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Foram encontradas 49.808 questões.

4275076 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
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Em julho de 2026, regras para publicidade de apostas passaram a exigir advertências sobre dependência e perdas e a proibir mensagens que apresentem apostas como investimento ou enriquecimento fácil. A finalidade mais adequada dessas medidas é:
 

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4274880 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: FME Timbó
Entre 2013 e 2023, a participação das empresas do setor cultural no conjunto estudado subiu de 8,0% para 8,6%. No mesmo período, porém, sua participação na receita líquida caiu de 7,7% para 5,6%, e no valor adicionado recuou de 10,5% para 8,3%. Em 2024, o setor reuniu 5,9 milhões de ocupados e apresentou informalidade de 44,6%, além de registrar crescimento de atividades ligadas à internet, ao software e à publicidade. A leitura mais consistente desses dados é que o setor cultural:
 

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4273910 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A Festa do Divino Espírito Santo, evento tradicional de Saquarema, ocorre anualmente no dia:
 

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4273855 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Marques Souza-RS
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A Agenda 2030, adotada pelas Nações Unidas em 2015, estabelece diretrizes globais para garantir a sustentabilidade planetária. Diante disso, quantos objetivos gerais compõem essa agenda internacional?
 

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4272013 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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A música Mega Som Moraes, interpretada pela Banda Fruto Sensual e composta por Valéria Paiva, faz referência ao município de Barcarena no trecho: "Não, não vou dispensar / Em Barcarena na beira do mar / Sentindo o quanto é bom se entregar [...]". A canção pertence ao universo do tecnobrega, gênero musical que se consolidou como uma das principais expressões da cultura popular paraense.

Sobre a formação histórica e musical do tecnobrega, assinale a alternativa correta.

 

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4272012 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AGATA
Orgão: Pref. Barcarena-PA
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A

partir do Texto I, abaixo, leia-o com atenção para responder à questão.

Texto I
    O uso de Inteligência Artificial na educação é um problema, algo que se constata desde que o ChatGPT surgiu. Podemos discutir os prós e contras de seu uso em diferentes atividades – estou profundamente convencido de que os contras superam largamente os prós em todos os ramos que exigem criatividade, incluída aí a pesquisa, mas entendo que é um debate ainda em aberto. Parece óbvio, porém, que, no processo de formação, é importante que os estudantes desenvolvam habilidades próprias. Caso se escorem na IA, perderão a capacidade até mesmo de avaliar aquilo que a IA lhes entrega.
    Antes que alguém venha falar da calculadora eletrônica, cabe lembrar que uma equação matemática tem uma única resposta correta – ao contrário de um ensaio sobre o conceito de natureza humana em Kant ou de um poema sobre o pôr do sol em Brasília. E, antes de passar para calculadora, os estudantes devem aprender a fazer contas.
    Como muitos colegas, passei a aplicar provas em sala de aula, o que é o fim da picada, como alternativa a receber montes de trabalhos feitos por IA. Mas há situações em que não é possível adotar este caminho. A pesquisa mais elaborada e a redação pensada, que não ocorrem no intervalo de duas horas de uma prova, são competências importantes para formação de um estudante universitário.
    Apesar de meus inúmeros alertas, neste semestre, na minha turma de graduação, mais da metade dos trabalhos finais foi feita por IA. Incluindo, aliás, trabalhos bastante ruins, que seriam reprovados ainda que a autoria fosse humana. Alguns estudantes reconheceram o erro, outros espernearam. Cheguei a receber uma longa justificativa que basicamente dizia que era impossível detectar o trabalho feito por IA. A justificativa, obviamente, também se mostrou redigida por IA. (Na pós-graduação, felizmente, o problema apresentou uma dimensão bem menor.)
    Estou usando o Pangram, um software de detecção de IA que se mostra muito confiável. Segundo vários testes realizados, sua taxa de falsos positivos é inferior a um em cada 10 mil textos, chegando virtualmente a zero em textos longos. A taxa de falsos negativos é um pouco maior, mas ainda assim pequena, e não chega a ser um problema: é muito menos grave deixar passar um aluno picareta do que punir injustamente um estudante honesto.

 Eu o testei de várias maneiras, com resultados sempre corretos. Em relação ao trabalho dos alunos, houve um alinhamento quase perfeito entre minha percepção inicial e o resultado do software. A prova dos nove ainda está para ser feita, com a arguição sobre o material suspeito, mas os resultados já são bastante sólidos.

O principal problema do Pangram é que é caro – para o volume da minha necessidade, preciso assinar um plano de 65 dólares mensais.

Aproveitei e apliquei a ferramenta aqui no Substack. Descobri o segredo daqueles que publicam textos muito longos, muito elaborados, aparentemente com muita pesquisa, inéditos, toda semana, às vezes com frequência ainda maior. Tudo feito por IA.

Não vai rolar, é claro, mas a plataforma deveria incorporar o detector de IA e colocar um alerta. Não quero perder meu tempo, muito menos pagar assinatura para ler algo que é produzido sinteticamente.

ADAPTADO. Luis Felipe Miguel - @lfmiguel - Professor de Ciência Política da Universidade de Brasília. Coodenador do Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades (Demodê). Texto disponível em: https://substack.com/@lfmiguel/note/c-288532710?r=56xf9d




TEXTO II

A IA gera um problema ambiental. Veja o que o mundo pode fazer a respeito

        (...) Quando se trata do meio ambiente, há um lado negativo na explosão da IA e de sua infraestrutura associada, de acordo com um crescente corpo de pesquisas. A proliferação de data centers que abrigam servidores de IA produz lixo eletrônico. Eles são grandes consumidores de água, que está se tornando escassa em muitos lugares. Eles dependem de minerais essenciais e elementos raros, que muitas vezes são extraídos de forma insustentável. Além disso, usam grandes quantidades de eletricidade, estimulando a emissão de gases de efeito estufa que aquecem o planeta. “Ainda há muito que não sabemos sobre o impacto ambiental da IA, mas alguns dos dados que temos são preocupantes”, disse Golestan (Sally) Radwan, diretora digital do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). “Precisamos ter certeza de que o efeito líquido da IA no planeta é positivo antes de implantarmos a tecnologia em escala.” 

