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Respondida
Sobre a Lei Complementar n. 141/12, assinale a alternativa CORRETA.
Respondida
Sobre a fiscalização contábil, financeira e orçamentária, assinale a alternativa CORRETA.
A
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu um
sistema de controle externo realizado pelo
Congresso Nacional com auxílio do Tribunal de
Contas, ao qual se sujeitam apenas as entidades
públicas que utilizem, arrecadem, guardem, gerenciem ou administrem bens, dinheiro e valores
públicos ou pelos quais a União responda, ou que,
em nome desta, assumam obrigações de natureza pecuniária.
B
As associações e os sindicatos são partes legítimas para denunciar irregularidades ou ilegalidades diretamente ao Tribunal de Contas da União.
C
Como corolário da autonomia política, especificamente do autogoverno, os municípios podem atualmente criar Tribunais de Contas municipais, na
forma da Constituição estadual e da Lei Orgânica
do Município.
D
Quanto à fiscalização contábil, financeira e orçamentária no âmbito federal, os responsáveis pelo
controle interno, ao tomar conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, dela deverão
dar ciência ao Tribunal de Contas da União, sob
pena de responsabilidade subsidiária, o que resulta em um sistema de atuação integrada entre
controle externo e controle interno.
E
De acordo com a atual Constituição Federal, os
Tribunais de Contas podem, somente se provocados, realizar auditorias de natureza contábil,
financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, em qualquer entidade que der causa a perda,
extravio ou outra irregularidade de que resulte
prejuízo ao erário.
Respondida
Com relação aos Tribunais de Contas, assinale a
alternativa CORRETA.
A
O Tribunal de Contas da União é composto por 11
(onze) Ministros, dentre os quais um terço é de
livre e exclusiva escolha do Presidente da República e dois terços são escolhidos pelo Congresso
Nacional.
B
Os Ministros do Tribunal de Contas da União
terão como garantias: irredutibilidade de subsídios, inamovibilidade e vitaliciedade após 2 (dois)
anos de estágio probatório.
C
No controle externo realizado pelos Tribunais de
Contas, a fiscalização contábil, financeira e orçamentária dos bens, dinheiro e valores públicos
abrange os aspectos da economicidade, legalidade, legitimidade, aplicação de subvenções, renúncia de receitas e conveniência política.
D
O Tribunal de Contas é órgão de natureza técnica
que auxilia o Poder Legislativo no controle externo
dos bens, dinheiro e valores públicos. Em razão
de sua natureza, os Ministros que compõem o
respectivo tribunal deverão ter formação na área
jurídica, contábil, econômica, financeira ou experiência em administração pública, que será comprovada mediante título de conclusão de ensino
superior em uma dessas áreas e atuação profissional por no mínimo 10 anos.
E
É inconstitucional o dispositivo da Constituição estadual que estabelece ser prerrogativa exclusiva
do Governador do Estado a escolha dos Conselheiros do Tribunal de Contas estadual.
Respondida
No que tange à possibilidade do Tribunal de Contas
apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos
de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, excetuadas as
nomeações para cargo de provimento em comissão,
bem como a das concessões de aposentadorias, reformas e pensões, ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato
concessório, é CORRETO afirmar:
Respondida
As Normas de Auditoria Governamental, que incluem
diretrizes fundamentais para a realização de auditorias contábeis, operacionais e de cumprimento, estão
divididas em quatro grupos, a saber:
Respondida
Os relatórios de auditoria governamental podem ser
classificados: a) quanto à forma; b) quanto ao escopo;
c) quanto à abrangência; d) quanto à natureza da
opinião do profissional de auditoria governamental.
Assinale a opção que descreve a abrangência.
A
Relatório curto ou parecer: relato estruturado de
forma padronizada, normalmente com os seguintes principais parágrafos: introdutório, responsabilidade do profissional de auditoria governamental
e da administração; descrição da auditoria incluindo o escopo, procedimentos e técnicas aplicadas
e condições de trabalho; e opinião do profissional
de auditoria governamental e outras responsabilidades relativas à emissão de relatório.
B
A abstenção de opinião não elimina a responsabilidade de o profissional de auditoria governamental mencionar, no relatório, qualquer desvio ou
reserva relevante que possa influenciar a decisão
do usuário das peças examinadas.
C
Relatório de exame da formalidade processual:
relatório ou parecer preparado pelo profissional de
auditoria governamental, com base no exame das
peças que integram o processo sob exame. Não
envolve análise de mérito.
D
O profissional de auditoria governamental deve
relatar, de maneira clara, todas as razões que
fundamentaram a sua opinião, devendo revelar
em parágrafo (s) intermediário (s), imediatamente
anterior (es) ao parágrafo de opinião, todas as
razões para a sua emissão, buscando sempre
quantificar o efeito financeiro desses pontos, embora nem sempre isso seja viável ou pertinente.
E
Relatório progressivo ou parcial: relato normalmente utilizado quando as soluções para as ocorrências identificadas não podem esperar e precisam ser sanadas de imediato, sob pena de perder
a eficácia e a efetividade da auditoria governamental.
Respondida
Assinale a alternativa que representa um profissional
de Auditoria Governamental.
Respondida
Assinale a alternativa que descreve o Risco de
Auditoria.
A
Diz respeito ao grau de realização de objetivos e
de alcance das metas orçamentárias.
B
É a probabilidade de o profissional de auditoria
deixar de emitir apropriadamente sua opinião e
comentários sobre as transações, documentos e
demonstrações materialmente incorretos pelo
efeito de ausência ou fragilidades de controles
internos e de erros ou fraudes existentes, mas
não detectados pelo seu exame, em face da
carência ou deficiência dos elementos comprobatórios ou pela ocorrência de eventos futuros incertos que possuam potencial para influenciar os
objetos da auditoria.
C
Ato não voluntário, não intencional, resultante de
omissão, desconhecimento, imperícia, imprudência, desatenção ou má interpretação de fatos na
elaboração de documentos, registros ou demonstrações. Existe apenas culpa, pois não há intenção de causar dano.
D
Ato voluntário intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de documentos,
informações, registros e demonstrações. Existe
dolo, pois há intenção de causar algum tipo de
dano.
E
Critério de avaliação que busca revelar a importância qualitativa das ações em estudo, quanto à
sua natureza, contexto de inserção, fidelidade,
integridade e integralidade das informações, independentemente de sua materialidade gerencial.
Respondida
Um dos principais objetivos do auditor interno ou da auditoria
interna é:
Respondida
O acompanhamento, pelos auditores externos, do inventário
físico de estoques de matéria-prima, produtos em processo,
produtos acabados e material auxiliar de uma indústria metalúrgica
em uma determinada data-base, para efeito da auditoria
das demonstrações contábeis, é um teste