foi sacrificado. Eis a divisão das varnas: a classe dos sacerdotes, a mais alta e privilegiada de todas, originou-se dos lábios de Purusha; a casta dos guerreiros e governantes, denominados xátrias, originou-se dos braços do primitivo; a casta dos agricultores, comerciantes e artesãos, os vaixás eram oriundos das pernas de Purusha e a casta dos sudras, saídos dos pés de Purusha, abrangia os servos e os escravos. Havia também os párias ou intocáveis, pessoas que não pertenciam a nenhuma casta por terem desobedecido às leis religiosas.
Fonte: História das Religiões, 2002, p. 52 e 53.
I - O hinduísmo segue no seu entendimento as castas originárias do ser primitivo Purusha.
II - Os párias, dependendo do arrependimento de suas faltas, podem chegar a ser um sacerdote.
III - O ser primitivo Purusha faz parte dos deuses que os arianos trouxeram das crenças germânicas.
IV - Só depois de muito estudo nos templos hindus, era que se definia a que casta a pessoa iria fazer parte.
V - A mitologia hindu confere a origem dos guerreiros e governantes nos braços de Purusha.
 

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2459864 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
Ao ler o texto, pode-se fazer uma comparação entre o ser humano e os animais. Sobre este assunto, analise as alternativas seguintes e marque a correta:
 

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2458939 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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A formação do povo brasileiro.
As primeiras sementes da formação do povo brasileiro são lançadas em tempo de exploração das riquezas da terra e de submissão dos nativos aos esquemas da metrópole que inclui, em seu projeto colonizador de conquista, a fé católica.
O ensino religioso é questão de cumprimento dos acordos estabelecidos entre o Sumo Pontífice Igreja católica e o Monarca de Portugal, em vista da evangelização dos gentios. Tal acordo parte dos princípios e critérios do Regime de Padroado, com todas as implicações que de fato decorrem para a formação religiosa e cultural do povo brasileiro. Em nenhum momento são levados em consideração os elementos da tradição religiosa dos negros, sobretudo, o transe, por serem considerados como "inoportunos" à sua adesão ao catolicismo e, consequente, um empecilho para a profissão da fé católica.
No entanto, não se conseguiu eliminar o substrato religioso advindo de suas origens africanas, graças à coragem de lutar, apoiados nas energias de seus orixás. Tal situação é uma das vertentes do sincretismo religioso presente na cultura brasileira.
Fonte: Ensino Religioso no Cenário da Educação Brasileira CNBB. 2007, p.45a48.
Quanto à questão dos negros e da cultura religiosa afro, é correto afirmar que:
 

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2457679 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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As dimensões da vida humana.
A pessoa não pode ser dividida em partes como máquina: ela é um todo inseparável e dinâmico. Aquilo que chamaríamos de partes em uma máquina, no homem recebe o nome de dimensões. As dimensões física, psíquica e espiritual interpenetram-se e influenciam-se mutuamente. O que acontece no corpo tem influência sobre a psique e sobre o espírito e viceversa.
O fator educação é importante para que a pessoa vá amadurecendo suas dimensões e contribuindo para a construção de uma sociedade de convivência justa e fraterna. Pois é em sociedade que temos a oportunidade de desenvolver as dimensões da vida humana. As instâncias, tanto a família, como a religião e a escola devem educar o ser humano para a diversidade, para pluralidade e o respeito às diferenças. É consequência do desrespeito às minorias étnicas a matança de inocentes, a fome, o desemprego, as questões da moradia, a liberdade de expressão, entre outros. Situação que os governos são incapazes de resolver, apesar de haver recursos financeiros para tal empreitada.
Desde o nascimento, vamos percebendo que somos seres que necessitamos nos alimentar, vestir, interagir com o meio o qual pertencemos; tomar decisões sobre a vida das pessoas ou sobre a nossa própria vida. Nessa dinâmica, somos impulsionados a produzir para o nosso consumo material e para nossas satisfações e desejos psíquicos e estéticos. Procurando o sentido para além da materialidade, desenvolvemos a dimensão da espiritualidade, do afeto, pois essas dimensões, também, contribuem para a realização humana.
Quando o ser humano não consegue ou não teve oportunidade para desenvolver as dimensões da vida humana, terá sempre mais dificuldades de superar as circunstâncias desagradáveis que se apresentarao, como: doenças, sofrimento, morte, separação e outras. Antigamente, como a vida humana estava sob os desígnios de forças divinas, colocava-se o pecado de desobediência a Deus como fonte de todos os males, porém, a ciência tem ajudado o ser humano a entender que os males, também, têm sua origem na própria vida humana, presente em traumas psicológicos, fatores físicos ou biológicos, negligência humana, fenômenos naturais e outros.
A dimensão espiritual é considerada pelas religiões como uma das dimensões fundamentais para o ser humano, isto porque, além de aproximá-lo do transcendente, esta supera os limites da morte, como o fim da vida. Contudo, de um modo geral, essas dimensões dependem uma das outras, para que haja harmonia na vida interior do ser humano e seu relacionamento com o meio que o rodeia seja pacífico e construtor.
Fonte: BRUGNARA, Roque. Pessoa Humana e Religião. Vol. 1. São Paulo: FTD,1995,p.30e31.
Sobre a situação das minorias, é falso afirmar:
 

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2452536 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
Sentir-se bem ou mal nos momentos da vida está relacionado a que fator?
 

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2452065 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
No parágrafo 4, leia a frase que assim se inicia: "Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; (...)". Marque a resposta que condiz com o pensamento que o texto expressa:
 

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2450227 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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A formação do povo brasileiro.
As primeiras sementes da formação do povo brasileiro são lançadas em tempo de exploração das riquezas da terra e de submissão dos nativos aos esquemas da metrópole que inclui, em seu projeto colonizador de conquista, a fé católica.
O ensino religioso é questão de cumprimento dos acordos estabelecidos entre o Sumo Pontífice Igreja católica e o Monarca de Portugal, em vista da evangelização dos gentios. Tal acordo parte dos princípios e critérios do Regime de Padroado, com todas as implicações que de fato decorrem para a formação religiosa e cultural do povo brasileiro. Em nenhum momento são levados em consideração os elementos da tradição religiosa dos negros, sobretudo, o transe, por serem considerados como "inoportunos" à sua adesão ao catolicismo e, consequente, um empecilho para a profissão da fé católica.
No entanto, não se conseguiu eliminar o substrato religioso advindo de suas origens africanas, graças à coragem de lutar, apoiados nas energias de seus orixás. Tal situação é uma das vertentes do sincretismo religioso presente na cultura brasileira.
Fonte: Ensino Religioso no Cenário da Educação Brasileira CNBB. 2007, p.45a48.
Segundo o texto, o sincretismo religioso presente na cultura brasileira é resultado:
 

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1454741 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL

No que diz respeito às tradições religiosas, julgue o item subsequente.

Animismo é a doutrina cristã em que se defende a imortalidade da alma humana.

 

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1434095 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
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Segundo o Código de Direito Canônico (Cân. 1380), "Quem celebra ou recebe um sacramento por simonia", será punido com
 

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1433784 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: DECEx
Orgão: EsFCEx
Provas:
Para Bento XVI, na "Caritas in veritate", nem mesmo a real interdependência dos homens e dos povos nos livra de um sério risco. Assinale a alternativa correta que apresenta o risco manifestado pelo pontífice.
 

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