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A revolução financeira e industrial que o mundo atravessa, fenômeno denominado de globalização, tem modificado as relações entre países, fazendo surgir alguns blocos econômicos. Tais blocos têm como objetivo:
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O planejamento rural abrange diversas atividades tais como definição do objetivo básico da empresa, o planejamento organizacional e operacional. Porém, algumas etapas podem interferir e impedir que o produtor rural alcance as metas de produção desejadas. Com base no exposto, pode-se citar como fatores que facilitam ou dificultam as metas de produção e interferem no planejamento inicial:
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Assegurar a inocuidade do alimento de origem animal com o desenvolvimento, a implementação e o gerenciamento de processos de análises de perigos constitui prática do sistema Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) e deve ser adotada pelos estabelecimentos frigoríficos. É um princípio do sistema APPCC:
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O cooperativismo ajuda a tornar mais eficiente a exploração de uma atividade rural, como a agricultura e a pecuária, seguindo princípios e regras próprios que regulamentam o seu funcionamento. O setor agropecuário é o que possui maior número de cooperativas e, embora sejam similares a outros tipos de empresas e associações, as cooperativas se diferenciam pela finalidade na forma de propriedade e de controle. Assim, é característica relevante das cooperativas:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Em relação ao galpão, a atividade de criação de poedeiras comerciais (leves e/ou semipesadas) pode ser desenvolvida em qualquer local. No entanto, existem várias condições favoráveis, sejam elas econômicas, geográficas e/ou climáticas, que podem ser importantes para o sucesso da criação. Sobre esse tema, é CORRETO afirmar:
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PENSAR POR SI MESMO
A mais rica biblioteca, quando desorganizada, não é tão proveitosa quanto uma bastante modesta, mas bem ordenada. Da mesma maneira, uma grande quantidade de conhecimentos, quando não foi elaborada por um pensamento próprio, tem muito menos valor do que uma quantidade bem mais limitada, que, no entanto, foi devidamente assimilada. Pois é apenas por meio da combinação ampla do que se sabe, por meio da comparação de cada verdade com as outras, que uma pessoa se apropria de seu próprio saber e o domina. Só é possível pensar com profundidade sobre o que se sabe, por isso se deve aprender algo; mas também só se sabe aquilo sobre o que se pensou com profundidade. [...]
O efeito que o pensamento próprio tem sobre o espírito é incrivelmente diferente do efeito que caracteriza a leitura, e com isso há um aumento progressivo da diversidade original dos cérebros, graças à qual as pessoas são impelidas para uma coisa ou para outra. A leitura impõe ao espírito pensamentos que, em relação ao direcionamento e à disposição dele naquele momento, são tão estranhos e heterogêneos quanto é o selo em relação ao lacre sobre o qual imprime sua marca. Desse modo, o espírito sofre uma imposição completa do exterior para pensar, naquele instante, uma coisa ou outra, isto é, para pensar determinados assuntos aos quais ele não tinha na verdade nenhuma propensão ou disposição.
Em contrapartida, quando alguém pensa por si mesmo, segue seu mais próprio impulso, tal como está determinado no momento, seja pelo ambiente que o cerca, seja por alguma lembrança próxima. No caso das circunstâncias perceptíveis, não há uma imposição ao espírito de um determinado pensamento, como ocorre na leitura, mas elas lhe dão apenas a matéria e a oportunidade para pensar o que está de acordo com a natureza e com sua disposição presente.
Desse modo, o excesso de leitura tira do espírito toda a elasticidade, da mesma maneira que uma pressão contínua tira a elasticidade de uma mola. O meio mais seguro para não possuir nenhum pensamento próprio é pegar um livro nas mãos a cada minuto livre. Essa prática explica por que a erudição torna a maioria dos homens ainda mais pobre de espírito e simplórios do que são por natureza, privando também seus escritos de todo e qualquer êxito. [...]
