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A questão baseia-se no texto A.
TEXTO A
O discurso foi excelente. Direto, sem ser raso. Técnico, sem ser chato. Sensível, sem ser piegas. No horário nobre da quarta-feira passada, o presidente Barack Obama falou durante 47 minutos em sessão conjunta do Congresso com o objetivo de virar o jogo a favor de sua proposta de reforma do sistema de saúde A). Depois de promovê-la A) a prioridade número 1 de sua agenda doméstica, e vê-la ser estraçalhada nas inúmeras reuniões que deputados e senadores D) fizeram com eleitores no recesso parlamentar de agosto, Obama está sendo convidado a descer do palanque para ser apresentado à realidade. E a realidade é o avesso de sua utopia: a maioria, exatamente 51% na última pesquisa B), é contra a reforma da saúde. Traduzindo: os americanos não querem um sistema público de saúde para competir com as empresas privadas e não gostam da ideia de o governo administrar o sistema atual para evitar abusos das seguradoras. Por trás disso B), há uma mensagem cujas raízes remotam à história do país: a maioria dos americanos desconfia da honestidade, dos propósitos e da competência dos governos – qualquer governo.
Na superfície E), o debate sobre a saúde nos Estados Unidos provoca divergências técnicas. Na proposta de Obama C), todos os americanos serão obrigados a ter plano de saúde. Mas qual o leque mínimo dos benefícios? Obama promete que o governo C) vai subsidiar quem não puder comprar um plano. Mas de quanto será o subsídio? Obama disse, pela primeira vez, que o custo da reforma em dez anos será, no máximo, de 900 bilhões de dólares e o grosso do dinheiro virá da redução do desperdício e das fraudes. Mas de onde saiu o cálculo do que escorre pelo ralo do desperdício e das fraudes? Encerrado o discurso de Obama, a atenção da imprensa e dos políticos foi concentrada nessas dúvidas.
André Petry IN: Revista Veja, 16 de setembro de 2009.
Assinale a opção CORRETA a respeito das relações de coesão do texto.
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A questão baseia-se no texto A.
TEXTO A
O discurso foi excelente. Direto, sem ser raso. Técnico, sem ser chato. Sensível, sem ser piegas. No horário nobre da quarta-feira passada, o presidente Barack Obama falou durante 47 minutos em sessão conjunta do Congresso com o objetivo de virar o jogo a favor de sua proposta de reforma do sistema de saúde. Depois de promovê-la a prioridade número 1 de sua agenda doméstica, e vê-la ser estraçalhada nas inúmeras reuniões que deputados e senadores fizeram com eleitores no recesso parlamentar de agosto, Obama está sendo convidado a descer do palanque para ser apresentado à realidade. E a realidade é o avesso de sua utopia: a maioria, exatamente 51% na última pesquisa, é contra a reforma da saúde. Traduzindo: os americanos não querem um sistema público de saúde para competir com as empresas privadas e não gostam da ideia de o governo administrar o sistema atual para evitar abusos das seguradoras. Por trás disso, há uma mensagem cujas raízes remotam à história do país: a maioria dos americanos desconfia da honestidade, dos propósitos e da competência dos governos – qualquer governo.
Na superfície, o debate sobre a saúde nos Estados Unidos provoca divergências técnicas. Na proposta de Obama, todos os americanos serão obrigados a ter plano de saúde. Mas qual o leque mínimo dos benefícios? Obama promete que o governo vai subsidiar quem não puder comprar um plano. Mas de quanto será o subsídio? Obama disse, pela primeira vez, que o custo da reforma em dez anos será, no máximo, de 900 bilhões de dólares e o grosso do dinheiro virá da redução do desperdício e das fraudes. Mas de onde saiu o cálculo do que escorre pelo ralo do desperdício e das fraudes? Encerrado o discurso de Obama, a atenção da imprensa e dos políticos foi concentrada nessas dúvidas.
André Petry IN: Revista Veja, 16 de setembro de 2009.
Observe os seguintes fragmentos, transcritos do texto.
Considere o contexto.
I. “O discurso foi excelente.”
II. “Na proposta de Obama, todos os americanos serão obrigados a ter plano de saúde.”
III. “Traduzindo: os americanos não querem um sistema público de saúde para competir com as empresas privadas e não gostam da ideia de o governo administrar o sistema atual para evitar abusos das seguradoras.”
