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“O ozônio (O,) é um gás que funciona como um filtro solar na camada superior da atmosfera que envolve a Terra. Ele nos protege contra a ação dos raios ultravioletas provenientes do Sol, que danificam as plantas e causam câncer de pele (no Brasil, são registrados 55 mil casos de câncer de pele por ano).
Apesar da importância dessa camada, ela está sendo destruída pelos CFCs (clorofluorcarbono), utilizados em sprays, refrigerados e condicionadores de ar.”
(DIAS, Genebaldo Freire. Iniciação à Temática Ambiental. São Paulo: Gaia, 2002, p.48)
Refletindo sobre o conteúdo do texto, pode-se afirmar que:
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Acerca dos direitos e garantias fundamentais previstos na Constituição da República, assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o texto constitucional.
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Com base nas informações à seguir extraídas da contabilidade da Cia Correta, no exercício de 20X8, responda as questões 51, 52, 53 e 54.
| Contas | R$ |
| Estoque em 31/12/20X7 | 2.000 |
| Compras de mercadorias | 4.000 |
| Abatimento sobre vendas | 500 |
| Devolução de compras | 800 |
| ICMS s/ Vendas | 4.300 |
| Vendas | 40.000 |
| Despesas de Salários | 1.700 |
| Despesas Financeiras | 1.000 |
| Comissões de Vendas | 800 |
| Descontos Incondicionais Concedidos | 600 |
| Receita na venda de veículo | 900 |
| Custo do veículo vendido | 600 |
| Descontos Condicionais Concedidos | 1.300 |
| Estoque em 31/12/20X8 | 3.500 |
Analise as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.
I. Segundo a Lei nº 6.404/76, as sociedades anônimas estão obrigadas à escrituração, dentre outros, dos seguintes livros: Livro de Registro de Ações Nominativas, Livro de Atas das Assembleias Gerais e Livro Razão.
Il. O Livro Razão é classificado, de acordo com a legislação comercial, em principal e sistemático.
IIl. Tratam-se de formalidades intrínsecas do Livro Diário, dentre outras, o dever de ser escriturado em rigorosa ordem cronológica e o dever de possuir termo de abertura e de encerramento.
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A degradação ambiental provoca deterioração na qualidade de vida das populações, assim como o uso abusivo de recursos naturais, a poluição, a degradação do solo... Tudo isso tem sido apontado como fatores ameaçadores à vida do próprio planeta.
Com base nas suas observações e nos seus conhecimentos sobre o tema, pode-se concluir que:
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Assinale a opção em que, segundo a norma culta da língua, houve ERRO em relação à concordância verbal.
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das Conjunções
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Crimes na Floresta
(...) Para comemorar os seus 12 anos, a menina Hakani pediu a sua mãe adotiva, Márcia Suzuki, que decorasse a mesa do bolo com figuras do desenho animado Happy Feet. O presente de que ela mais gostou foi um boneco de Mano, protagonista do filme. Mano é um pinguim que não sabe cantar, ao contrário de seus companheiros. Em vez de cantar, dança. Por isso, é rejeitado por seus pais. A história de Hakani também traz as marcas de uma rejeição. Nascida em 1995, natribo dos índios suruuarrás, que vivem semi-isolados no sul do Amazonas, Hakani foi condenada à morte quando completou 2 anos, porque não se desenvolvia no mesmo ritmo das outras crianças. Escalados para ser os carrascos, seus pais prepararam o timbó, um veneno obtido a partir da maceração de um cipó. Mas, em vez de cumprirem a sentença, ingeriram eles mesmos a substância.
O duplo suicídio enfureceu a tribo, que pressionou o irmão mais velho de Hakani, Aruaiji, então com 15 anos, a cumprir a tarefa. Ele atacou-a com um porrete. Quando a estava enterrando, ouviu-a chorar. Aruaji abriu a cova e retirou a irmã. Ao ver a cena, Kimaru, um dos avôs, pegou seu arco e flechou a menina entre o ombro e o peito. Tomado de remorso, o velho suruuarrás também se suicidou com timbó. A flechada, no entanto, não foi suficiente para matar a menina. Seus ferimentos foram tratados às escondidas pelo casal de missionários protestantes Márcia e Edson Suzuki, que tentavam evangelizar os suruuarrás. Eles apelaram à tribo para que deixasse Hakani viver. A menina, então, passou a dormir ao relento e comer as sobras que encontrava no chão. “Era tratada como um bicho”, diz Márcia. Muito fraca, ela já contava 5 anos quando a tribo autorizou os missionários a levá-la para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo. Com menos de 7 quilos e 69 centímetros, Hakanitinha a compleição de um bebê de 7 meses. Os médicos descobriram que o atraso no seu desenvolvimento se devia ao hipotireoidismo, um distúrbio contornável por meio de remédios.
