Em Escravidão e cidadania no Brasil Monárquico, na seção
“Escravidão e cidadania”, Hebe Maria Mattos distingue a
presença de estigmas de ascendência, no Império português, da
legitimação propriamente racial da escravidão moderna. Segundo
a autora, na lógica do Antigo Regime português, é correto afirmar
que: