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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: ALES
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Texto para as questões de 1 a 4
O governo do estado de São Paulo lançou um
programa que fechará o cerco ao consumo de álcool por
crianças e adolescentes. A medida inclui uma lei mais
severa, que punirá com multas pesadas e fechamento os
estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de
bebidas a individuos com menos de dezoito anos de idade,
sejam bares, supermercados, restaurantes, boates ou lojas de
conveniência. Além de apresentarem certa precocidade na
aquisição do hábito de ingerir álcool, os adolescentes
paulistas bebem frequentemente, exageram nas doses e, em
muitos casos, agem assim com anuência familiar.
Encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira
semana de agosto, o projeto de lei está previsto para entrar em
vigor ainda em 2011. A primeira norma do gênero é federal, de
1941, e prevê prisão de dois meses a um ano a quem servir
bebida a individuo que tenha menos de dezoito anos de idade.
A outra é o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê
punições mais longas, de dois a quatro anos. Em 2007, o
governo paulista determinou que os estabelecimentos infratores
deveriam fechar as portas. A lei de agora reafirma a punição
em vigor há mais de quatro anos e inova ao estabelecer multas
com valores altos, que variam de acordo com o tamanho do
negócio e vão de R$ 1.745,00 a R$ 43.625,00. Os valores serão
dobrados nocaso de reincidência, ultrapassando R.000,00.
Os efeitos do álcool no organismo de jovens são
devastadores. Um estudo do governo norte-americano,
publicado em 2009, mostrou que a probabilidade de se tornar
alcoólatra na idade adulta é de 5% para quem começa a beber
depois dos 21 anos de idade e de 25% quando a iniciação
ocorre sete anos antes. Além disso, como o processo de
amadurecimento do cérebro só se completa duas décadas
depois do nascimento, o consumo precoce de álcool pode
comprometer seriamente o desenvolvimento desse órgão vital,
ao aumentar a probabilidade de aparecimento de problemas
cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de
humor, como depressão e ansiedade. O abuso de bebidas
alcoólicas pode, ainda, servir de porta de entrada para outras
drogas e comportamentos de risco, como fazer sexo sem
proteção.
Giuliana Bergamo. Fim da farra. In: Veja, 10/8/2011, p. 72-3 (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação à estrutura morfossintática do texto.
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Texto para as questões de 1 a 4
O governo do estado de São Paulo lançou um
programa que fechará o cerco ao consumo de álcool por
crianças e adolescentes. A medida inclui uma lei mais
severa, que punirá com multas pesadas e fechamento os
estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de
bebidas a individuos com menos de dezoito anos de idade,
sejam bares, supermercados, restaurantes, boates ou lojas de
conveniência. Além de apresentarem certa precocidade na
aquisição do hábito de ingerir álcool, os adolescentes
paulistas bebem frequentemente, exageram nas doses e, em
muitos casos, agem assim com anuência familiar.
Encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira
semana de agosto, o projeto de lei está previsto para entrar em
vigor ainda em 2011. A primeira norma do gênero é federal, de
1941, e prevê prisão de dois meses a um ano a quem servir
bebida a individuo que tenha menos de dezoito anos de idade.
A outra é o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê
punições mais longas, de dois a quatro anos. Em 2007, o
governo paulista determinou que os estabelecimentos infratores
deveriam fechar as portas. A lei de agora reafirma a punição
em vigor há mais de quatro anos e inova ao estabelecer multas
com valores altos, que variam de acordo com o tamanho do
negócio e vão de R$ 1.745,00 a R$ 43.625,00. Os valores serão
dobrados nocaso de reincidência, ultrapassando R.000,00.
Os efeitos do álcool no organismo de jovens são
devastadores. Um estudo do governo norte-americano,
publicado em 2009, mostrou que a probabilidade de se tornar
alcoólatra na idade adulta é de 5% para quem começa a beber
depois dos 21 anos de idade e de 25% quando a iniciação
ocorre sete anos antes. Além disso, como o processo de
amadurecimento do cérebro só se completa duas décadas
depois do nascimento, o consumo precoce de álcool pode
comprometer seriamente o desenvolvimento desse órgão vital,
ao aumentar a probabilidade de aparecimento de problemas
cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de
humor, como depressão e ansiedade. O abuso de bebidas
alcoólicas pode, ainda, servir de porta de entrada para outras
drogas e comportamentos de risco, como fazer sexo sem
proteção.
Giuliana Bergamo. Fim da farra. In: Veja, 10/8/2011, p. 72-3 (com adaptações).