Márcia e Edson Suzuki conseguiram adotar a indiazinha. Graças a seu empenho, o hipotireoidismo foi controlado, mas os maus-tratos e a desnutrição deixaram sequelas. Aos 12 anos, Hakani mede 1,20 metro, altura equivalente à de uma criança de 7 anos. Como os suruuarrás aignoravam, só viria a aprendera falar na convivência com os brancos. Ela pronunciou as primeiras palavras aos 8 anos. Hoje, tem problemas de dicção, que tenta superar com a ajuda de uma fonoaudióloga. Um psicólogo recomendou que ela não fosse matriculada na escola enquanto não estivesse emocionalmente apta a enfrentar outras crianças. Hakani foi alfabetizada em casa pela mãe adotiva. Neste ano, o psicólogo autorizou seu ingresso na 2a série do ensino fundamental.
A história da adoção é um capítulo à parte. (...) O processo ficou cinco anos emperrado na Justiça do Amazonas, porque o antropólogo Marcos Farias de Almeida, do Ministério Público, deu um parecer negativo à adoção. No seu laudo, o antropólogo acusou os missionários de ameaçar a cultura suruuarrá ao impediro assassinato de Hakani. Disse que semelhante barbaridade era uma prática cultural repleta de significados.
(...)
Entre os índios brasileiros, o infanticídio foi sendo abolido à medida que se aculturavam. Mas resiste, principalmente, em tribos remotas — e com o apoio de antropólogos e a tolerância da Funai. E praticado por, no mínimo, treze etnias nacionais.
(...)
Há três meses, o deputado Henrique Afonso apresentou um projeto de lei que prevê pena de um ano e seis meses para o “homem branco” que não intervier para salvar as crianças indígenas condenadas à morte. O projeto classifica a tolerância ao infanticídio como omissão de socorro e afirma que o argumento de “relativismo cultural” fere o direito à vida, garantido pela Constituição.
Leonardo Coutinho, in VEJA, 15 de agosto de 2007.
Marque a conjunção que substitui a palavra grifada, sem alteração de sentido.
“A flechada, no entanto, não foi suficiente para matar a menina.”
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Sob o título “Drogas, Sexo, Rock and Roll & Ambientalismo”, Cascino avalia o contexto em que surge o ambientalismo (Educação Ambiental... São Paulo: Senac, p.32): “1968 foi o ano em que os 'velhos esquemas! foram colocados em dúvida, em discussão, e até mesmo ridicularizados.” (...) O enfrentamento às condições de opressão e injustiça, marcas do capitalismo, deveria ser realizado a partir de um novo posicionamento político. (...) A partir de então, estava consagrado o que veio a chamar-se política na primeira pessoa. (...) E nesse caldo de cultura que surge o ambientalismo. É na convergência de todos esses pontos, inclusive o movimento hippie, o rock-and-roll, a liberação sexual e as drogas, o feminismo, o movimento dos negros e homossexuais, a luta 'por um planeta mais azul", antinuclear e pacifista, o nascimento da multimidiatização, a proliferação da informação da TV, e mais recentemente, nos anos 90, a informática.”
Diante deste contexto, a humanidade vem tomando consciência de que todos estamos igualmente envolvidos numa viagem evolutiva pelo espaço: sem fronteiras, diferenças raciais, religiosas, econômicas, políticas, sociais.
