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Foram encontradas 45 questões.

3554730 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

Após o relatório de uma agência fiscalizadora, a prefeitura de uma cidade mapeou todas as residências que ainda não possuíam saneamento básico. O Prefeito da cidade prometeu que todas as casas mapeadas terão saneamento básico no próximo ano. Conforme a promessa do Prefeito:

No primeiro trimestre, metade das residências mapeadas terão saneamento básico.

No segundo trimestre, dois terços das residências mapeadas restantes terão saneamento básico.

No terceiro trimestre, um terço das residências mapeadas restantes terão saneamento básico.

No quarto trimestre, 28 residências mapeadas terão saneamento básico.

De acordo com o exposto, quantas residências foram mapeadas?

 

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3554729 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

Adelmo, Bernardo e Cássio trabalham na AGERSA e exercem as profissões de Auxiliar de Ouvidoria, Engenheiro Civil e Especialista em Regulação de Transporte, mas não necessariamente nessa ordem. Sobre o seu estado de origem, sabe-se que um deles nasceu em Minas Gerais, o outro no Rio de Janeiro e, o trabalhador restante, em São Paulo. Sabe-se, também, que Cássio nasceu em São Paulo e quem nasceu no Rio de Janeiro é auxiliar de ouvidoria. Além disso, Adelmo não nasceu em Minas Gerais e Bernardo não é Engenheiro Civil. Se cada um deles exerce uma única profissão, é correto afirmar que:

 

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3554728 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

De acordo com a Resolução CONAMA nº 275/2001, as seguintes cores especificam o tipo de coleta seletiva de lixo:

Azul: papel/papelão;
Vermelho: plástico;
Verde: vidro;
Amarelo: metal;
Preto: madeira;
Laranja: resíduos perigosos (como pilhas e baterias);
Marrom: lixo orgânico.

O administrador de certo estabelecimento fez a aquisição de uma lata de lixo de cada uma das cores citadas e decidiu posicioná-las lado a lado. Considerando o sentido da esquerda para a direita, qual a probabilidade de que as latas de lixo azul e vermelha ocupem as duas primeiras posições?

 

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3554727 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

No segundo semestre de determinado ano, a prefeitura de uma cidade implementou o serviço de estacionamento rotativo. Para mensurar o impacto desse serviço, ele foi implementado em apenas dois dias de cada mês: na 2º e 4º sextas-feiras de cada mês. Se o dia 10 de julho desse ano ocorreu em uma quarta-feira, em qual dia do semestre o serviço de estacionamento rotativo foi adotado pela 10ª vez?

 

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3554726 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

Em um pequeno distrito, alguns moradores foram questionados a respeito da prestação dos seguintes serviços básicos em suas residências:

I. Tratamento do esgoto.

II. Coleta seletiva de lixo

III. Acesso à água potável.

De acordo com os resultados dessa pesquisa, observou-se que:

274 moradores possuem a prestação do serviço I em suas residências;

208 moradores possuem a prestação do serviço II em suas residências;

236 moradores possuem a prestação do serviço III em suas residências;

162 moradores possuem a prestação dos serviços I e II em suas residências;

192 moradores possuem a prestação dos serviços I e III em suas residências;

156 moradores possuem a prestação dos serviços II e III em suas residências;

140 moradores possuem a prestação dos serviços I, II e III em suas residências;

14 moradores não possuem a prestação de nenhum dos serviços I, II e III em suas residências.

Com base nessas informações, quantos moradores do distrito responderam à pesquisa?

 

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3554725 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

Considerando as características das correspondências, protocolos circulares e ofícios, pode-se afirmar que devem sempre apresentar:

 

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3554724 Ano: 2024
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

De acordo com os conhecimentos de elaboração de ofícios, pode-se afirmar que:

I. Extinguiu-se o memorando e instituiu-se o ofício como única correspondência oficial emitida por órgãos/entidades da Administração Pública.

II. Existem dois fechos para comunicações oficiais: “Respeitosamente”, para autoridades de hierarquia superior, e “Atenciosamente”, nos demais casos.

III. Pronomes de tratamento no endereçamento de autoridades serão: “Vossa Excelência/Excelentíssimo”, “Vossa Senhoria” e não “A Sua Excelência o senhor”.