        Esta semana, o PNUMA lançou uma nota sobre a pegada ambiental da IA e considera como a tecnologia pode ser implementada de forma sustentável. Ela segue um importante relatório do PNUMA, Navigating New Horizons (Navegando Novos Horizontes), que também examinou as promessas e os perigos da IA. Veja a seguir o que essas publicações revelaram. [...]

Por que as pessoas estão entusiasmadas com o potencial da IA no que diz respeito ao meio ambiente? 

        O grande benefício da IA é que ela pode detectar padrões nos dados, como anomalias e semelhanças, e usar o conhecimento histórico para prever com precisão os resultados futuros. Isso poderia tornar a IA inestimável para monitorar o meio ambiente e ajudar governos, empresas e indivíduos a fazer escolhas mais favoráveis ao planeta. Ela também pode aumentar a eficiência. O PNUMA, por exemplo, usa a IA para detectar quando as instalações de petróleo e gás liberam metano, um gás de efeito estufa que impulsiona as mudanças climáticas. Avanços como esses estão alimentando a esperança de que a IA possa ajudar o mundo a enfrentar pelo menos alguns aspectos da crise ambiental que inclui mudanças climáticas, perdas da natureza e da biodiversidade e poluição e resíduos. 

Então, como a IA é problemática para o meio ambiente?

        A maioria das instalações de IA em grande escala tem ocorrido em data centers, inclusive aqueles operados por provedores de serviços em nuvem. Esses data centers podem causar um grande impacto no planeta. Os componentes eletrônicos que eles abrigam dependem de uma quantidade impressionante de grãos: para fabricar um computador de 2 kg, são necessários 800 kg de matérias-primas. Além disso, os microchips que alimentam a IA precisam de elementos de terras raros, que muitas vezes são extraídos de maneiras destrutivas para o meio ambiente, observou a Navigating New Horizons.

O segundo problema é que os data centers produzem lixo eletrônico, que geralmente contém substâncias perigosas, como mercúrio e chumbo.

        Em terceiro lugar, os data centers usam água durante a construção e, quando entram em operação, usam a água para resfriar os componentes elétricos. Globalmente, a infraestrutura relacionada à IA poderá em breve consumir seis vezes mais água do que a Dinamarca, um país de 6 milhões de habitantes, de acordo com uma estimativa. Isso é um problema quando um quarto da humanidade já não tem acesso à água limpa e ao saneamento.

        Por fim, para alimentar seus eletrônicos complexos, os data centers que hospedam a tecnologia de IA precisam de muita energia, que na maioria dos lugares ainda vem da queima de combustíveis fósseis, produzindo gases de efeito estufa que aquecem o planeta. Uma solicitação feita por meio do ChatGPT, um assistente virtual baseado em IA, consome 10 vezes mais eletricidade do que uma pesquisa no Google, informou a Agência Internacional de Energia. Embora os dados globais sejam escassos, a agência estima que, no centro tecnológico da Irlanda, a ascensão da IA poderá fazer com que os data centers respondam por quase 35% do uso de energia do país até 2026. (...). 

Como o mundo pode controlar as consequências ambientais da IA?

Na nova nota sobre a questão, o PNUMA recomenda cinco coisas principais. Em primeiro lugar, os países podem estabelecer procedimentos padronizados para medir o impacto ambiental da IA; no momento, há uma escassez de informações confiáveis sobre o assunto. Em segundo lugar, com o apoio do PNUMA, os governos podem desenvolver regulamentações que exijam que as empresas divulguem as consequências ambientais diretas dos produtos e serviços baseados em IA. Em terceiro lugar, as empresas de tecnologia podem tornar os algoritmos de IA mais eficientes, reduzindo sua demanda por energia, reciclando água e reutilizando componentes quando possível. Em quarto lugar, os países podem incentivar as empresas a tornar seus data centers mais ecológicos, inclusive usando energia renovável e compensando suas emissões de carbono. Por fim, os países podem inserir suas políticas relacionadas à IA em suas regulamentações ambientais mais amplas.

ADAPTADO. Disponível em: https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/reportagem/ia-gera-um-problema-ambiental-veja-o-que-o-mundo-podefazer

O provérbio que melhor sintetiza a tese defendida pelos autores é:
 

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4270984 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Itajaí-SC
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Itajaí é nacionalmente reconhecida por sua relação com a atividade pesqueira industrial e com a cadeia produtiva do pescado.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente esse reconhecimento e sua justificativa geral.
 

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O Porto de Itajaí é considerado estratégico para a economia de Santa Catarina e do Brasil.

Assinale a alternativa que identifica corretamente a principal atividade econômica associada ao porto do município.
 

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4270852 Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Talent
Orgão: Pref. Peixoto Azevedo-MT
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No início de 2023, um grave evento de cunho político marcou o Brasil, no qual as sedes dos Três Poderes em Brasília foram invadidas e depredadas por manifestantes. Este acontecimento ocorreu no dia:
 

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Em que ano o distrito de Assunção recebeu a energia elétrica, inaugurada pelo governador João Agripino, em solenidade que contou também com a participação de José Pedro Diniz?
 

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