Foram encontradas 4.233.678 questões.
Um grupo de pessoas está em um laboratório
para realizar exames, mas houve uma pane no
sistema e as informações sobre quem deve
fazer qual exame se perderam. Uma enfermeira
conseguiu salvar as seguintes informações:
• 5 pessoas precisam fazer exames de imagem, apenas.
• 8 pessoas precisam fazer exames de análises clínicas, apenas.
• 1 pessoa precisa fazer exames funcionais, apenas.
• 2 pessoas, ainda não contadas, precisam fazer exames de análises clínicas e exames de imagem, mas não funcionais.
• 2 pessoas, ainda não contadas, precisam fazer exames de imagem e exames funcionais, mas não análises clínicas.
• 3 pessoas, ainda não contadas, precisam fazer exames de análises clínicas e funcionais, mas não de imagens.
• 1 pessoa, ainda não contada, precisa fazer os três tipos de exames.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de pessoas que estão no laboratório para fazer exames.
• 5 pessoas precisam fazer exames de imagem, apenas.
• 8 pessoas precisam fazer exames de análises clínicas, apenas.
• 1 pessoa precisa fazer exames funcionais, apenas.
• 2 pessoas, ainda não contadas, precisam fazer exames de análises clínicas e exames de imagem, mas não funcionais.
• 2 pessoas, ainda não contadas, precisam fazer exames de imagem e exames funcionais, mas não análises clínicas.
• 3 pessoas, ainda não contadas, precisam fazer exames de análises clínicas e funcionais, mas não de imagens.
• 1 pessoa, ainda não contada, precisa fazer os três tipos de exames.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de pessoas que estão no laboratório para fazer exames.
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Analise as proposições compostas e assinale
a alternativa incorreta.
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Uma loja tem duas vendedoras e uma gerente.
A gerente ganha um salário fixo de 200u.m.
(unidades monetárias) mais uma comissão de
5% sobre as vendas das vendedoras. As
vendedoras ganham apenas comissão de 30%
sobre suas próprias vendas. Em certo mês a
vendedora A vendeu 600u.m. E a vendedora B,
800u.m. Assinale a alternativa que apresenta
os salários das vendedoras A e B e da gerente,
nessa ordem, referente ao mês citado.
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Um retângulo tem perímetro igual a 16cm e
área igual a 15cm2
. Assinale a alternativa que
apresenta corretamente as medidas dos lados
do retângulo.
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Você tem uma loja de decoração e vai fazer
uma promoção.
• Se o cliente comprar 1 item, tem 10% de desconto; • Se comprar 2 itens, tem 50% de desconto no item de menor valor; • Se comprar 3 itens, tem 80% de desconto no item de menor valor.
Um cliente levou um vaso no valor de R$150,00, um centro de mesa no valor de R$ 80,00 e uma luminária no valor de R$ 120,00. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor pago pelo cliente.
• Se o cliente comprar 1 item, tem 10% de desconto; • Se comprar 2 itens, tem 50% de desconto no item de menor valor; • Se comprar 3 itens, tem 80% de desconto no item de menor valor.
Um cliente levou um vaso no valor de R$150,00, um centro de mesa no valor de R$ 80,00 e uma luminária no valor de R$ 120,00. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o valor pago pelo cliente.
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Joana e Francisca foram juntas ao
supermercado fazer compras, sendo que cada
uma levou certa quantidade de dinheiro, não
necessariamente iguais. Joana gastou metade
do dinheiro que levou e Francisca, 4/5. Além
disso, do dinheiro de Joana sobraram R$ 25,00
e do dinheiro de Francisca sobraram R$ 20,00.
Assinale a alternativa que apresenta
corretamente os valores que cada uma delas
levou ao supermercado.
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O tormento da Inteligência Artificial
(Michel Alcoforado)
Acompanho o avanço da inteligência artificial com
um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira
vez que as máquinas nos colocam contra a parede.
O que será que será?
Desde a invenção da máquina a vapor, lá no
século XVIII, convivemos com o medo de sermos
substituídos por aquilo que nós mesmos criamos.
Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram
braços do campo. Depois, as máquinas chegaram
às fábricas e milhões de trabalhadores braçais,
para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no
balcão do setor de serviços. Agora, depois do
campo, das fábricas e dos escritórios, para onde
vamos? Ninguém sabe.
Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com
força, atormenta gente com ou sem diploma.
Profissões construídas sobre anos de estudo,
diplomas caros e crença de que pensar era um
território exclusivamente humano vão desaparecer.
Um passeio rápido por qualquer plataforma de
inteligência artificial gratuita choca pela velocidade
com que as traquitanas escrevem relatórios,
traduzem idiomas, sugerem estratégias ou
resolvem problemas que antes exigiriam horas de
concentração. Pensar virou commodity e já não
garante um lugar na fila do pão.
Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial
indica que uma parcela relevante dos trabalhadores
qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida
por sistemas automatizados. [...]