Os eruditos são aqueles que leram coisas nos livros, mas os pensadores, os gênios, os fachos de luz e promotores da espécie humana são aqueles que as leram diretamente no livro do mundo.
SCHOPENHAUER, Arthur. A arte de escrever. Porto Alegre: L&PM, 2006. p. 39-41.
No trecho “Em contrapartida, quando alguém pensa por si mesmo, segue seu mais próprio impulso, tal como está determinado no momento, seja pelo ambiente que o cerca, seja por alguma lembrança próxima.”, a expressão destacada tem a função principal de
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
A dificuldade em produzir alimentos seguros pode basear-se no fato de que a população de consumidores é bastante diversificada, com vários graus de sensibilidade e estilos de vida. Na produção de alimentos seguros, deve-se considerar o seguinte procedimento:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
Acerca dos técnicos agrícolas, é CORRETO afirmar:
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Sendo, pois, de duas espécies a virtude, intelectual e moral, a primeira, por via de regra, gera-se e cresce graças ao ensino – por isso requer experiência e tempo; enquanto a virtude moral é adquirida em resultado do hábito. Evidencia-se também que nenhuma das virtudes morais surge em nós por natureza; com efeito, nada do que existe naturalmente pode formar um hábito contrário à sua natureza. Por exemplo, à pedra que por natureza se move para baixo não se pode imprimir o hábito de ir para cima, ainda que tentemos adestrá-la jogando-a dez mil vezes no ar; nem se pode habituar o fogo a dirigir-se para baixo, nem qualquer coisa que por natureza se comporte de certa maneira a comportar-se de outra.
Não é, pois, por natureza, nem contrariando a natureza que as virtudes se geram em nós. Diga-se, antes, que somos adaptados por natureza a recebê-las e nos tornamos perfeitos pelo hábito.
Por outro lado, de todas as coisas que nos vêm por natureza, primeiro adquirimos a potência e mais tarde exteriorizamos os atos. Isso é evidente no caso dos sentidos, pois não foi por ver ou ouvir frequentemente que adquirimos a visão e a audição, mas, pelo contrário, nós as possuíamos antes de usá-las, e não entramos na posse delas pelo uso. Com as virtudes dá-se exatamente o oposto: adquirimo-las pelo exercício, como também sucede com as artes. Com efeito, as coisas que temos de aprender antes de poder fazê-las, aprendemo-las fazendo; por exemplo, os homens tornam-se arquitetos construindo e tocadores de lira tangendo esse instrumento.
Isso, pois, é o que também ocorre com as virtudes: pelos atos que praticamos em nossas relações com os homens nos tornamos justos ou injustos; pelo que fazemos em presença do perigo e pelo hábito do medo ou da ousadia, nos tornamos valentes ou covardes. O mesmo se pode dizer dos apetites e da emoção da ira: uns se tornam temperantes e calmos, outros intemperantes e irascíveis, portando-se de um modo ou de outro em igualdade de circunstâncias.
Numa palavra: as diferenças de caráter nascem de atividades semelhantes. É preciso, pois, atentar para a qualidade dos atos que praticamos, porquanto da sua diferença se pode aquilatar a diferença de caracteres. E não é coisa de somenos que desde a nossa juventude nos habituemos desta ou daquela maneira. Tem, pelo contrário, imensa importância, ou melhor: tudo depende disso.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Abril Cultural, 1979. p. 67-68. (Adaptado).
No primeiro parágrafo, Aristóteles defende a ideia de que:
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Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UEG
Orgão: AGRODEFESA
O período compreendido entre um parto e outro é denominado de intervalo entrepartos, e o período que vai do parto até a próxima cobertura fértil é denominado período de serviço. Sabe-se que o menor intervalo entre partos influencia na eficiência reprodutiva. Utilizando como exemplo uma vaca com gestação média de 285 dias e com período de serviço de 60 dias, é CORRETO afirmar:
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