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Read this dialogue between Melanie and Sam and then choose the correct alternatives according to it.
Melanie: Hi, Sam. How was your interview?
Hi, honey.... Well, I thought the interview
itself went really well.
Melanie: Then why the sad face?
Sam: I think I failed. I was late getting there.
Melanie: Oh, no. Really? What happened?
Sam: I missed the train. The interview was
supposed to start at 10. Well, I was at the
train station by 8:30.
I bought my ticket, and then I put my wallet
down for a few seconds. When I turned
around, it was gone. I spent ten or fifteen
minutes trying to find it.
But I never did.
Melanie: What did you tell the interviewer?
Sam: The truth. I said I'd missed the train. And I
said I was sorry for being late.
Melanie: Didn't you tell him about your wallet?
Sam: No. I was sure he'd think I was just making
an excuse. I don't think he even believed
me about missing the train.
Melanie: What did he say at the end of the interview?
Sam: He said my qualifications were really good
and he'd be in touch. You know, "Don't call
us. We'll call you."
Adapted from True Colors - Longman
When the interviewer said, "Don't call us" he
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Read the text below to answer question.
Spectacular Northern Lights linked to suicidal depression
Alaska's tragically high number of suicide may be related to cosmic storms and the Northern Lights (aurora borealis), according to an expert in the study of brainwaves.
Depression in the Far North has in general been attributed to the deep, dark and long winters. But Dr Anita Bush ,who specialises in electroencephalography, has complicated matters by discovering a link between solar flames and brainwave activity in two sets of Alaskans she has studied for the past five years.
The microscopic electric impulses were concentrated in an area of the brain known also to cause seasonal affective depression (SAD), the condition up to now blamed for dozens of suicides each year in the remote Alaskan coast. Suicide levels among the state's 15 to 24-year-olds have risen sharply in recent years, to six times the national average, says Dr Bush.
She has not yet demonstrated a link between increased brainwaves and suicidal tendencies but she thinks existing data on supposed SAD cases may in fact include cases of suicide induced by geomagnetism. For now she has suggested that special dark glasses, worn against solar flames and the Northern Lights, might elevate morale among the suicidal.
Some of her sceptical colleagues as Professor Tom Hallinan, one of a team studying the aurora, recently insisted that the most serious health risk in watching 30 the Alaskan night sky was a cricked neck.
Adapted from Advance Your English - Cambridge University Press
One of the causes of the high number of suicides in the Far North may be the
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Nick, a British tourist, is telling his American girlfriend about the questions he was asked at Kennedy Airport, New York. 'To start with the immigration officer me where I was from and why I'd come to the 05 States. That wasn't a problem. But then she wanted to know how much money I had. When I told her, she said $800 wasn't enough for three weeks. She wondered why I hadn't brought more. She then me if I intended to work. She wanted to know if I really planned to go 10 ba ck to theUK afterthreeweeks.'
English Grammar in Steps - Richmond
Mark the alternative that completes the gaps correctly.
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
De acordo com a pontuação do texto, é INCORRETO afirmar que as vírgulas do trecho
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Para a fabricação de três modelos de avião, a Embraer precisa de alguns equipamentos, conforme a tabela abaixo

Para o ano de 2009, a Embraer recebeu encomendas dos três modelos, conforme a tabela abaixo

