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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
Um grupo de amigos decidiu angariar fundos para a compra de uma cadeira de rodas. Solicitou a 100 pessoas que fizessem uma doação de R$ 100,00, ou uma porcentagem desse valor.
O quadro a seguir mostra as doações recebidas.
| Doação | Número de doadores |
|---|---|
| 10% | 10 |
| 20% | 10 |
| 40% | 20 |
| 50% | 35 |
| 100% | 25 |
O valor médio doado pelas 100 pessoas é
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
Os números a seguir encontram-se em ordem crescente.
3; 5; 7; 10; x; 14; y; 26
Se esses números são distintos e sua média aritmética é 12, então
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Um automóvel apresenta um consumo de 10 km por litro de gasolina e um consumo de 14 km por metro cúbico de gás natural veicular (GNV). Um taxista, que utiliza esse automóvel, trafega 280 km por dia e pretende fazer a conversão de gasolina para GNV, o que custa R$ 5.900,00.
Considerando que um litro de gasolina custa R$ 6,00 e um metro cúbico de GNV custa R$ 2,50, esse taxista economizará a quantia do valor da conversão em
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O valor numérico da expressão \( 2 \times 10^3 - 20 \times 10^2 + 50 \times 10 \) é igual a
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Na figura a seguir temos os primeiros três termos de uma sequência de quadriculados.
Essa sequência está definida por:
- o termo \( n \) é um quadriculado 2 por \( n \).
- o termo \( n \) tem \( n - 1 \) quadradinhos cinzas.

O número de quadradinhos brancos que tem o 57º termo é
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Atenção: Para responder à questão, considere o trecho de um ensaio do filósofo Michel de Montaigne.
A maneira mais comum de amolecer o coração dos que nos ofendem, quando, vingança em mãos, eles nos têm à sua mercê, é comovê-los pela nossa submissão, inspirando-lhes comiseração e piedade. Entretanto, reparem que a bravura, a tenacidade e a resolução, meios inteiramente opostos, alcançam às vezes idêntico resultado.
Eduardo, príncipe de Gales, tendo-se apoderado pela força de Limoges, ordenara o massacre dos habitantes que o haviam gravemente ofendido. Caminhava ele pela cidade sem que os gritos dos homens, mulheres e crianças assim condenados à morte lhe amolecessem a alma, quando deparou com três fidalgos franceses que, sozinhos, e com incrível ousadia, enfrentavam o exército vitorioso. Essa coragem inspirou-lhe tal consideração e respeito, que subitamente se lhe acalmou a cólera; e o perdão que de imediato concedeu aos temerários, ele o estendeu aos demais habitantes da cidade.
Skanderberg, príncipe do Épiro, perseguia um de seus soldados com a intenção de matá-lo. Este, depois de ter tentado em vão acalmá-lo com protestos de toda espécie e as mais humildes súplicas, resolveu, em desespero de causa, esperá-lo de espada na mão. O gesto resoluto freou instantaneamente a exasperação do senhor, o qual, ao ver tão honrosa atitude, outorgou perdão ao perseguido.
O imperador Conrado III, assediando o duque da Baviera, não consentira em deixar sair da cidade senão as mulheres dos fidalgos que ali se encontravam. Comprometera-se a respeitar-lhes a honra mas à condição de saírem a pé e levando apenas, com elas, o que pudessem carregar. Atentando unicamente para os ditames do coração, lembraram-se as mulheres de levar às costas os maridos, os filhos e o próprio duque. Impressionou-se o imperador a tal ponto com essa prova de coragem que chegou a chorar de emoção. O ódio mortal que votara ao duque, cuja desgraça desejava, tornou-se menos violento e a partir desse momento ele o tratou, e aos seus, com humanidade.
Ambos os meios dariam resultado comigo, pois tenho grande propensão para a misericórdia e a benevolência.
Entretanto, acho que cederia mais facilmente pela compaixão do que pela admiração, embora a piedade seja considerada paixão condenável pelos estoicos, os quais admitem que socorramos os aflitos mas não que nos enterneçamos ante o sofrimento ou dele nos compadeçamos.
A conjunção sublinhada acima pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
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Atenção: Para responder à questão, considere o trecho de um ensaio do filósofo Michel de Montaigne.
A maneira mais comum de amolecer o coração dos que nos ofendem, quando, vingança em mãos, eles nos têm à sua mercê, é comovê-los pela nossa submissão, inspirando-lhes comiseração e piedade. Entretanto, reparem que a bravura, a tenacidade e a resolução, meios inteiramente opostos, alcançam às vezes idêntico resultado.
O imperador Conrado III, assediando o duque da Baviera, não consentira em deixar sair da cidade senão as mulheres dos fidalgos que ali se encontravam.