Assinale a opção que demonstra a preocupação com a:
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Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Texto 3
A região amazônica brasileira, definida quer como bacia hidrográfica, quer pela área de abrangência de um complexo de flora e fauna, quer pela divisão político-administrativa do país, ocupa mais da metade do território brasileiro. Apesar de ocupada milenarmente por povos indígenas e de explorada por adventícios desde os tempos coloniais e a despeito de recentes e expressivas migrações internas para algumas de suas seções, ocorridas principalmente a partir da década de 70, a população da região amazônica, tal como a sua densidade populacional, continuam muito baixas ou apenas modestas. Os dados mais recentes indicam que a população total da Amazônia é de 18.748.490 pessoas, correspondendo a pouco mais de 12% da população brasileira. A densidade populacional média da região é de apenas 4 habitantes por quilômetro quadrado, com extensas áreas que registram densidades abaixo de 1 habitante por quilômetro quadrado. Apenas 5% do PIB brasileiro é gerado na região Amazônica Legal, embora ela corresponda a cerca de 60% do território nacional brasileiro (FIGBE, 1996 e Veja, 1997 são as fontes dos dados sobre a Amazônia apresentados nesta seção).
As populações indígenas e suas terras estão espalhadas por toda a enorme região. Os grupos apresentam diferenças marcantes em termos de língua, cultura e de grau de interação com a sociedade nacional. Embora bem mais organizados do que há 10 anos, as suas habilidades de organização e de exercício da cidadania são de incipientes a recentes. O governo central tem sido notoriamente deficiente na proteção dos seus interesses. Mais recentemente, o apoio recebido de diversos grupos de direitos humanos sediados em outras regiões brasileiras e mesmo no exterior tem sido ao menos tão importante quanto à ação governamental para a prevalência dos direitos territoriais, políticos e culturais indígenas.
(Drummond, José A. O manejo agroflorestal científico como um uso alternativo de recursos naturais na Amazônia Brasileira. Estudos Sociedade e Agricultura. UFF. 1998. Fragmento)
As palavras “hidrográfica” e “área”, retiradas do primeiro período do texto, são acentuadas por justificativas diferentes. A opção em que aparecem, respectivamente, duas palavras acentuadas pelas mesmas regras de acentuação gráfica que hidrográfica e área é:
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Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
Texto 3
A região amazônica brasileira, definida quer como bacia hidrográfica, quer pela área de abrangência de um complexo de flora e fauna, quer pela divisão político-administrativa do país, ocupa mais da metade do território brasileiro. Apesar de ocupada milenarmente por povos indígenas e de explorada por adventícios desde os tempos coloniais e a despeito de recentes e expressivas migrações internas para algumas de suas seções, ocorridas principalmente a partir da década de 70, a população da região amazônica, tal como a sua densidade populacional, continuam muito baixas ou apenas modestas. Os dados mais recentes indicam que a população total da Amazônia é de 18.748.490 pessoas, correspondendo a pouco mais de 12% da população brasileira. A densidade populacional média da região é de apenas 4 habitantes por quilômetro quadrado, com extensas áreas que registram densidades abaixo de 1 habitante por quilômetro quadrado. Apenas 5% do PIB brasileiro é gerado na região Amazônica Legal, embora ela corresponda a cerca de 60% do território nacional brasileiro (FIGBE, 1996 e Veja, 1997 são as fontes dos dados sobre a Amazônia apresentados nesta seção).
As populações indígenas e suas terras estão espalhadas por toda a enorme região. Os grupos apresentam diferenças marcantes em termos de língua, cultura e de grau de interação com a sociedade nacional. Embora bem mais organizados do que há 10 anos, as suas habilidades de organização e de exercício da cidadania são de incipientes a recentes. O governo central tem sido notoriamente deficiente na proteção dos seus interesses. Mais recentemente, o apoio recebido de diversos grupos de direitos humanos sediados em outras regiões brasileiras e mesmo no exterior tem sido ao menos tão importante quanto à ação governamental para a prevalência dos direitos territoriais, políticos e culturais indígenas.
(Drummond, José A. O manejo agroflorestal científico como um uso alternativo de recursos naturais na Amazônia Brasileira. Estudos Sociedade e Agricultura. UFF. 1998. Fragmento)
Retiramos do primeiro parágrafo, um fragmento que apresenta um adjetivo composto: “...quer pela divisão político-administrativa do país...”. Marque a opção em se apresentou a correta flexão de número para o adjetivo em destaque.
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Com base nas disposições referentes aos servidores públicos, previstas no texto da Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
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