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Sobre o legado do modernismo brasileiro, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Em meados do século XX, a Poesia Concreta, o Cinema Novo e a Tropicália desdobraram com originalidade as contribuições da geração modernista, ao pensar os desafios envolvidos na construção de uma arte moderna e ao mesmo tempo nacional/periférica.
( ) No século XXI, a noção de antropofagia cultural da primeira geração de modernistas tem sido retomada criticamente, sobretudo por artistas indígenas que buscam colocar as populações originárias como sujeitos da experiência e da criação estética.
( ) Na atualidade, muitas das motivações centrais do modernismo de 1922, como a crítica ao conservadorismo, a reinvenção das formas artísticas e a busca de uma identidade brasileira plural, seguem presentes no debate artístico e cultural.
As afirmativas são, respectivamente,
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Segundo a autora, um desses autores era
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Em abril de 1970, Frederico Moraes organizou a exposição Do Corpo à Terra, no Palácio das Artes, com obras espalhadas no Parque Municipal de Belo Horizonte. Artur Barrio espalhou pelo Ribeirão Arruda trouxas de pano contendo carne, sangue, unhas e outros materiais orgânicos. Transeuntes que deparavam com as trouxas imediatamente eram remetidos à questão das torturas e assassinatos de presos políticos.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
Segundo Barcinski (2015), nessa ação artística, Barrio opera o que Frederico Moraes chamou de
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A obra é uma síntese das questões discutidas sobre arte popular, participação política, superação do quadro de cavalete, nova relação com a realidade objetiva e extensão da definição de arte. De fato, sua invenção responde a um imperativo da nova vanguarda brasileira que Mário Pedrosa definia como inconformismo estético aliado a inconformismo social. Surgiu em 1964, como decorrência da pesquisa de Hélio Oiticica sobre a superação do quadro e após o contato do artista com a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
A descrição trata da obra
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Observe a imagem a seguir:

(Primeira missa no Brasil, 1860. Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro)
A Primeira missa no Brasil foi elaborada tendo como base a carta de Pero Vaz de Caminha e, segundo Migliaccio (apud Barcinski, 2015), obteve sucesso como representação canônica do passado nacional mesmo em épocas adversas às concepções estéticas que a produziram.
A pintura é de autoria de
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Foto: https://www.historiadomundo.com.br/pre-historia/caverna-de-chauvet-e-a-arte-da-prehistoria.htm
Um estudo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences colocou fim a uma antiga discussão entre cientistas: os sofisticados desenhos de animais da caverna Chauvet, no Sul da França, são mesmo os mais antigos do mundo. Foram feitos entre 28.000 e 40.000 anos atrás, de acordo com o estudo. A complexidade das curvas suaves e dos detalhes das pinturas de ursos, rinocerontes e cavalos da caverna Chauvet, no Sul da França, fez com que os pesquisadores duvidassem que essa arte fosse tão antiga quanto algumas datações feitas por radiocarbono indicavam, entre 30.000 e 32.000 anos atrás. O grupo que contestava essa datação defendia que os desenhos, por serem muito avançados, eram parte da cultura Magdaleniense, últimos povos caçadores-coletores que habitaram a Europa Ocidental Continental, entre 12.000 e 17.000 anos atrás.
(https://veja.abril.com.br/ciencia/arte-rupestre-de-caverna-francesa-e-a-mais-antiga-ja-encontrada-diz-estudo) Data do acesso: 11 de dezembro de 2024.
Os caçadores-coletores, termo pelo qual são denominados os que praticavam as pinturas rupestres, acreditavam que, pintando animais nas paredes rochosas da pré-história, facilitariam o processo da caça. Isso ocorria diante de um processo de
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Foto: https://atelierpiratininga.com/tecnicas/
Inicialmente as gravuras elaboradas em matrizes de metal, particularmente de cobre, eram vistas como um trabalho ornamental similar à ourivesaria, arte de produzir joias preciosas e objetos de adorno. Com a evolução de uma nova invenção, a prensa de Johannes Gutenberg, a partir do século XV, buscou-se o desenvolvimento de métodos gráficos de alto nível que possibilitassem o preparo mais elaborado das representações impressas. A utilização de metais foi a solução encontrada.
(https://www.infoescola.com/artes/) [Texto adaptado]. Data do acesso: 09 de dezembro de 2024.
A imagem apresentada, reforçada pelo texto acima, demonstra uma forma de desenvolver gravuras que caiu no gosto dos entusiastas da arte daquela época. A técnica usada para imprimir sobre papel, tecidos e diversas outras superfícies, utiliza o metal como uma espécie de carimbo. Essa técnica é denominada:
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