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Read the text below to answer question.
Spectacular Northern Lights linked to suicidal depression
Alaska's tragically high number of suicide may be related to cosmic storms and the Northern Lights (aurora borealis), according to an expert in the study of brainwaves.
Depression in the Far North has in general been attributed to the deep, dark and long winters. But Dr Anita Bush , specialises in electroencephalography, has complicated matters by discovering a link between solar flames and brainwave activity in two sets of Alaskans she has studied for the past five years.
The microscopic electric impulses were concentrated in an area of the brain known also to cause seasonal affective depression (SAD), the condition up to now blamed for dozens of suicides each year in the remote Alaskan coast. Suicide levels among the state's 15 to 24-year-olds have risen sharply in recent years, to six times the national average, says Dr Bush.
She has not yet demonstrated a link between increased brainwaves and suicidal tendencies but she thinks existing data on supposed SAD cases may in fact include cases of suicide induced by geomagnetism. For now she has suggested that special dark glasses, worn against solar flames and the Northern Lights, elevate morale among the suicidal.
Some of her sceptical colleagues as Professor Tom Hallinan, one of a team studying the aurora, recently insisted that the most serious health risk in watching 30 the Alaskan night sky was a cricked neck.
Adapted from Advance Your English - Cambridge University Press
The correct words to fill the gaps are
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A figura abaixo representa a variação da intensidade luminosa I das franjas de interferência, em função da posição x, resultado da montagem experimental, conhecida como Experiência de Young.

A razão entre as distâncias !$ \overline {AB} !$ e !$ \overline {BC} !$ é
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Read the text below to answer question.
Spectacular Northern Lights linked to suicidal depression
Alaska's tragically high number of suicide may be related to cosmic storms and the Northern Lights (aurora borealis), according to an expert in the study of brainwaves.
Depression in the Far North has in general been attributed to the deep, dark and long winters. But Dr Anita Bush ,who specialises in electroencephalography, has complicated matters by discovering a link between solar flames and brainwave activity in two sets of Alaskans she has studied for the past five years.
The microscopic electric impulses were concentrated in an area of the brain known also to cause seasonal affective depression (SAD), the condition up to now blamed for dozens of suicides each year in the remote Alaskan coast. Suicide levels among the state's 15 to 24-year-olds have risen sharply in recent years, to six times the national average, says Dr Bush.
She has not yet demonstrated a link between increased brainwaves and suicidal tendencies but she thinks existing data on supposed SAD cases may in fact include cases of suicide induced by geomagnetism. For now she has suggested that special dark glasses, worn against solar flames and the Northern Lights, might elevate morale among the suicidal.
Some of her sceptical colleagues as Professor Tom Hallinan, one of a team studying the aurora, recently insisted that the most serious health risk in watching 30 the Alaskan night sky was a cricked neck.
Adapted from Advance Your English - Cambridge University Press
The best word to describe Professor Hallinan's reaction to Dr Bush's proposition is
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
Considere as afirmativas a seguir.
I. O vocábulo verbal relata exige uma complementação, no caso, um termo oracional.
II. Êxtase e espécime são vocábulos determinantes que se referem à Natureza.
III. Cartas angustiadas denotam um estado emocional do emissor.
Estão corretas apenas
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No circuito abaixo, alimentado por três pilhas ideais de 1,5 V cada, o amperímetro A e os voltímetros !$ V_1 !$ e !$ V_2 !$ são considerados ideais.

Sabe-se que o voltímetro !$ V_2 !$ indica 2,0 V e que as resistências elétricas dos resistores !$ R_1 !$ e !$ R_3 !$ são, respectivamente, !$ 2,5 \, Ω !$ e !$ 3,0 \, Ω !$.
Nestas condições, as indicações de !$ V_1 !$ , em volts, de A, em ampères, e o valor da resistência elétrica do resistor !$ R_2 !$ , em ohms, são, respectivamente
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Considere um objeto AB, perpendicular ao eixo óptico de um espelho esférico gaussiano, e sua imagem A’B’ conjugada pelo espelho, como mostra a figura abaixo.

