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De acordo com Bengt Hagglund, em seu livro História da Teologia, o nome do patriarca de Alexandria que trabalhou na formação da doutrina trinitária, e que, diferentemente dos teólogos alexandrinos anteriores, aceitava somente a autoridade da Bíblia, era:
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A respeito da Igreja e das virtudes, julgue o item seguinte.
As virtudes teologais são fé, esperança e caridade; e os principais votos religiosos são pobreza, castidade e obediência.
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Julgue o item a seguir, relativo à formação do cânone da Bíblia.
Ainda no final do século III d.C, Eusébio de Cesaréia, em sua História Ecclesiástica (III, 25), afirma que o Apocalipse de João, atualmente considerado canônico, não era universalmente aceito pelas comunidades cristãs.
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De acordo com Edward W. A. Koehler, em sua obra Sumário da Doutrina Cristã, a autoridade para escolher, chamar e ordenar ministros foi dada por Cristo:
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A Igreja católica, qual mãe zelosa, não apenas cuida de reunir os cristãos em uma atitude ecumênica recomendada pelo Concílio Vaticano II (Unitatis Redintegratio), mas também procura uma aproximação com toda a humanidade, pois Deus criador é pai de todos os homens, dá a cada um a consciência moral, que, iluminada pela Revelação (Escritura e Tradição), permite a elaboração de uma Teologia Moral. Tendo em vista o interrelacionamento entre o ecumenismo e a teologia moral, julgue o item subseqüente.
A teologia moral é constituída independentemente da moral racional, pois, enquanto a primeira é baseada na fé revelada, a segunda baseia-se tão-somente na razão humana.
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A seguir, são apresentadas narrativas bíblicas da criação do mundo e do homem, constantes nos capítulos 1 e 2 do Livro de Gênesis.
Cap. 1 – No princípio Deus criou os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas (1-2).
(...) Também disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar... (26).
Cap. 2 – Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o Senhor Deus os criou. Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo havia brotado; porque o Senhor Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo (1-5). (...)
Então formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e lhes soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente. E plantou Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado (7).
Julgue o item a seguir, conforme as duas citações bíblicas acima.
O livro de Gênesis é uma crônica histórica de como efetivamente aconteceu a criação do mundo, e não uma narrativa teológica.
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A Igreja católica, qual mãe zelosa, não apenas cuida de reunir os cristãos em uma atitude ecumênica recomendada pelo Concílio Vaticano II (Unitatis Redintegratio), mas também procura uma aproximação com toda a humanidade, pois Deus criador é pai de todos os homens, dá a cada um a consciência moral, que, iluminada pela Revelação (Escritura e Tradição), permite a elaboração de uma Teologia Moral. Tendo em vista o interrelacionamento entre o ecumenismo e a teologia moral, julgue o item subseqüente.
O privilégio paulino diz respeito à possibilidade que um casal de cristãos tem, após realização de seu matrimônio, de se separar quando um deles se encontrar em perigo de perder a fé por causa do outro.
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A seguir, são apresentadas narrativas bíblicas da criação do mundo e do homem, constantes nos capítulos 1 e 2 do Livro de Gênesis.
Cap. 1 – No princípio Deus criou os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas (1-2).
(...) Também disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar... (26).
Cap. 2 – Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o Senhor Deus os criou. Não havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo havia brotado; porque o Senhor Deus não fizera chover sobre a terra, e também não havia homem para lavrar o solo (1-5). (...)
Então formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e lhes soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente. E plantou Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado (7).
Julgue o item a seguir, conforme as duas citações bíblicas acima.
As narrativas de criação do mundo e do ser humano espelham diversas tradições históricas e teológicas da criação.
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Flávio Josefo descreve da seguinte forma a configuração geopolítica da Galiléia no tempo de Jesus.
Há duas Galiléias, uma chama-se a alta e a outra a baixa; ambas são limitadas pela Fenícia e pela Síria. Do lado do ocidente, estão a cidade de Tolemaida, todo o seu território e o monte Carmelo, que outrora pertencia aos Galileus e agora é dos Tírios, perto do qual está a cidade de Gamala, chamada a cidade dos cavaleiros, porque o rei Herodes para lá mandava os dispensados. Do lado do Sul tem, na fronteira, a Samaria e Citópolis, até o rio Jordão. Do lado do oriente, os seus limites são Hipom, Gadaris e Galaunita, que são também os do reino de Agripa. E do lado do Norte confinam com Tiro e seus territórios.
Flávio Josefo. Antigüidades judaicas 3, IV, p. 238.
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o seguinte item, relativo à história e à geografia da Palestina.
A Galiléia ao tempo de Jesus é o território mais ao norte daquele que era o antigo Reino de Israel.
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O sentido do antipelagianismo teológico foi distorcido, sendo confundido com determinismo filosófico. Os teólogos antipelagianos foram acusados de abandonar a liberdade humana e converter o homem em puro objeto entre objetos. Algumas vezes, sua linguagem (e até mesmo a de Paulo) se aproxima desse erro maniqueísta. E alguns teólogos, na verdade, nem mesmo podem ser defendidos contra tal acusação. Sua ênfase antipelagiana não conduz necessariamente a tendências maniqueístas, pois a doutrina da escravidão da vontade pressupõe a liberdade da vontade. Só aquilo que é essencialmente livre pode cair em escravidão existencial.
Paul Tillich. Perspectivas da teologia protestante nos séculos XIX e XX. São Paulo, ASTE, 1999, p. 305.
Julgue o item seguinte, relativo a questões hamartiológicas e soteriológicas, conforme as idéias acima expressas por Tillich.
O pelagianismo pressupõe um ser humano incapaz de livrearbítrio.
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