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Foram encontradas 60 questões.

520523 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
A Constituição do Espírito Santo permite que deputados estaduais exerçam licitamente
 

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520511 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Acerca do Código de Ética e Decoro Parlamentar da AL/ES, assinale a opção correta.
 

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520508 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
Acerca do RJU-ES, assinale a opção correta.
 

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520500 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

O nascimento da ética do político

Em milênios de filosofia, só dois filósofos quebraram

as fronteiras da academia para que seus nomes gerassem

adjetivos conhecidos de todos, até de quem não sabe quem eles

foram: Platão e Maquiavel. Todos ouvimos falar em amor

platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que

os especialistas se irritem porque Maquiavel não foi

maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca

no imaginário social.

O Príncipe, que, em breve, completará 500 anos, tem

características notáveis. Primeira: é livro facílimo de ler.

Segunda: apesar disso, não há acordo sobre o que quer dizer.

Nós o lemos com facilidade e não temos certeza do que ele

pretende. Talvez porque, terceira característica, pareça

contradizer o resto da vida e obra do autor.

Maquiavel foi um dos chefes da república de Florença,

passou anos escrevendo uma grande obra republicana —

Discursos —, mas somente se tornou um dos maiores

pensadores da história devido a um livro curto que redigiu em

poucas semanas, quando estava banido da cidade, com o fim de

agradar aos novos senhores de uma Florença monárquica. Por

isso nos perguntamos o que é O Príncipe: é um livro de

apologia à monarquia ou uma sátira cáustica? Sustenta que os

fins justificam os meios ou mostra a essência da política?

Contradiz o político e pensador republicano ou nutre, com ele,

uma secreta harmonia?

Renato Janine Ribeiro. In: O Estado de S.Paulo, 7/8/2010. Internet: www.estadao.com.br (com adaptações).

Considerando que cada uma das opções abaixo apresenta uma proposta de reescrita de trecho do texto — indicado entre aspas —, assinale a opção em que a reescrita, além de manter o sentido da informação originalmente apresentada, também preserva a correção gramatical.
 

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520483 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

Evaristo de Moraes, com aautoridade de quem foi não

apenas republicano histórico, mas ativomembro da propaganda

republicana, ao relembrar as mais remotas origens do

movimento republicano no Brasil — não das ideias

republicanas, cujas primeiras manifestações são encontráveis

ainda na colônia, mas do movimento republicano organizado

—, declarou que foi a frustração que a inopinada troca de

gabinetes em 1869, com o completo desrespeito das regras

então vigentes, impôs aos membros mais radicais do partido

liberal que levou à cisão desse partido, dando origem tanto ao

partido liberal radical quanto ao partido republicano. As regras

do jogo tinham sido quebradas pelo monarca, o regime havia

perdido sua credibilidade.

José T. M. Menck. A crise política de 1868 e a gênese do Manifesto Republicano de 1870. In: Cadernos Aslegis, 37, maio/agosto 2009, p. 39-40 (com adaptações).

Depreende-se das ideias do texto que
 

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520482 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

O nascimento da ética do político

Em milênios de filosofia, só dois filósofos quebraram

as fronteiras da academia para que seus nomes gerassem

adjetivos conhecidos de todos, até de quem não sabe quem eles

foram: Platão e Maquiavel. Todos ouvimos falar em amor

platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que

os especialistas se irritem porque Maquiavel não foi

maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca

no imaginário social.

O Príncipe, que, em breve, completará 500 anos, tem

características notáveis. Primeira: é livro facílimo de ler.

Segunda: apesar disso, não há acordo sobre o que quer dizer.

Nós o lemos com facilidade e não temos certeza do que ele

pretende. Talvez porque, terceira característica, pareça

contradizer o resto da vida e obra do autor.

Maquiavel foi um dos chefes da república de Florença,

passou anos escrevendo uma grande obra republicana —

Discursos —, mas somente se tornou um dos maiores

pensadores da história devido a um livro curto que redigiu em

poucas semanas, quando estava banido da cidade, com o fim de

agradar aos novos senhores de uma Florença monárquica. Por

isso nos perguntamos o que é O Príncipe: é um livro de

apologia à monarquia ou uma sátira cáustica? Sustenta que os

fins justificam os meios ou mostra a essência da política?

Contradiz o político e pensador republicano ou nutre, com ele,

uma secreta harmonia?

Renato Janine Ribeiro. In: O Estado de S.Paulo, 7/8/2010. Internet: www.estadao.com.br (com adaptações).

A respeito da organização das ideias no texto e de elementos linguísticos nele presentes, assinale a opção correta.
 