Movendo-se o objeto AB para outra posição p em relação ao espelho, uma nova imagem é conjugada de tal forma que o aumento linear transversal proporcionado é igual a 2. Nessas condições, essa nova posição p do objeto, em cm, é
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Sejam as funções reais dadas por !$ f(x)=2^{2x+1} !$ e !$ g(x)=3^{x+1} !$
Se !$ b \, ∈ \, \mathbb{R} !$ tal que !$ f \left( \large{1 \over 2} \right)=2g(b) !$ e !$ p= \log_3b !$, então sobre p é correto afirmar que
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
Assinale a alternativa INCORRETA.
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Leia o Texto I para responder a questão.
Texto I
Darwin no Brasil
Encanto com a Natureza e choque com a escravidão
Na passagem pelo Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, Darwin descobre um mundo novo de sedução e horrores.
Em 27 de dezembro de 1832, depois de ser deslocado duas ou três vezes por ventos contrários, o HMS Beagle, um brigue com 10 canhões sob o comando do capitão Fitz-Roy deixou a localidade de Davenport, no sudoeste da Inglaterra, para uma viagem de quatro anos e nove meses ao redor do mundo.
Um personagem, que a história tornaria o passageiro mais importante a bordo do Beagle!$ ^{(D)} !$, tinha pouco mais de 22 anos e havia sofrido alguns reveses profissionais antes de se envolver com a história natural. Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de fevereiro de 1809 – Downe, Kent, 19 de abril de 1882), cujo nome seria sinônimo de evolucionismo!$ ^{(B)} !$, ainda era um criacionista despreocupado, quando o Atlântico se abriu a sua frente para a viagem que reformularia não apenas suas convicções pessoais, mas mudaria profundamente toda a história da ciência.
Darwin fez uma parada no arquipélago de Cabo Verde, onde registrou minuciosamente suas observações e se impressionou com o arquipélago de São Pedro e São Paulo, antes de passar por Fernando de Noronha. Mas foi no Rio de Janeiro, especialmente por uma incursão de alguns dias pelo interior, que pôde sentir a diversidade de Natureza que deveria conhecer antes de, inteiramente contra a vontade, tornar-se um evolucionista.
Em Viagens de um naturalista ao redor do mundo (Voyage of a naturalist round the world), em que faz um detalhado registro!$ ^{(A)} !$ de sua longa exploração, Darwin dedica menos de dez páginas a Salvador, na Bahia, aonde chegou em 29 de fevereiro de 1833, para uma estada curta, mas já fascinado pela exuberância da natureza tropical.
Em 4 de abril, o Beagle atracou no Rio de Janeiro e aí começaram as descobertas que, do ponto de vista natural, seduziram e encantaram o jovem naturalista, ainda que, do ponto de vista social, tenham sido motivo de frustração, desencanto e, em alguns momentos, de completo horror.
(...)
A incursão começou em 8 de abril, formada por uma equipe de sete pessoas!$ ^{(C)} !$. Darwin conta que, em meio a um calor intenso, o silêncio da mata é completo, quebrado apenas pelo voo preguiçoso de borboletas. A vista e as cores na passagem de Praia Grande (atual Niterói) absorvem toda a atenção de Darwin ao menos até o meio-dia, quando o grupo para, para almoçar em “Ithacaia”, aldeia cercada de choças ocupadas por negros escravos.
Com a lua cheia, que nasce cedo no céu, o grupo decide prosseguir viagem para dormir na Lagoa de Maricá e, no trajeto, passam por regiões escarpadas, entre elas uma meseta em torno de onde escravos formaram quilombos, a que Darwin se refere genericamente como refúgio. Aí, reproduz um relato que diz ter ouvido de alguém. Um grupo de soldados teria sido enviado para recuperar esses fugitivos e todos se renderam, à exceção de uma mulher, já velha, que se atira contra as rochas. Então, ele faz uma das observações que revelam sua profunda repulsa à escravidão que tem diante dos olhos: “Praticado por uma matrona romana esse ato seria interpretado e difundido como amor à liberdade, mas da parte de uma pobre negra, limitaram-se a dizer que não passou de um gesto bruto.”
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial. Pág.90.(Adaptado)
Assinale a opção cuja justificativa para o uso dos termos sublinhados está correta.
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Na figura abaixo, tem-se representado as funções f, g e h que indicam os valores pagos, respectivamente, às locadoras de automóveis !$ \alpha !$, !$ \beta !$ e !$ γ !$ para x quilômetros rodados por dia.
Uma pessoa pretende alugar um carro e analisa as três opções.

Após a análise, essa pessoa conclui que optar pela locadora !$ \alpha !$ ao invés das outras duas locadoras, é mais vantajoso quando !$ x \, ∈ \, ]m,+∞[,m \,∈ \, \mathbb{R} !$
O menor valor possível para m é
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