Tal movimento inaugura uma nova condição: a de
vigilância permanente sobre a própria relevância.
Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato,
no qual cada profissional precisa avaliar
continuamente o que ainda é insubstituível em si e
o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]
(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
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O tormento da Inteligência Artificial
(Michel Alcoforado)
Acompanho o avanço da inteligência artificial com
um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira
vez que as máquinas nos colocam contra a parede.
O que será que será?
Desde a invenção da máquina a vapor, lá no
século XVIII, convivemos com o medo de sermos
substituídos por aquilo que nós mesmos criamos.
Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram
braços do campo. Depois, as máquinas chegaram
às fábricas e milhões de trabalhadores braçais,
para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no
balcão do setor de serviços. Agora, depois do
campo, das fábricas e dos escritórios, para onde
vamos? Ninguém sabe.
Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com
força, atormenta gente com ou sem diploma.
Profissões construídas sobre anos de estudo,
diplomas caros e crença de que pensar era um
território exclusivamente humano vão desaparecer.
Um passeio rápido por qualquer plataforma de
inteligência artificial gratuita choca pela velocidade
com que as traquitanas escrevem relatórios,
traduzem idiomas, sugerem estratégias ou
resolvem problemas que antes exigiriam horas de
concentração. Pensar virou commodity e já não
garante um lugar na fila do pão.
Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial
indica que uma parcela relevante dos trabalhadores
qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida
por sistemas automatizados. [...]
Tal movimento inaugura uma nova condição: a de
vigilância permanente sobre a própria relevância.
Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato,
no qual cada profissional precisa avaliar
continuamente o que ainda é insubstituível em si e
o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]
(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
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O tormento da Inteligência Artificial
(Michel Alcoforado)
Acompanho o avanço da inteligência artificial com
um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira
vez que as máquinas nos colocam contra a parede.
O que será que será?
Desde a invenção da máquina a vapor, lá no
século XVIII, convivemos com o medo de sermos
substituídos por aquilo que nós mesmos criamos.
Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram
braços do campo. Depois, as máquinas chegaram
às fábricas e milhões de trabalhadores braçais,
para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no
balcão do setor de serviços. Agora, depois do
campo, das fábricas e dos escritórios, para onde
vamos? Ninguém sabe.
Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com
força, atormenta gente com ou sem diploma.
Profissões construídas sobre anos de estudo,
diplomas caros e crença de que pensar era um
território exclusivamente humano vão desaparecer.
Um passeio rápido por qualquer plataforma de
inteligência artificial gratuita choca pela velocidade
com que as traquitanas escrevem relatórios,
traduzem idiomas, sugerem estratégias ou
resolvem problemas que antes exigiriam horas de
concentração. Pensar virou commodity e já não
garante um lugar na fila do pão.
Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial
indica que uma parcela relevante dos trabalhadores
qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida
por sistemas automatizados. [...]
Tal movimento inaugura uma nova condição: a de
vigilância permanente sobre a própria relevância.
Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato,
no qual cada profissional precisa avaliar
continuamente o que ainda é insubstituível em si e
o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]
(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
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O tormento da Inteligência Artificial
(Michel Alcoforado)
Acompanho o avanço da inteligência artificial com
um misto de fascínio e apreensão. Não é a primeira
vez que as máquinas nos colocam contra a parede.
O que será que será?
Desde a invenção da máquina a vapor, lá no
século XVIII, convivemos com o medo de sermos
substituídos por aquilo que nós mesmos criamos.
Primeiro vieram as engrenagens que dispensaram
braços do campo. Depois, as máquinas chegaram
às fábricas e milhões de trabalhadores braçais,
para sobreviver, precisaram encostar o umbigo no
balcão do setor de serviços. Agora, depois do
campo, das fábricas e dos escritórios, para onde
vamos? Ninguém sabe.
Desta vez, a falta de rumo é democrática. Com
força, atormenta gente com ou sem diploma.
Profissões construídas sobre anos de estudo,
diplomas caros e crença de que pensar era um
território exclusivamente humano vão desaparecer.
Um passeio rápido por qualquer plataforma de
inteligência artificial gratuita choca pela velocidade
com que as traquitanas escrevem relatórios,
traduzem idiomas, sugerem estratégias ou
resolvem problemas que antes exigiriam horas de
concentração. Pensar virou commodity e já não
garante um lugar na fila do pão.
Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial
indica que uma parcela relevante dos trabalhadores
qualificados verá parte de suas tarefas ser absorvida
por sistemas automatizados. [...]
Tal movimento inaugura uma nova condição: a de
vigilância permanente sobre a própria relevância.
Entramos em uma espécie de jogo de gato e rato,
no qual cada profissional precisa avaliar
continuamente o que ainda é insubstituível em si e
o que já pode ser replicado por uma máquina. [...]
(Disponível: https://oglobo.globo.com/cultura/michel-alcoforado/coluna/2026/02/otormento-da-inteligencia-artificial.ghtml. Acesso em 04/06/2026)
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