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520480 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

O nascimento da ética do político

Em milênios de filosofia, só dois filósofos quebraram

as fronteiras da academia para que seus nomes gerassem

adjetivos conhecidos de todos, até de quem não sabe quem eles

foram: Platão e Maquiavel. Todos ouvimos falar em amor

platônico ou em pessoas maquiavélicas. Não interessa que

os especialistas se irritem porque Maquiavel não foi

maquiavélico; o fato é que ele, como Platão, deixou uma marca

no imaginário social.

O Príncipe, que, em breve, completará 500 anos, tem

características notáveis. Primeira: é livro facílimo de ler.

Segunda: apesar disso, não há acordo sobre o que quer dizer.

Nós o lemos com facilidade e não temos certeza do que ele

pretende. Talvez porque, terceira característica, pareça

contradizer o resto da vida e obra do autor.

Maquiavel foi um dos chefes da república de Florença,

passou anos escrevendo uma grande obra republicana —

Discursos —, mas somente se tornou um dos maiores

pensadores da história devido a um livro curto que redigiu em

poucas semanas, quando estava banido da cidade, com o fim de

agradar aos novos senhores de uma Florença monárquica. Por

isso nos perguntamos o que é O Príncipe: é um livro de

apologia à monarquia ou uma sátira cáustica? Sustenta que os

fins justificam os meios ou mostra a essência da política?

Contradiz o político e pensador republicano ou nutre, com ele,

uma secreta harmonia?

Renato Janine Ribeiro. In: O Estado de S.Paulo, 7/8/2010. Internet: www.estadao.com.br (com adaptações).

Assinale a opção correta acerca das relações coesivas estabelecidas no primeiro parágrafo do texto.
 

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520478 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

Sr. Y (sem revisão do orador) — Boa tarde a todos.

Primeiramente, dizemos aos presentes que, em todo o mundo,

está sendo celebrado o Dia Internacional dos Direitos

Humanos. Em 1948, foi aprovada e proclamada a Declaração

Universal dos Direitos Humanos como o mais forte grito da

humanidade contra a intolerância, a discriminação e o

preconceito.

De lá para cá, muita coisa avançou. O Brasil tornou-se

país signatário de todos os tratados e convenções dos direitos

humanos. E, nesse avanço, há quinze anos surgiu o Conselho

Estadual de Direitos Humanos do Estado do Espírito Santo, um

“adolescente” que teve papel extremamente importante, no

Espírito Santo, em todas as lutas, estando sempre ao lado dos

humilhados e dos ofendidos. O Conselho Estadual de Direitos

Humanos foi a voz dos excluídos e dos presos, em uma época

recente.

Internacionalmente, ressoou, na Corte Interamericana

dos Direitos Humanos e na ONU, o grito dos excluídos,

extremamente importante para o Espírito Santo, para o Brasil

e para o mundo. Enquanto teimarmos e não reconhecermos que

existem problemas, discriminação, preconceito e violência,

não avançaremos. É fundamental que reconheçamos que eles

existem, pois esse é o papel do Conselho Estadual de Direitos

Humanos.

Graças ao Conselho Estadual de Direitos Humanos,

o Espírito Santo avançou muito. Com apenas quinze anos,

nosso conselho é um dos mais velhos do Brasil. Graças a esse

conselho, muitas conferências foram estimuladas. Agora ele

está empenhado na criação de um programa voltado para a

educação em direitos humanos, o enfrentamento à tortura, o

combate à homofobia e o combate a todas as formas de

preconceito e discriminação.

Esta sessão solene celebra momento muito importante

para nós, para o Espírito Santo, para o Brasil e para o mundo.

Os direitos humanos devem-nos orientar e dar-nos esperança

e disposição para remarmos contra a maré. Temos de entender

que as pessoas não podem continuar sendo discriminadas se

quisermos construir um projeto de nação. Os direitos humanos

têm de ser uma política pública — é fundamental que assim

seja — e incorporada definitivamente como projeto de nação,

pois uma nação sem direitos humanos não pode ter o nome de

nação. Nenhuma nação será forte enquanto as mulheres não

tiverem respeitados e garantidos todos os seus direitos;

nenhuma nação será forte enquanto o povo sofrer qualquer

discriminação racial ou de gênero; nenhuma nação será forte se

houver intolerância religiosa; nenhuma nação será forte se

houver homofobia, em suma, nenhuma forma de preconceito

pode existir. Os direitos humanos têm a tarefa de ser a tribo

civilizadora.

Internet: www.al.es.gov.br (com adaptações).

Em relação aos elementos linguísticos do texto, assinale a opção correta.
 

