Em A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil
oitocentista, no capítulo “Escravismo”, Sidney Chalhoub examina
a argumentação de Domingos Barreto acerca das leis pelas quais
se regeriam os “potentados africanos” e da suposta licitude do
comércio da escravatura. Neste contexto de discussão, assinale a
alternativa correta.
Em Escravidão e cidadania no Brasil Monárquico, na seção
“Escravidão e cidadania”, Hebe Maria Mattos distingue a
presença de estigmas de ascendência, no Império português, da
legitimação propriamente racial da escravidão moderna. Segundo
a autora, na lógica do Antigo Regime português, é correto afirmar
que:
Em Rebelião escrava no Brasil: a história do levante dos
malês em 1835, no capítulo “Os filhos de Alá na Bahia”, João José
Reis apresenta diferentes hipóteses sobre a origem do termo
“malê” e indica aquela que lhe parece mais sensata. Considerando
a explicação assumida pelo autor, assinale a alternativa correta.
Em A Guerra dos Bárbaros: povos indígenas e a colonização
do sertão Nordeste do Brasil, 1650-1720, no capítulo “A Guerra
do Açu”, Pedro Puntoni retoma a conquista portuguesa do Rio
Grande, articulando a presença francesa, as alianças indígenas e a
construção do forte dos Reis Magos. Considerando o relato dos
acontecimentos, neste contexto, é correto afirmar que:
Em História Geral da África, III: África do século VII ao XI,
no capítulo “O papel do Saara e dos saarianos nas relações entre o
Norte e o Sul”, o texto descreve a situação de Awdāghust em
relação ao reino de Gana e à antiga federação dos sanhādja. Para
fins de datação, considere que a forma “século V/XI” corresponde
à dupla referência cronológica usada no texto: século V da Hégira
/ século XI da Era Comum — EC. Considerando o relato dos
acontecimentos, assinale a alternativa correta.
Em Além do visível: poder, catolicismo e comércio no Congo
e em Angola, na seção “A resistência de Njinga”, Marina de Mello
e Souza descreve os deslocamentos políticos de Njinga, suas
alianças e a reorganização de sua resistência após o avanço
português sobre o Dongo. Considerando o relato dos
acontecimentos, assinale a alternativa correta.
Em África Negra: História e Civilizações, no capítulo “As
heranças africanas”, Elikia M’Bokolo discute as relações entre a
África Negra e o mundo mediterrânico, recusando a imagem de
um continente isolado e chamando atenção para antigas redes de
contato, circulação e troca. Considerando este contexto, assinale a
alternativa correta.
Em Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial
(1777-1808), no capítulo “Política de Neutralidade”, Fernando A.
Novais analisa a preservação dos domínios ultramarinos ibéricos
após a perda da hegemonia espanhola e a rearticulação das
alianças europeias. Considerando este contexto, assinale a
alternativa correta.
Em A heresia dos índios: catolicismo e rebeldia no Brasil
colonial, Ronaldo Vainfas descreve a história da Santidade de
Jaguaripe, no Recôncavo Baiano, durante a década de 1580,
destacando sua relação com Fernão Cabral de Taíde.
Considerando o relato dos acontecimentos, assinale a alternativa
correta.
Em Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não
foi, no capítulo “O Rio de Janeiro e a República”, José Murilo de
Carvalho analisa a relação entre a República, a população negra,
os pobres urbanos e certas práticas populares na capital federal.
Considerando este contexto, assinale a alternativa correta.