Ambos os meios dariam resultado comigo, pois tenho grande propensão para a misericórdia e a benevolência. Entretanto, acho que cederia mais facilmente pela compaixão do que pela admiração, embora a piedade seja considerada paixão condenável pelos estoicos, os quais admitem que socorramos os aflitos mas não que nos enterneçamos ante o sofrimento ou dele nos compadeçamos. Os exemplos que precedem parecem-me mais apropriados. Mostram-nos a alma em luta com estes dois sentimentos contrários: resistir a um sem dobrar e ceder ao outro.
Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
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Atenção: Para responder à questão, considere o trecho de um ensaio do filósofo Michel de Montaigne.
Eduardo, príncipe de Gales, tendo-se apoderado pela força de Limoges, ordenara o massacre dos habitantes que o haviam gravemente ofendido. Caminhava ele pela cidade sem que os gritos dos homens, mulheres e crianças assim condenados à morte lhe amolecessem a alma, quando deparou com três fidalgos franceses que, sozinhos, e com incrível ousadia, enfrentavam o exército vitorioso. Essa coragem inspirou-lhe tal consideração e respeito, que subitamente se lhe acalmou a cólera; e o perdão que de imediato concedeu aos temerários, ele o estendeu aos demais habitantes da cidade.
Skanderberg, príncipe do Épiro, perseguia um de seus soldados com a intenção de matá-lo. Este, depois de ter tentado em vão acalmá-lo com protestos de toda espécie e as mais humildes súplicas, resolveu, em desespero de causa, esperá-lo de espada na mão. O gesto resoluto freou instantaneamente a exasperação do senhor, o qual, ao ver tão honrosa atitude, outorgou perdão ao perseguido.
O imperador Conrado III, assediando o duque da Baviera, não consentira em deixar sair da cidade senão as mulheres dos fidalgos que ali se encontravam. Comprometera-se a respeitar-lhes a honra mas à condição de saírem a pé e levando apenas, com elas, o que pudessem carregar. Atentando unicamente para os ditames do coração, lembraram-se as mulheres de levar às costas os maridos, os filhos e o próprio duque. Impressionou-se o imperador a tal ponto com essa prova de coragem que chegou a chorar de emoção. O ódio mortal que votara ao duque, cuja desgraça desejava, tornou-se menos violento e a partir desse momento ele o tratou, e aos seus, com humanidade.
Ambos os meios dariam resultado comigo, pois tenho grande propensão para a misericórdia e a benevolência. Entretanto, acho que cederia mais facilmente pela compaixão do que pela admiração, embora a piedade seja considerada paixão condenável pelos estoicos, os quais admitem que socorramos os aflitos mas não que nos enterneçamos ante o sofrimento ou dele nos compadeçamos. Os exemplos que precedem parecem-me mais apropriados. Mostram-nos a alma em luta com estes dois sentimentos contrários: resistir a um sem dobrar e ceder ao outro.
No parágrafo de seu ensaio, Montaigne desenvolve o seguinte argumento:
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Atenção: Para responder à questão, considere o trecho de um ensaio do filósofo Michel de Montaigne.
A maneira mais comum de amolecer o coração dos que nos ofendem, quando, vingança em mãos, eles nos têm à sua mercê, é comovê-los pela nossa submissão, inspirando-lhes comiseração e piedade.
Eduardo, príncipe de Gales, tendo-se apoderado pela força de Limoges, ordenara o massacre dos habitantes que o haviam gravemente ofendido. Caminhava ele pela cidade sem que os gritos dos homens, mulheres e crianças assim condenados à morte lhe amolecessem a alma, quando deparou com três fidalgos franceses que, sozinhos, e com incrível ousadia, enfrentavam o exército vitorioso.
Skanderberg, príncipe do Épiro, perseguia um de seus soldados com a intenção de matá-lo. Este, depois de ter tentado em vão acalmá-lo com protestos de toda espécie e as mais humildes súplicas, resolveu, em desespero de causa, esperá-lo de espada na mão. O gesto resoluto freou instantaneamente a exasperação do senhor, o qual, ao ver tão honrosa atitude, outorgou perdão ao perseguido.
O imperador Conrado III, assediando o duque da Baviera, não consentira em deixar sair da cidade senão as mulheres dos fidalgos que ali se encontravam.
Ambos os meios dariam resultado comigo, pois tenho grande propensão para a misericórdia e a benevolência. Entretanto, acho que cederia mais facilmente pela compaixão do que pela admiração, embora a piedade seja considerada paixão condenável pelos estoicos, os quais admitem que socorramos os aflitos mas não que nos enterneçamos ante o sofrimento ou dele nos compadeçamos. Os exemplos que precedem parecem-me mais apropriados. Mostram-nos a alma em luta com estes dois sentimentos contrários: resistir a um sem dobrar e ceder ao outro.
Em seu ensaio, Montaigne dirige-se explicitamente a seus leitores no seguinte trecho:
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