Na leitura de uma partitura, os compassos dividem a música em trechos com intervalos de tempo definidos com base em sons e pausas. Cada compasso tem uma duração que é dada por uma quantidade de tempos predefinidos e a quantidade de tempos de cada som é representada por símbolos, conforme descrito no quadro a seguir:
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Símbolo |
Nome |
Duração |
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Semibreve |
4 tempos |
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Mínima |
2 tempos |
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Semínima |
1 tempo |
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Colcheia |
\( \dfrac{1}{2} \) tempo |
Considere um programa que gere aleatoriamente uma música dividida em compassos que totalizam 4 tempos cada, composta apenas por sons, ou seja, não existem pausas. Assim, esse programa irá gerar composições conforme os exemplos a seguir, todos totalizando 4 tempos:
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Exemplo 1 |
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4 = 4 tempos |
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Exemplo 2 |
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2 + 2 = 4 tempos |
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Exemplo 3 |
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1 + 1 + 1 + 1 = 4 tempos |
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Exemplo 4 |
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1 + 1 + 2 = 4 tempos |
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Exemplo 5 |
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1 + 2 + 1 = 4 tempos |
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Exemplo 6 |
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\( \dfrac{1}{2}+\dfrac{1}{2} \) \( +\ 1\ +2\ =4 \) tempos |
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Exemplo 6 |
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\( \dfrac{1}{2}+1+2+\dfrac{1}{2}=4 \) tempos |
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... |
... |
... |
Esse programa gerou todas as combinações possíveis dos símbolos anteriores que podem formar um compasso de 4 tempos, sendo que cada um dos compassos gerados tem uma configuração única, de modo a ser impossível encontrar dois compassos idênticos.
Sendo assim, selecionando aleatoriamente um compasso desta música, a probabilidade de se encontrar nele pelo menos uma semínima está compreendida entre:





