É no bojo do movimento revolucionário do final do século XIX e início do XX que surge a matriz desse tipo de teatro, com objetivo de propagar as ideias do comunismo. Trata-se de um teatro que não propõe apenas a experiência estética, mas que funciona também como ação cultural. Outra definição o concebe como uma modalidade de teatro de partido, um teatro de partido comunista, elaborado por artistas envolvidos naquele movimento revolucionário. (Koudela, 2015. Adaptado) O excerto trata da definição de teatro
Entendendo uma nova concepção de cenografia, ao final
do século XIX e início do XX, Edward Gordon Craig propõe que a expressividade da cenografia deve estar ligada
ao todo da encenação, que envolve não só o ator, mas
tudo que se relaciona com ele no palco. Tal concepção
propunha o que seriam as bases da cenografia do futuro,
empregando recursos tecnológicos de ponta. Para Koudela (2015), as concepções de Craig acompanham a de
outro encenador. Ambos empregaram a luz elétrica, utilizando a luz como instrumento de revelação de estados
emocionais e dando início à fusão e integração das artes
e ciências.
O descritivo aponta, além de Craig, para as elaborações de
Na didática contemporânea da dança, influenciada por Rudolf Laban, Angel Vianna e Klauss Vianna, o movimento é compreendido como linguagem expressiva e investigativa, atravessada por dimensões subjetivas, culturais e corporais. A dança, assim, configura-se como experiência de criação, escuta do corpo e mediação simbólica. Assinale a alternativa que apresenta uma prática incoerente com essa abordagem.
O teatro, concebido por autores como Augusto Boal, Viola Spolin e Bertolt Brecht, ultrapassa o campo estético e adentra o político, o formativo e o social. No contexto escolar, essa linguagem ganha potência quando articulada à reflexão crítica, à criação coletiva e à transformação do sensível. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que expressa uma visão limitadora da função do teatro na educação.
Como fundamento de sua proposta de dança, Rudolf
Laban, introduziu o ensino e aprendizado das estruturas
da dança: as dinâmicas corporais, o espaço e o corpo
que dança, denominada
No Brasil, foi durante a própria década de 1970, que começaram as experimentacões cênicas de dança-teatro.
Recém-chegada da Escola Mudra de Maurice Béjart
(onde havia estudado com Juliana Carneiro da Cunha e
os coreógrafos franceses Maguy Marin e Dominique Bagouet, entre outros) começará a mostrar suas criações no
Teatro de Dança do Teatro Ruth Escobar (1975). Como
exemplo em Caminhada (1974) e Pulsações (1975).
(Koudela, 2015. Adaptado)
Trata-se da trajetória e trabalho de