O sentido e a correção gramatical do texto seriam mantidos caso se substituísse
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Texto para as questões de 1 a 4
O governo do estado de São Paulo lançou um
programa que fechará o cerco ao consumo de álcool por
crianças e adolescentes. A medida inclui uma lei mais
severa, que punirá com multas pesadas e fechamento os
estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de
bebidas a individuos com menos de dezoito anos de idade,
sejam bares, supermercados, restaurantes, boates ou lojas de
conveniência. Além de apresentarem certa precocidade na
aquisição do hábito de ingerir álcool, os adolescentes
paulistas bebem frequentemente, exageram nas doses e, em
muitos casos, agem assim com anuência familiar.
Encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira
semana de agosto, o projeto de lei está previsto para entrar em
vigor ainda em 2011. A primeira norma do gênero é federal, de
1941, e prevê prisão de dois meses a um ano a quem servir
bebida a individuo que tenha menos de dezoito anos de idade.
A outra é o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê
punições mais longas, de dois a quatro anos. Em 2007, o
governo paulista determinou que os estabelecimentos infratores
deveriam fechar as portas. A lei de agora reafirma a punição
em vigor há mais de quatro anos e inova ao estabelecer multas
com valores altos, que variam de acordo com o tamanho do
negócio e vão de R$ 1.745,00 a R$ 43.625,00. Os valores serão
dobrados nocaso de reincidência, ultrapassando R.000,00.
Os efeitos do álcool no organismo de jovens são
devastadores. Um estudo do governo norte-americano,
publicado em 2009, mostrou que a probabilidade de se tornar
alcoólatra na idade adulta é de 5% para quem começa a beber
depois dos 21 anos de idade e de 25% quando a iniciação
ocorre sete anos antes. Além disso, como o processo de
amadurecimento do cérebro só se completa duas décadas
depois do nascimento, o consumo precoce de álcool pode
comprometer seriamente o desenvolvimento desse órgão vital,
ao aumentar a probabilidade de aparecimento de problemas
cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de
humor, como depressão e ansiedade. O abuso de bebidas
alcoólicas pode, ainda, servir de porta de entrada para outras
drogas e comportamentos de risco, como fazer sexo sem
proteção.
Giuliana Bergamo. Fim da farra. In: Veja, 10/8/2011, p. 72-3 (com adaptações).
Infere-se da leitura do texto que
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As pessoas aprenderam que devem ter sempre alguma
atividade — primeiro é estudar e depois, trabalhar —; o
importante é fazer alguma coisa, nem que para isso se deixe de
ver o filho nascer ou crescer. Primeiro vem o trabalho, a
produção. Outro aspecto aterrador aparece quando o indivíduo
para para ouvir o próprio discurso: boa parte do que se fala está
centrado em um futuro almejado, nunca concreto, como:
“quando eu entrar em férias...”, “quando eu ganhar na loto...”.
Na verdade, idealiza-se o que fazer (e que dificilmente
acontece), esquecendo-se do presente. Geralmente, as
expectativas centradas nesse futuro refletem uma insatisfação
com a situação presente, tanto no nível pessoal como no
profissional.
Com o advento da aposentadoria, ocorre uma série de
mudanças implicadas nesse processo, e o indivíduo adquire
novo status econômico, político e social. Em síntese, na
aposentadoria, verifica-se mudança significativa na vida do
indivíduo. Grande parte de sua identidade e de seu status social
depende do papel profissional que a pessoa exerce. A exclusão
do mundo do trabalho é, ao mesmo tempo, perda de lugar no
sistema de produção, reorganização espacial e temporal da
vida do sujeito e reestruturação de identidade pessoal.
A aposentadoria obriga o sujeito a reorganizar as identificações
habituais, que estruturam o eu.
Lúcio Ricardo Hiurko Felippe et al. Programa de preparação para a aposentadoria: uma política de desenvolvimento humano. Internet: www.ser.ufpr.br (com adaptações)
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- Morfologia
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
As pessoas aprenderam que devem ter sempre alguma
atividade — primeiro é estudar e depois, trabalhar —; o
importante é fazer alguma coisa, nem que para isso se deixe de
ver o filho nascer ou crescer. Primeiro vem o trabalho, a
produção. Outro aspecto aterrador aparece quando o indivíduo
para para ouvir o próprio discurso: boa parte do que se fala está
centrado em um futuro almejado, nunca concreto, como:
“quando eu entrar em férias...”, “quando eu ganhar na loto...”.
Na verdade, idealiza-se o que fazer (e que dificilmente
acontece), esquecendo-se do presente. Geralmente, as
expectativas centradas nesse futuro refletem uma insatisfação
com a situação presente, tanto no nível pessoal como no
profissional.