Está correto o que se afirma em

 

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3554723 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Conduzindo equipes em uma crise humanitária: o papel da liderança humanizada

Antes mesmo da tragédia climática que assola o Rio Grande do Sul, já vivíamos uma epidemia de pessoas adoecidas nas organizações, reflexo de uma sociedade consumida pelo trabalho e amortecida pelo individualismo. Porém, a chegada de uma crise humanitária como a que se instalou no Estado gaúcho ampliou ainda mais esses efeitos. As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparados.

Mudanças abruptas na rotina, estresse incessante, carência de contato afetivo, perda de segurança financeira e de senso de identidade são apenas alguns dos fatores que agravam uma situação já desafiadora. Ainda não existem dados disponíveis para entender a dimensão do ocorrido na saúde mental das pessoas, mas gosto de lembrar alguns números já existentes e que podem servir de base para as empresas e lideranças agirem neste momento.

O relatório “Saúde Mental e Bem-Estar”, do centro de pesquisas Opinion Box, que ouviu 2.119 pessoas em agosto de 2023, demonstra que 65% acreditam que o trabalho pode contribuir positivamente para melhorar a saúde mental das pessoas, ainda mais se for feito de forma equilibrada. As organizações precisam entender e reconhecer a importância dessa relação, assim como a necessidade de implementar estratégias que promovam um ambiente psicologicamente seguro para que essas pessoas tentem retomar suas vidas.

Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.

A magnitude do problema torna-se ainda mais clara quando consideramos que uma em cada três cidades está localizada em áreas de risco recorrente para desastres climáticos, conforme estimativas da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, órgão vinculado à Casa Civil. Embora este cenário seja assustador, ele não é desconhecido. Há muito tempo se fala dos efeitos do aquecimento global, e todos precisam fazer a sua parte para uma transformação radical de como lidamos com a questão. Afinal, não existe plano B para o planeta.

É crucial que a liderança aja com rapidez e empatia quando tragédias ocorrem, para atender às demandas individuais e coletivas. Isso inclui garantir a segurança material e emocional, oferecer suporte contínuo identificando as novas necessidades de cada colaborador, conectar as pessoas a recursos profissionais e permitir ajustes nas cargas de trabalho. Assim, urge a necessidade de se criar uma cultura organizacional que promova confiança, empatia e resiliência, de modo que as pessoas sintam-se seguras em seu ambiente de trabalho e em suas vidas cotidianas.

Carine Roos. Publicado em 25/06/2024.

(Disponível em:< https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/conduzindo-equipes-em-uma-crise-humanitaria-o-papel-da-lideranca humanizada- 1.1018911. Adaptado.)

Assinale a reescrita, para o trecho destacado a seguir, que mantém a correção gramatical e semântica originais: “Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.

 

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3554722 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Conduzindo equipes em uma crise humanitária: o papel da liderança humanizada

Antes mesmo da tragédia climática que assola o Rio Grande do Sul, já vivíamos uma epidemia de pessoas adoecidas nas organizações, reflexo de uma sociedade consumida pelo trabalho e amortecida pelo individualismo. Porém, a chegada de uma crise humanitária como a que se instalou no Estado gaúcho ampliou ainda mais esses efeitos. As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparados.

Mudanças abruptas na rotina, estresse incessante, carência de contato afetivo, perda de segurança financeira e de senso de identidade são apenas alguns dos fatores que agravam uma situação já desafiadora. Ainda não existem dados disponíveis para entender a dimensão do ocorrido na saúde mental das pessoas, mas gosto de lembrar alguns números já existentes e que podem servir de base para as empresas e lideranças agirem neste momento.

O relatório “Saúde Mental e Bem-Estar”, do centro de pesquisas Opinion Box, que ouviu 2.119 pessoas em agosto de 2023, demonstra que 65% acreditam que o trabalho pode contribuir positivamente para melhorar a saúde mental das pessoas, ainda mais se for feito de forma equilibrada. As organizações precisam entender e reconhecer a importância dessa relação, assim como a necessidade de implementar estratégias que promovam um ambiente psicologicamente seguro para que essas pessoas tentem retomar suas vidas.

Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.