Sabendo-se que a quantidade necessária de poltronas para a fabricação dos três modelos de aviões no ano de 2009 é 3280, então a soma dos algarismos de y é igual a
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
O título do texto remete-nos à ideia de que
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque!$ ^{(C)} !$ atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que!$ ^{(B)} !$ sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que!$ ^{(A)} !$ a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como!$ ^{(E)} !$ se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
Sobre o modo como as ideias no texto se relacionam, é correto afirmar que a
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
Leia o trecho e, a seguir, assinale a opção correta.
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que ‘o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa’. O grupo viaja na região hoje conhecida como Serra da Tiririca... (adaptado)
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Leia o Texto II para responder a questão.
Texto II
Desconforto com a Escravidão
Nas últimas horas de viagem a cavalo, Darwin relata que “o caminho ficou cada vez mais difícil, porque atravessa uma terra selvagem e pantanosa”.
(...)
Darwin fica profundamente impressionado com a fecundidade da região e imagina a quantidade de alimentos que poderá produzir num futuro distante. A selva o fascina e as nuvens de vapor d’água que sobem das matas o deixam extasiado, mas daí também irá emergir uma imagem do terror.
Na fazenda, junto ao rio Macaé, Darwin relata um desencontro, que não detalha, e que, por pouco, não dividiu pelo menos 30 famílias de escravos, levando filhos e mulheres para a venda no mercado carioca, depois de uma convivência de anos. Diz que interesses estritamente financeiros, e não humanistas, evitaram essa cruel separação. Ele suspeita que o proprietário da fazenda nem sequer possa ter se dado conta da brutalidade de seu ato “infame”.
O grupo cruzava um rio, provavelmente, o rio Macaé, conduzido por um negro, quando outra cena relacionada à escravidão chocou Darwin profundamente. O negro tinha alguma dificuldade de comunicação, o que fez com que Darwin tentasse comunicar-se com ele por mímica e outros sinais. Num desses movimentos, conta ele, suas mãos passaram próximo ao rosto do homem, levando-o a acreditar que Darwin estava enraivecido por alguma razão e iria golpeá-lo. O negro abaixou imediatamente as mãos, semicerrou os olhos e dirigiu-lhe um olhar temeroso. Darwin relata o profundo sentimento de surpresa, desconforto e vergonha que se apoderara dele e que jamais iria esquecer.
(...)
O retorno ao Rio marca uma nova fase de êxtase com a Natureza e coleta de espécimes animais e vegetais. Nesse período, Darwin ficara hospedado em uma casa à beira-mar (cottage) em Botafogo. Sobre essas semanas diz que é “impossível sonhar com algo mais delicioso que essa estada de algumas semanas num país tão impressionante”. “Na Inglaterra”, continua Darwin, “os interessados em história natural têm vantagem no sentido de que sempre descobrem alguma coisa que lhes chama a atenção, mas nesses climas tão férteis, repletos de seres animados, para fazer uma caracterização, descobertas novas são feitas a cada instante e são tão numerosas que só se pode avançar com dificuldade”.
(...)
Em 5 de julho, Darwin deixa definitivamente o Rio de Janeiro e o Brasil rumo à Patagônia e à passagem que o levará a Galápagos e às observações que o conduzirão ao evolucionismo. Ainda que a um enorme custo pessoal e ao receio desesperado de, literalmente, implodir os valores de sua época, como se constata nas cartas angustiadas que trocou com sua prima e futura esposa, Emma Wedgwood. No final de 2008, o tetraneto de Darwin, Randal Keynes, conheceu a rota percorrida pelo naturalista.
CAPAZZOLI, Ulisses. Scientfic American Brasil. Fev. 2009, nº 81, ano 7. Edição Especial – Pág.92-93 (Adaptado)
Leia as proposições abaixo.
I - A principal intencionalidade discursiva do locutor do texto é conscientizar o leitor do horror da escravidão.
II - O futuro do presente foi utilizado no último parágrafo para indicar ações realizadas num momento futuro em relação ao narrado.
III - As descobertas em Galápagos deram origem ao evolucionismo, que surpreendeu e assustou o próprio Darwin.
IV - O conectivo e destacado no texto possui valor adversativo e introduz uma crítica de Darwin ao tratamento dado aos escravos.
Estão corretas apenas
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Considere a palavra ACADEMIA parcialmente vista de cima por um observador através de uma lente esférica gaussiana, como mostra a figura abaixo.

Estando todo o conjunto imerso em ar, a lente que pode representar a situação é
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