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Questão presente nas seguintes provas
520471 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

Evaristo de Moraes, com aautoridade de quem foi não

apenas republicano histórico, mas ativomembro da propaganda

republicana, ao relembrar as mais remotas origens do

movimento republicano no Brasil — não das ideias

republicanas, cujas primeiras manifestações são encontráveis

ainda na colônia, mas do movimento republicano organizado

—, declarou que foi a frustração que a inopinada troca de

gabinetes em 1869, com o completo desrespeito das regras

então vigentes, impôs aos membros mais radicais do partido

liberal que levou à cisão desse partido, dando origem tanto ao

partido liberal radical quanto ao partido republicano. As regras

do jogo tinham sido quebradas pelo monarca, o regime havia

perdido sua credibilidade.

José T. M. Menck. A crise política de 1868 e a gênese do Manifesto Republicano de 1870. In: Cadernos Aslegis, 37, maio/agosto 2009, p. 39-40 (com adaptações).

Com relação ao emprego dos sinais de pontuação, seria mantida a correção gramatical do texto se
 

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520466 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES

Sr. Y (sem revisão do orador) — Boa tarde a todos.

Primeiramente, dizemos aos presentes que, em todo o mundo,

está sendo celebrado o Dia Internacional dos Direitos

Humanos. Em 1948, foi aprovada e proclamada a Declaração

Universal dos Direitos Humanos como o mais forte grito da

humanidade contra a intolerância, a discriminação e o

preconceito.

De lá para cá, muita coisa avançou. O Brasil tornou-se

país signatário de todos os tratados e convenções dos direitos

humanos. E, nesse avanço, há quinze anos surgiu o Conselho

Estadual de Direitos Humanos do Estado do Espírito Santo, um

“adolescente” que teve papel extremamente importante, no

Espírito Santo, em todas as lutas, estando sempre ao lado dos

humilhados e dos ofendidos. O Conselho Estadual de Direitos

Humanos foi a voz dos excluídos e dos presos, em uma época

recente.

Internacionalmente, ressoou, na Corte Interamericana

dos Direitos Humanos e na ONU, o grito dos excluídos,

extremamente importante para o Espírito Santo, para o Brasil

e para o mundo. Enquanto teimarmos e não reconhecermos que

existem problemas, discriminação, preconceito e violência,

não avançaremos. É fundamental que reconheçamos que eles

existem, pois esse é o papel do Conselho Estadual de Direitos

Humanos.

Graças ao Conselho Estadual de Direitos Humanos,

o Espírito Santo avançou muito. Com apenas quinze anos,

nosso conselho é um dos mais velhos do Brasil. Graças a esse

conselho, muitas conferências foram estimuladas. Agora ele

está empenhado na criação de um programa voltado para a

educação em direitos humanos, o enfrentamento à tortura, o

combate à homofobia e o combate a todas as formas de

preconceito e discriminação.

Esta sessão solene celebra momento muito importante

para nós, para o Espírito Santo, para o Brasil e para o mundo.

Os direitos humanos devem-nos orientar e dar-nos esperança

e disposição para remarmos contra a maré. Temos de entender

que as pessoas não podem continuar sendo discriminadas se

quisermos construir um projeto de nação. Os direitos humanos

têm de ser uma política pública — é fundamental que assim

seja — e incorporada definitivamente como projeto de nação,

pois uma nação sem direitos humanos não pode ter o nome de

nação. Nenhuma nação será forte enquanto as mulheres não

tiverem respeitados e garantidos todos os seus direitos;

nenhuma nação será forte enquanto o povo sofrer qualquer

discriminação racial ou de gênero; nenhuma nação será forte se

houver intolerância religiosa; nenhuma nação será forte se

houver homofobia, em suma, nenhuma forma de preconceito

pode existir. Os direitos humanos têm a tarefa de ser a tribo

civilizadora.

Internet: www.al.es.gov.br (com adaptações).

O texto apresentado é parte de um discurso proferido, em comemoração ao Dia Internacional dos Direitos Humanos e aos 15 anos do Conselho Estadual de Direitos Humanos do Estado do Espírito Santo, em uma sessão solene da AL/ES, realizada em 10 de dezembro de 2010. Com referência a esse texto, julgue os seguintes itens.

I No que concerne à tipologia textual, esse texto apresenta segmentos com características predominantemente expositivas e trechos em que prevalece a argumentação.
II O texto segue o princípio segundo o qual o orador de discurso proferido em plenário deve iniciar sua oratória fazendo referência ao objetivo da sessão em curso.
III No parágrafo final do discurso, o orador concita os ouvintes a aderirem às ideias e convicções expressas por ele.

Assinale a opção correta.
 

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