A magnitude do problema torna-se ainda mais clara quando consideramos que uma em cada três cidades está localizada em áreas de risco recorrente para desastres climáticos, conforme estimativas da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, órgão vinculado à Casa Civil. Embora este cenário seja assustador, ele não é desconhecido. Há muito tempo se fala dos efeitos do aquecimento global, e todos precisam fazer a sua parte para uma transformação radical de como lidamos com a questão. Afinal, não existe plano B para o planeta.

É crucial que a liderança aja com rapidez e empatia quando tragédias ocorrem, para atender às demandas individuais e coletivas. Isso inclui garantir a segurança material e emocional, oferecer suporte contínuo identificando as novas necessidades de cada colaborador, conectar as pessoas a recursos profissionais e permitir ajustes nas cargas de trabalho. Assim, urge a necessidade de se criar uma cultura organizacional que promova confiança, empatia e resiliência, de modo que as pessoas sintam-se seguras em seu ambiente de trabalho e em suas vidas cotidianas.

Carine Roos. Publicado em 25/06/2024.

(Disponível em:< https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/conduzindo-equipes-em-uma-crise-humanitaria-o-papel-da-lideranca humanizada- 1.1018911. Adaptado.)

“As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparados.”. A partir do emprego da expressão destacada anteriormente é possível reconhecer que:

 

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3554721 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: AGERSA Cachoeiro Itapemirim

O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Conduzindo equipes em uma crise humanitária: o papel da liderança humanizada

Antes mesmo da tragédia climática que assola o Rio Grande do Sula, já vivíamos uma epidemia de pessoas adoecidas nas organizações, reflexo de uma sociedade consumida pelo trabalho e amortecida pelo individualismo. Porém, a chegada de uma crise humanitária como a que se instalou no Estado gaúcho ampliou ainda mais esses efeitos.d As enchentes e impactos consequentes não apenas deixam marcas visíveis nas cidades gaúchas, mas também traumas que poderão levar anos e até décadas para serem reparadosc.

Mudanças abruptas na rotina, estresse incessante, carência de contato afetivo, perda de segurança financeira e de senso de identidade são apenas alguns dos fatores que agravam uma situação já desafiadorab. Ainda não existem dados disponíveis para entender a dimensão do ocorrido na saúde mental das pessoas, mas gosto de lembrar alguns números já existentes e que podem servir de base para as empresas e lideranças agirem neste momento.

O relatório “Saúde Mental e Bem-Estar”, do centro de pesquisas Opinion Box, que ouviu 2.119 pessoas em agosto de 2023, demonstra que 65% acreditam que o trabalho pode contribuir positivamente para melhorar a saúde mental das pessoas, ainda mais se for feito de forma equilibrada. As organizações precisam entender e reconhecer a importância dessa relação, assim como a necessidade de implementar estratégias que promovam um ambiente psicologicamente seguro para que essas pessoas tentem retomar suas vidas.

Não existem respostas simplistas nem soluções únicas, e a forma como abordamos esses desafios será determinante para o futuro dos negócios e para o tecido social em geral.

A magnitude do problema torna-se ainda mais clara quando consideramos que uma em cada três cidades está localizada em áreas de risco recorrente para desastres climáticos, conforme estimativas da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, órgão vinculado à Casa Civil. Embora este cenário seja assustador, ele não é desconhecido. Há muito tempo se fala dos efeitos do aquecimento global, e todos precisam fazer a sua parte para uma transformação radical de como lidamos com a questão. Afinal, não existe plano B para o planeta.

É crucial que a liderança aja com rapidez e empatia quando tragédias ocorrem, para atender às demandas individuais e coletivas. Isso inclui garantir a segurança material e emocional, oferecer suporte contínuo identificando as novas necessidades de cada colaborador, conectar as pessoas a recursos profissionais e permitir ajustes nas cargas de trabalho. Assim, urge a necessidade de se criar uma cultura organizacional que promova confiança, empatia e resiliência, de modo que as pessoas sintam-se seguras em seu ambiente de trabalho e em suas vidas cotidianas.

Carine Roos. Publicado em 25/06/2024.

(Disponível em:< https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/conduzindo-equipes-em-uma-crise-humanitaria-o-papel-da-lideranca humanizada- 1.1018911. Adaptado.)

Dentre os termos destacados, assinale aquele cuja indicação quanto ao referente está INADEQUADA:

 

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