Com o advento da aposentadoria, ocorre uma série de
mudanças implicadas nesse processo, e o indivíduo adquire
novo status econômico, político e social. Em síntese, na
aposentadoria, verifica-se mudança significativa na vida do
indivíduo. Grande parte de sua identidade e de seu status social
depende do papel profissional que a pessoa exerce. A exclusão
do mundo do trabalho é, ao mesmo tempo, perda de lugar no
sistema de produção, reorganização espacial e temporal da
vida do sujeito e reestruturação de identidade pessoal.
A aposentadoria obriga o sujeito a reorganizar as identificações
habituais, que estruturam o eu.
Lúcio Ricardo Hiurko Felippe et al. Programa de preparação para a aposentadoria: uma política de desenvolvimento humano. Internet: www.ser.ufpr.br (com adaptações)
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As pessoas aprenderam que devem ter sempre alguma
atividade — primeiro é estudar e depois, trabalhar —; o
importante é fazer alguma coisa, nem que para isso se deixe de
ver o filho nascer ou crescer. Primeiro vem o trabalho, a
produção. Outro aspecto aterrador aparece quando o indivíduo
para para ouvir o próprio discurso: boa parte do que se fala está
centrado em um futuro almejado, nunca concreto, como:
“quando eu entrar em férias...”, “quando eu ganhar na loto...”.
Na verdade, idealiza-se o que fazer (e que dificilmente
acontece), esquecendo-se do presente. Geralmente, as
expectativas centradas nesse futuro refletem uma insatisfação
com a situação presente, tanto no nível pessoal como no
profissional.
Com o advento da aposentadoria, ocorre uma série de
mudanças implicadas nesse processo, e o indivíduo adquire
novo status econômico, político e social. Em síntese, na
aposentadoria, verifica-se mudança significativa na vida do
indivíduo. Grande parte de sua identidade e de seu status social
depende do papel profissional que a pessoa exerce. A exclusão
do mundo do trabalho é, ao mesmo tempo, perda de lugar no
sistema de produção, reorganização espacial e temporal da
vida do sujeito e reestruturação de identidade pessoal.
A aposentadoria obriga o sujeito a reorganizar as identificações
habituais, que estruturam o eu.
Lúcio Ricardo Hiurko Felippe et al. Programa de preparação para a aposentadoria: uma política de desenvolvimento humano. Internet: www.ser.ufpr.br (com adaptações)
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Texto para as questões de 1 a 4
O governo do estado de São Paulo lançou um
programa que fechará o cerco ao consumo de álcool por
crianças e adolescentes. A medida inclui uma lei mais
severa, que punirá com multas pesadas e fechamento os
estabelecimentos comerciais que reincidirem na venda de
bebidas a individuos com menos de dezoito anos de idade,
sejam bares, supermercados, restaurantes, boates ou lojas de
conveniência. Além de apresentarem certa precocidade na
aquisição do hábito de ingerir álcool, os adolescentes
paulistas bebem frequentemente, exageram nas doses e, em
muitos casos, agem assim com anuência familiar.
Encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira
semana de agosto, o projeto de lei está previsto para entrar em
vigor ainda em 2011. A primeira norma do gênero é federal, de
1941, e prevê prisão de dois meses a um ano a quem servir
bebida a individuo que tenha menos de dezoito anos de idade.
A outra é o Estatuto da Criança e do Adolescente, que prevê
punições mais longas, de dois a quatro anos. Em 2007, o
governo paulista determinou que os estabelecimentos infratores
deveriam fechar as portas. A lei de agora reafirma a punição
em vigor há mais de quatro anos e inova ao estabelecer multas
com valores altos, que variam de acordo com o tamanho do
negócio e vão de R$ 1.745,00 a R$ 43.625,00. Os valores serão
dobrados nocaso de reincidência, ultrapassando R.000,00.
Os efeitos do álcool no organismo de jovens são
devastadores. Um estudo do governo norte-americano,
publicado em 2009, mostrou que a probabilidade de se tornar
alcoólatra na idade adulta é de 5% para quem começa a beber
depois dos 21 anos de idade e de 25% quando a iniciação
ocorre sete anos antes. Além disso, como o processo de
amadurecimento do cérebro só se completa duas décadas
depois do nascimento, o consumo precoce de álcool pode
comprometer seriamente o desenvolvimento desse órgão vital,
ao aumentar a probabilidade de aparecimento de problemas
cognitivos, como falta de concentração, e de alterações de
humor, como depressão e ansiedade. O abuso de bebidas
alcoólicas pode, ainda, servir de porta de entrada para outras
drogas e comportamentos de risco, como fazer sexo sem
proteção.
Giuliana Bergamo. Fim da farra. In: Veja, 10/8/2011, p. 72-3 (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta a informação central do texto.
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