Foram encontradas 50 questões.
A codificação de dados a serem transferidos de maneira a não serem violados se capturados indevidamente recebe o nome de:
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Assinale a opção que melhor explica o significado de Byte.
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2515740
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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Sobre a situação dos países da América Latina são verdadeiras as alternativas abaixo. EXCETO:
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Preencha as lacunas com: que/quê, porque/porquê, por que/por quê:
A) ........... ele não veio?
B) O relógio ........... comprei não funcionava.
C) Muitas vezes erramos .......... não pensamos ao agir.
D) Jamais se soube .......... de sua renúncia.
Marque a alternativa correta:
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A Disciplina do Amor
Foi na França, durante a segunda grande guerra; um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias. Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
FAGUNDES TELLES, Lygia. “Disciplina do Amor (I).” In: A Disciplina
do Amor. 2ª ed. Rio de Janeiro. Ed. Nova Fronteira, 1980. P. 99-100.
Assinale a alternativa onde o predicado é verbal.
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Sabe-se que a capacidade máxima de alguns malotes dos correios é igual a 3,5 kg. Nessas condições, o número mínimo necessário de malotes para serem colocados 5.500 kg de cartas é:
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No MS Excel, digitamos a seguinte fórmula =SE(4>5;1;2)
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2513100
Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FADECIT
Orgão: Pref. Arantina-MG
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De acordo com o art. 132 da Lei Orgânica do Município de Arantina, Compete privativamente ao Prefeito. EXCETO:
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No aplicativo Word para salvar o documento aberto com um nome diferente do em uso, deve utilizar a opção:
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A Disciplina do Amor
Foi na França, durante a segunda grande guerra; um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro e na maior alegria, acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta a casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo voltar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Continuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinadamente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao seu posto de espera. O jovem morreu num bombardeio mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Todos os dias. Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem partiu) continuou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando?... Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção.
FAGUNDES TELLES, Lygia. “Disciplina do Amor (I).” In: A Disciplina
do Amor. 2ª ed. Rio de Janeiro. Ed. Nova Fronteira, 1980. P. 99-100.
O cão não se demorava muito quando correspondia às festinhas dos conhecidos.
Por quê?
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