Esses trechos exemplificam, respectivamente, a predominância das seguintes funções da linguagem:
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Marque a alternativa que apresenta, exclusivamente, exemplos de movimentos sociais contemporâneos e que são originários do Brasil.
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Leia o texto B e responda à questão.
TEXTO B
O amor foi um dos grandes temas do filósofo Platão. Ele distinguia o amor físico, “superficial”, aquele em que o parceiro pouco importa, pois só a aventura interessa, do amor celeste, em que o amante ama o amado pela sua alma e o sexo entre eles é um elo forte. Esse amor celeste implica regras de conduta para evitar o comportamento intempestivo dos que se entregam ao amor superficial, também dito vulgar. Platão diz que o amante e o amado devem se cuidar para se tornar bons e sábios — virtuosos, enfim. Na Idade Média, com o surgimento dos trovadores (os poetas líricos), o amor se tornou um tema privilegiado nas conversas das cortes da Europa. [...]
O amor e suas variantes, o sucesso e o insucesso no amor, a fidelidade e a infidelidade são temas eternos. O que muda é a forma de lidar com o sentimento amoroso. Nós, hoje, não nos orientamos por regras prefixadas e também não inventaríamos os casos possíveis — acreditamos, pelo contrário, que cada caso é único, por mais que guarde semelhanças com outros. Com a descoberta do inconsciente, a ideia da particularidade de cada indivíduo se impôs. Sabemos que ninguém vive o amor da mesma maneira.
Também sabemos que o amor se apresenta como um enigma e nunca se deixa decifrar inteiramente — ele é indissociável do não saber. Assim, no começo dos anos 80, quando um editor me pediu que escrevesse um livro sobre o tema, eu aceitei a proposta — escrevi, porém, que não há como definir o sentimento amoroso. Usei, como epígrafe do livro, uma frase do poeta português Fernando Pessoa: “Anjo... de que matéria é feita a tua matéria alada?”.
Betty Milan IN: Revista Veja, Ed. 2151, 10 de fevereiro de 2010.
Examine se as substituições sugeridas para elementos do texto, preservando o contexto, provocam alterações de sentido, ou desvio da norma padrão da língua.
I. “implica regras de conduta” !$ \rightarrow !$ embaraçam
II. “para se tornar bons e sábios” !$ \rightarrow !$ para que se tornem
III. “por mais que guarde semelhanças com outros” !$ \rightarrow !$ a despeito de eles guardarem
IV. “e nunca se deixa decifrar inteiramente” !$ \rightarrow !$ se pode codificar
V. “Usei, como epígrafe do livro” !$ \rightarrow !$ epitalâmio
VI. “que não há como definir o sentimento amoroso” !$ \rightarrow !$ é impossível
Estão CORRETAS as substituições sugeridas em
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Marque a alternativa que apresenta quatro importantes sociólogos contemporâneos.
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No livro “A origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, F. Engels afirma que: “Como o Estado nasceu da necessidade de conter o antagonismo das classes e como, ao mesmo tempo, nasceu em meio ao conflito delas, é, por regra geral, o Estado da Classe mais poderosa”. Essa afirmação nos remete à ideia de que o Estado
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Segundo José de Souza Martins, a Lei de Terras, promulgada no ano de 1850, substituía o regime de sesmaria, suspenso em julho de 1822, e “proibia a abertura de novas posses, estabelecendo que ficavam proibidas as aquisições de terras devolutas por outro título que não fosse o de compra”. Esta lei do período imperial deixou como principal marca na estrutura agrária brasileira
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- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Definições e dos Objetivos
A Lei Federal nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, mais conhecida como Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), em seu primeiro artigo define Assistência Social como sendo
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Max Weber, no Capítulo IV (Relações comunitárias étnicas) do primeiro volume de seu livro “Economia e Sociedade”, apresenta uma proposição inovadora sobre o processo de construção de comunidades étnicas, que têm sido bastante acionada contemporaneamente para pensar as situações e conflitos marcados etnicamente. Para Weber, grupos étnicos são
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2392695
Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMA
Orgão: AGEHAB
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFMA
Orgão: AGEHAB
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O Plano Plurianual (PPA) é um instrumento de ordenamento do Orçamento Público e das ações do governo que levem a atingir metas e objetivos fixados para um período de quatro anos. O Plano Plurianual (PPA) deve ser elaborado pelos Governos
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